Estive hospedado no Evolution Hotel Lisboa entre os dias 1 e 3 de agosto de 2026, juntamente com a minha companheira. No momento da saída, esqueci no quarto uma mala de ombro com uma câmara fotográfica, que nunca foi recuperada.
Após a constatação do esquecimento, contactámos o hotel diversas vezes a pedir informações. A resposta foi sempre a mesma: que estavam a investigar internamente e que voltariam a contactar-nos assim que houvesse novidades. Esse contacto nunca partiu deles.
Já passado cerca de um mês, e apenas depois de insistirmos de novo, foi-nos finalmente sugerido que apresentássemos queixa na PSP. Ao fazê-lo, fomos informados de que o prazo legal de conservação das imagens de videovigilância é de 30 dias — prazo que, nessa altura, já tinha sido ultrapassado.
Fica o alerta a outros consumidores: a demora do hotel em encaminhar-nos para as autoridades competentes coincidiu, de forma no mínimo preocupante, com o esgotamento do prazo de conservação das imagens, inviabilizando qualquer possibilidade de esclarecimento através do único meio de prova disponível.
Enquanto consumidor, considero que o hotel não cumpriu com a diligência que seria exigível perante uma situação de extravio de bens de um hóspede, e que a forma como o processo foi conduzido levanta sérias dúvidas quanto à boa-fé da resposta dada.
Solicito à DECO PROteste que associe o seu nome a esta reclamação, de forma a reforçar o pedido de esclarecimento e responsabilização junto do hotel.