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Cama FUTURLAM mal montada — substituição em garantia

Em curso Pública

Problema identificado:

Garantias

Reclamação

D. R.

Para: Pikolin

12/09/2026

Cama articulada FUTURLAM — Processo n.º 1499472 Sumário Adquiri, em outubro de 2025, uma cama articulada FUTURLAM na Conforama, com entrega e montagem incluídas. Menos de um ano depois, foram detetados problemas no comando e a falta de parafusos na estrutura. A assistência técnica da Pikolin informou que o comando não podia ser substituído separadamente e que seria necessário substituir o motor, por um valor aproximado de 200 €. Contudo, uma loja especializada confirmou que o comando era destacável e a sua substituição, pelo valor de 85 €, resolveu integralmente o problema elétrico. Quando informei a Pikolin de que apenas faltava resolver a questão dos parafusos, fui surpreendida com a informação de que a cama apresentava roscas danificadas e deformações nos pontos de fixação, não podendo ser reparada e tendo de ser substituída integralmente. Estas anomalias nunca me tinham sido comunicadas, apesar de alegadamente já terem sido observadas na visita técnica realizada em maio. A cama foi entregue e montada pelos serviços contratados através da Conforama, pelo que qualquer deficiência de montagem não me pode ser imputada. Desde 7 de setembro de 2026, continuo sem obter qualquer resposta concreta da Pikolin ou da Conforama. Por se tratar de um produto ainda abrangido pela garantia e de uma situação que pode colocar em causa a segurança da utilizadora, solicito a intervenção da DECO para obter a substituição urgente da cama, sem encargos. Exposição detalhada dos factos Adquiri, em outubro de 2025, na Conforama, uma cama articulada FUTURLAM, com entrega e montagem incluídas. Em maio de 2026, verifiquei que o fio do comando se encontrava trincado e fazia mau contacto. Foi também nessa altura que reparei que faltavam parafusos na estrutura articulada dos pés. Já anteriormente tinha encontrado um parafuso no aspirador, mas, nesse momento, ainda não tinha identificado que pertencia à cama. Contactei a Pikolin, que abriu o processo de assistência ao domicílio n.º 1499472. Durante a visita técnica realizada em maio, não foi efetuada qualquer reparação ou intervenção. Os técnicos informaram-me de que o comando estava integrado no motor, não podendo ser substituído separadamente, e que seria necessária a substituição do motor completo. Nessa ocasião, não me foi indicado qualquer valor. Relativamente aos parafusos em falta, fui informada de que estes seriam posteriormente colocados ao abrigo da garantia. Após a visita, fui contactada telefonicamente e informada de que a substituição do motor teria um custo aproximado de 200 €. Perante esse valor, respondi que não pretendia avançar naquele momento e voltei a questionar a colocação dos parafusos. Foi-me novamente confirmado que uma equipa se deslocaria à minha residência para colocar os parafusos em falta, conforme tinha sido assumido durante a visita técnica. Essa deslocação nunca aconteceu. Não conformada com a informação de que o comando estava integrado no motor e não podia ser substituído separadamente, procurei uma solução numa loja especializada em artigos de geriatria. Após analisar a situação, a loja informou-me de que a ficha do comando era destacável do motor. Retirei o comando da cama, encomendei um modelo novo e compatível, pelo valor de 85 €, e procedi à sua ligação. A cama voltou imediatamente a funcionar, ficando integralmente resolvido o problema elétrico. Ficou, assim, demonstrado que a substituição integral do motor, inicialmente apresentada pela assistência técnica como a única solução possível, não era necessária e que a informação prestada pelos técnicos relativamente à impossibilidade de substituir apenas o comando estava incorreta. Informei então a Pikolin de que a cama já estava novamente a funcionar, faltando apenas resolver a questão dos parafusos, cuja colocação tinha sido assumida pelos seus serviços técnicos como uma intervenção abrangida pela garantia. Foi somente nessa altura que a Pikolin me informou, por email, de que não seria possível colocar novos parafusos porque, alegadamente, as roscas se encontravam danificadas, as zonas de aperto apresentavam deformações e existiam problemas nos pontos de fixação. Segundo a própria Pikolin, estas anomalias impediam a reparação da cama e a única solução possível seria a sua substituição integral. Considero particularmente grave que estas anomalias estruturais, alegadamente identificadas pelos técnicos durante a deslocação realizada em maio, nunca me tenham sido comunicadas nessa ocasião. Durante a visita, não fui informada de que a estrutura se encontrava danificada, não me foi dito que as roscas ou as zonas de aperto apresentavam deformações e também não fui alertada para qualquer risco decorrente da utilização da cama nessas condições. Pelo contrário, a única questão estrutural abordada foi a falta de parafusos, tendo-me sido garantido que estes seriam posteriormente colocados ao abrigo da garantia. Também não me foi disponibilizado qualquer relatório técnico da visita, apesar de o ter solicitado, nem foi tomada qualquer iniciativa para reparar ou substituir a cama. Se os técnicos verificaram efetivamente, em maio, que existiam anomalias estruturais que impediam a reparação e comprometiam a segurança da cama, considero incompreensível e irresponsável que não me tenham informado imediatamente e que tenham permitido que o equipamento continuasse a ser utilizado. Acresce que a cama foi adquirida na Conforama com entrega e montagem incluídas. Não fui eu quem procedeu à sua montagem. Por conseguinte, se a estrutura apresenta roscas danificadas, deformações ou deficiências nos pontos de fixação resultantes de uma montagem incorreta, essa responsabilidade não me pode ser imputada, mas sim aos serviços que efetuaram a entrega e montagem do equipamento. Quando comuniquei os problemas, em maio de 2026, ainda não tinha decorrido sequer um ano desde a aquisição da cama, realizada em outubro de 2025. O bem encontrava-se, portanto, plenamente abrangido pela garantia legal. Importa ainda salientar que todas as comunicações dirigidas à Pikolin foram igualmente enviadas com conhecimento da Conforama, entidade onde adquiri a cama e com quem celebrei o contrato de compra, entrega e montagem. Apesar de a Conforama ter aberto sucessivos tickets internos na sequência dos meus contactos, nunca me contactou diretamente, nunca acompanhou efetivamente o processo e nunca apresentou qualquer solução, limitando-se a remeter a situação para a Pikolin. No dia 7 de setembro de 2026, voltei a reclamar por escrito junto da Pikolin, novamente com conhecimento da Conforama, exigindo uma solução concreta e urgente. Até à presente data, nenhuma das empresas respondeu, indicou uma data para a substituição da cama ou assumiu formalmente a responsabilidade pela resolução do problema. Considero especialmente grave a ausência de intervenção da Conforama, enquanto entidade vendedora e responsável pela entrega e montagem do bem, sobretudo perante uma situação que envolve possíveis deficiências de montagem, anomalias estruturais e riscos para a segurança da utilizadora. Solução pretendida Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO para obter: A substituição urgente e integral da cama articulada, sem qualquer encargo para mim; A recolha da cama atual e a entrega e montagem correta de uma cama nova; O reembolso dos 85 € pagos pelo novo comando, despesa suportada na sequência da informação técnica incorreta de que o comando estava integrado no motor e não podia ser substituído separadamente; A entrega do relatório técnico correspondente à visita realizada em maio; Uma declaração escrita que identifique todas as anomalias detetadas e esclareça as responsabilidades pela montagem; Uma resposta formal da Conforama e da Pikolin; Um pedido formal de desculpas pela assistência deficiente, pelas informações incorreta

Mensagens (1)

D. R.

Para: Pikolin

16/09/2026

Continuo a aguardar uma resposta da vossa parte, nomeadamente ao e-mail enviado no dia 7 de setembro pela vossa funcionária, Mónica Xavier. Até ao momento, e apesar da reclamação apresentada, não recebi qualquer esclarecimento nem foi tomada qualquer medida concreta para resolver a situação. Perante esta total ausência de resposta, considero não me restar outra alternativa senão tornar pública a minha reclamação. Inicialmente, optei por mantê-la privada, dando-vos a oportunidade de analisar e resolver o problema de forma adequada. Contudo, essa opção não mereceu da vossa parte qualquer contacto, acompanhamento ou proposta de resolução. Lamento ter de recorrer à exposição pública da situação, mas o vosso silêncio e a falta de assistência não me deixam outra solução.


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