Apresentamos reclamação relativamente ao processo de mediação imobiliária do imóvel sito na Travessa dos Reis nº4, São Pedro da Cadeira, conduzido pelas agentes Inês Lopes e Fátima Lopes, da equipa Fátima Lopes, agência Remax Must 2.
A proposta foi aceite a 03/11/2025 e o CPCV assinado a 18/11/2025, com pagamento de sinal no valor de 21.000€.
Durante o processo verificaram-se várias irregularidades e incongruências, nomeadamente:
- Informação inicial de que a documentação se encontrava regularizada, o que não se confirmou;
- Entrega tardia das plantas;
- Alterações sucessivas no enquadramento documental do imóvel;
- Referência posterior à necessidade de “viabilidade de construção” para imóvel já edificado;
- Incumprimento reiterado de prazos indicados;
- Falta de respostas claras às questões colocadas por escrito;
- Cancelamento de reunião previamente agendada no próprio dia (31/01/2026), após deslocação nossa desde Lisboa.
Posteriormente, deslocámo-nos à Câmara Municipal de Torres Vedras, onde verificámos que a documentação não estava em conformidade e que existiam licenciamentos em falta, contrariamente ao que nos foi transmitido ao longo do processo.
Face à perda de confiança, desistimos do negócio. Para recuperar o sinal, fomos confrontados com a assinatura de um acordo que afastava eventual direito à restituição em dobro, o que aceitámos com receio de não recuperar o montante entregue.
O sinal foi devolvido, mas consideramos que todo o processo ficou aquém dos padrões de transparência, rigor e profissionalismo exigíveis.
Solicitamos análise da situação e resposta formal.