Venho denunciar a conduta abusiva do Fitness Factory Portalegre (FF Portalegre, Unipessoal Lda), que se arrasta desde a abertura do clube.
1. Atraso na Comunicação e Atendimento Hostil (Abril 2025):
Inscrevi-me como Sócia Fundadora em fevereiro de 2025, com o ginásio em obras. O clube abriu a 1 de abril sem informar os clientes individualmente. Quando me desloquei à receção a 9 de abril para questionar a falta de aviso, fui recebida com arrogância e uma discussão por parte da equipa e do responsável, que pretendiam cobrar o mês de abril sem serviço prestado. Após reclamação por e-mail, chegámos a acordo para iniciar o contrato em maio de 2025.
2. Pagamento por Boa-fé sem Utilização:
Apesar de ter mantido a inscrição, o atendimento agressivo que recebi deixou-me profundamente desconfortável, retirando-me qualquer vontade de frequentar o espaço. Ainda assim, por boa-fé, paguei mensalidades durante 7 meses sem nunca lá colocar os pés. Durante este tempo, o ginásio nunca me contactou para saber o motivo da ausência, nem nunca me entregou o Kit de Sócio ou a pulseira de acesso (obrigatória segundo o Regulamento Interno deles).
3. Tentativa de Cancelamento e Nova Arrogância:
Em janeiro de 2026, tentei encerrar o vínculo, tendo sido novamente tratada de forma arrogante e informada de que teria de cumprir a fidelização até ao fim.
4. Impedimento Ilegal de Cancelamento Atual (Março/Abril 2026):
A 16/03/2026, dentro dos prazos legais, enviei e-mail para cancelar a renovação do contrato a 30 de abril (termo da fidelização).
Solicitei o IBAN e o valor exato em dívida para regularizar a situação.
O ginásio demorou mais de um mês a responder (apenas a 24/04) e recusa o cancelamento, alegando que não o faz com dívidas pendentes.
Esta prática é ilegal; o cancelamento de um contrato é um direito que não pode ser condicionado ao pagamento de dívidas (as quais devem ser cobradas por meios próprios).
Recuso-me a pagar as mensalidades de maio e junho, faturadas apenas devido à inércia do ginásio em processar o meu pedido de março. O caso já foi reportado à ASAE e ao CNIACC.