Olá, boa noite... Queria vossa opinião para o meu caso...tenho um esquentador vulcano inteligente ventilado recente e +- 3 anos e uso gás propano. Pago cerca de 70 euros o que acho imenso, de 2 em 2 meses apenas para banhos. Somos 4 pessoas e temos uma média de 4 a 6 banhos diários. Tenho uma potência contratada de 6.9 na galp. Tendo em conta os aumentos anunciados para o gás, é algo que me tem tirado o sono. Esta habitação é num prédio e todo ele é alimentado da mesma forma. Quais as alternativas mais viáveis que me aconselham? Obrigada
A solução pode passar pela colocação de uma bomba de calor Monobloco ou de um termoacumulador híbrido, mas a sua aplicação requer determinadas condições que deverão ser analisadas no local pela empresa instaladora. Pode por exemplo recorrer à marca do esquentador e solicitar uma visita técnica.
A opção por um termoacumulador elétrico não é muito interessante, pois não é eficiente do ponto de vista energético.
Tenha em conta que o consumo diário por pessoa de AQS é cerca de 40l e sendo assim no mínimo deveria ter um depósito de 300L. Para além disto as Bombas de calor possuem uma resposta mais lenta do que um esquentador, ou seja se a água quente terminar terá de esperar até que o sistema consiga repor a temperatura.
No caso de não ser possível a troca do esquentador, avalie qual o consumo do seu chuveiro e no caso de ser antigo opte por um mais eficiente que tenha um menor caudal e obrigatoriamente irá consumir menos água e logo menos gás.
Verifique também a tubagem de água quente e se for possível reforce o seu isolamento.
Ao seu dispor para qualquer esclarecimento adicional,
Tenho esquentador vulcano sensor ventilado a gás canalizado não é natural penso que botano que é caro e atualmente desliga-se acusando c2. tenho que fazer reset para voltar a funcionar. qual a opção para elétrico com 2 banho de manhã e 1 ao fim da tarde e outro a noite. Há problemas com as condutas de evacuação do prédio e estou cansado desta situação
O código de erro C2, significa que o pressóstato abre durante o funcionamento, devendo ser verificado o seguinte: 1) A saída dos gases da combustão, que pode implicar a remoção de sujidade ou outro impedimento à boa extração e 2) As ligações do pressóstato. Contacte a assistência técnica da marca para resolução do problema.
Caso opte por manter este equipamento, solicite à assistência técnica a medição dos níveis de monóxido de caborno (CO), quando o equipamento estiver em funcionamento.
Se desejar que o aquecimento das AQS seja feito por eletricidade, então opte por um termoacumulador hibrido, mas tenha em consideração que o local para a sua instalação tem de ter no mínimo uma área de 13m3 e um afastamento de 200mm para cada uma das suas laterais e 500mm na sua parte inferior. Deve optar pelo modelo de 100L que tem uma dimensão de 1153mm de altura e 465mm de diâmetro. No caso de não existir esgoto no local da instalação, deve ser colocado um depósito de recolha de condensados (água que se produz no decorrer do funcionamento do equipamento) que tem uma altura de 113mm e o mesmo diâmetro, a colocar na parte inferior do equipamento. Pode consultar mais informação em: https://www.deco.proteste.pt/casa-energia/aquecimento/noticias/ariston-lydos-hybrid-inova-e-poupa-a-aquecer-agua.
Como tenho muitas dúvidas em relação ao que devo utilizar em minha casa para aquecimento de águas, resolvi escrever-vos para obter um esclarecimento mais cabal. Vivo com minha mulher numa moradia. Portanto, o nosso dia-a-dia, reflecte 2 banhos pela manhã e, eventualmente, 2 banhos à noite. O que tenho em funcionamento neste momento é um esquentador a funcionar a gás butano. Gostaria de saber qual a v/sugestão/conselho sobre a possível alteração de equipamentos. Mais informo que o gás natural está muito distante da zona onde habito (Cotovia-Sesimbra), presentemente. Se devo manter o gás butano, se devo adquirir um termoacumulador, , termossifão, esquentador eléctrico ou bomba de calor, etc. Qual o funcionamento de cada? Tenho potência contratada de 3.45 e se a mesma terá de ser aumentada para 6.9 com qualquer das alterações que menciono. Todas as informações que me possam fornecer serão bem-vindas.
Apresenta-nos a situação de uma possível substituição de um esquentador a gás butano, para um agregado familiar de 2 pessoas, numa zona sem cobertura por gás natural. Idealmente, a solução ambientalmente mais consciente – e aquela que conduzirá a custos energéticos mais baixos – passará pela instalação de um sistema solar térmico (termossifão) e em que poderá manter o esquentador a gás butano como sistema de apoio ao sistema solar térmico – relembramos que o sistema solar térmico deverá providenciar cerca de 70% das necessidades de água quente sanitária (AQS) enquanto, neste caso, os restantes 30% ficarão a cargo do esquentador. Nesta solução, terá de verificar se tem viabilidade técnica para instalação do sistema solar termossifão (telhado com correta orientação e inclinação) ou se terá de recorrer a estruturas de instalação. Depois, deve verificar se o esquentador é termostático e compatível com utilização em sistemas solares – poderá ter que o substituir ou instalar um módulo solar. Para duas pessoas, um sistema solar térmico termossifão de 150 litros será suficiente. Mas prepare-se para investir nesta solução algum dinheiro – na casa dos 1.500€ (ou mais, com a instalação e integração do termossifão no sistema da casa de produção de AQS).
Por estes valores de investimento, poderá optar por uma bomba de calor mural de 100 litros de capacidade. Conseguirá com esta solução custos energéticos muito baixos e, tal como na solução anterior, deverão alinhar o prazo de retorno de investimento para períodos entre os 5 a 10 anos.
O termoacumulador elétrico convencional é uma solução que implicará um investimento inicial mais baixo, é certo – na casa dos 150 a 250 euros, para capacidades de 100 ou mais litros, mesmo que existam modelos de 80 litros a preços mais baixos. No entanto, esta solução apresenta custos com a energia bastante significativos, nomeadamente se forem utilizados em tarifas elétricas planas. E sim, regra geral podem requerer que se aumente a potência contratada – mas aconselhamos que experimente primeiro durante algum tempo e verifique se o aumento de potência é absolutamente necessário ou se, com alguns ajustes, consegue operar todos os eletrodomésticos (o problema é o que tem ligado ao mesmo tempo) com os 3,45KVA.
Contudo, na edição de Julho da Proteste, apresentámos uma solução que nos parece ser ideal para a sua situação: o ARISTON LYDOS HYBRID. É uma bomba de calor com apoio elétrico de 80 litros (existe também uma versão de 100 litros de capacidade) e conseguimos, no mesmo cenário de utilização, poupanças em cinco anos de 788€ e em 10 anos de mais de 1916€ quando comparado com o esquentador a gás butano. Ou seja, mesmo sendo um equipamento um pouco mais caro quando comparado, por exemplo, com o esquentador a gás butano, ao fim do 3º ano de utilização o ARISTON LYDOS HYBRID apresenta já menores custos de utilização totais face ao esquentador a gás butano.
Claro está que estas análises baseiam-se em cenários em que se compara a compra dos equipamentos de todas as soluções – que não é o seu caso, pois o seu esquentador já foi devidamente amortizado. Relembramos que um esquentador a gás, bem instalado (quer a parte da alimentação do gás, quer a parte da exaustão dos gases de combustão) e devidamente mantido (devem ser revistos com alguma periodicidade – por exemplo, uma vez de dois em dois anos) é um aparelho seguro. Mas se de facto quiser avançar para a sua substituição – por exemplo, por apresentar já bastantes anos de uso – recomendamos numa primeira aproximação o sistema solar térmico do tipo termossifão (mantendo ainda o esquentador como apoio). Como alternativa “menos complexa”, verifique o ARISTON LYDOS HYBRID que é uma recomendação nossa para cenários de utilização como o seu.
Sem mais de momento, agradecemos a atenção despendida e colocamo-nos inteiramente à sua disposição para o esclarecimento de dúvidas adicionais.
Olá a todos, Tenho uma situação parecida. Por enquanto somos 2 cá em casa, com perspectivas de um filho. Uso gás propano para aquecer água para o banho e no fogão. Praticamente só cozinhamos os jantares. No último ano gastamos em média 23€ por mês em gás. O forno é elétrico. Gastámos em média 28€ por mês de electricidade em 2019. O esquentador já tem uns 15 anos e está a dar sinais de precisar ser substituído. Está a pingar água e amanhã vem o técnico ver o que se passa. Neste caso não sei bem qual seria a melhor hipótese. Gosto do facto do esquentador permitir banhos a qualquer hora, muitas vezes tomamos banho às onze, meia noite. Já tive termoacumulador em casa dos meus pais e tínhamos sempre que esperar 30/45 minutos. Acho que é um desperdício. A solução solar não sei se permite esta liberdade de uso. Penso que posso investir em painéis e depois não tirar o devido proveito. Com o gás em 5 minutos tomamos um duche e ficamos despachados. A solução Ariston não sei bem como funciona. Imagino que fica horas a aquecer até atingir a temperatura pretendida e que não basta ligar e tomar banho a qualquer hora. Mas o facto é que nos testes representa uma poupança em relação ao gás. Obrigado desde já pelos vossos comentários. Cumprimentos, Filipe Sousa
Vejo que para o Orçamento de Estado para 2020 está em discussão a dedução de até 1.000 euros em IRS para aquisição, pelas famílias, de unidades de produção renovável para autoconsumo e de sistemas de aquecimento eficiente:
Estamos a preparar a resposta à sua questão e publicaremos logo que possível. Enquanto o fazemos, convidamos os membros desta comunidade a partilhar sugestões e experiências sobre este tópico. As vossas informações podem ser úteis para outros consumidores!
Olá, Sílvia. Obrigado pela atenção. O técnico já veio ver o esquentador, mas em principio não vai conseguir consertá-lo. Trata-se de um Oli Templamatic 10.000 e parece que vai ser difícil encontrar material para o mesmo. A minha primeira ideia é substituir o esquentador por um novo, termostático para gastar apenas o gás necessário para aquecer a água até a temperatura desejada e compatível com um sistema solar de termossifão, que se não for instalado para já, que o seja quando for possível. Mas de qualquer maneira vou ficar à espera da vossa resposta e da vossa ajuda. E da resposta definitiva do técnico que ainda está à procura de material para o esquentador. Muito obrigado.
Agradecemos a sua questão e pedimos desculpa pela demora na resposta.
A solução de esquentador a propano é dispendiosa por cada kWh produzido. Analisando os seus consumos, seriam 275€/ano em propano.
Caso invista, por exemplo, 1500€ + instalações + manutenções num sistema solar térmico (termossifão 150L) terá sempre que optar por um sistema de apoio e face à probabilidade de o seu atual esquentador vir a avariar num curto espaço de tempo, a sua substituição também terá que ser realizada.
Deve então avaliar o retorno que terá caso pretenda substituir a fonte de produção de calor. Com um sistema solar térmico irá poupar (se mantiver os mesmos consumos descritos) até 200€/ano, ou seja, terá retorno em cerca de 8 anos (contas arredondadas).
A Ariston Lydos como refere aquece a água com recurso a tecnologia de bomba de calor demorando algum tempo (horas) para aquecer, mas se for devidamente configurada a nível de horários possibilitará grande eficiência e disponibilidade de água quente sempre que desejar.
Esta solução tem também incorporada uma resistência para que em casos excepcionais a faça actuar para aquecimento da água e de forma mais rápida. 80L é a capacidade suficiente para 2 banhos de 5 min e irá poupar ao final do mês face ao propano. Esta solução para além de ser muito competitiva energeticamente tem um investimento pouco mais elevado que um esquentador e muito mais barato que um sistema solar térmico.
Esperamos ter ajudado, caso tenha alguma questão adicional, disponha.
Efetivamente existem esquentadores elétricos, mas são altamente desaconselhados por praticamente toda a gente.
Um esquentador é, por definição, um aparelho para aquecimento instantâneo de água e necessita sempre de potências compatíveis com o caudal de água que pretende aquecer.
Os esquentadores a gás são denominados em função do número de litros por minuto que conseguem elevar a temperatura em 25ºC ou seja, um esquentador de 11 litros por minuto consegue fornecer um caudal de 11 litros por minuto elevando a temperatura da água em 25ºC em relação à temperatura de entrada.
Um aparelho destes disponibiliza uma potência de cerca de 18 kW queimando gás. Se pretender um aparelho com características semelhantes mas elétrico, a potência tem que ser a mesma ou seja, 18 kW, normalmente só possíveis com corrente trifásica.
O seu quadro elétrico é compatível com esta potência?
Olá, boa noite...
Queria vossa opinião para o meu caso...tenho um esquentador vulcano inteligente ventilado recente e +- 3 anos e uso gás propano. Pago cerca de 70 euros o que acho imenso, de 2 em 2 meses apenas para banhos. Somos 4 pessoas e temos uma média de 4 a 6 banhos diários. Tenho uma potência contratada de 6.9 na galp. Tendo em conta os aumentos anunciados para o gás, é algo que me tem tirado o sono. Esta habitação é num prédio e todo ele é alimentado da mesma forma.
Quais as alternativas mais viáveis que me aconselham?
Obrigada
Bom dia,
A solução pode passar pela colocação de uma bomba de calor Monobloco ou de um termoacumulador híbrido, mas a sua aplicação requer determinadas condições que deverão ser analisadas no local pela empresa instaladora. Pode por exemplo recorrer à marca do esquentador e solicitar uma visita técnica.
A opção por um termoacumulador elétrico não é muito interessante, pois não é eficiente do ponto de vista energético.
Tenha em conta que o consumo diário por pessoa de AQS é cerca de 40l e sendo assim no mínimo deveria ter um depósito de 300L. Para além disto as Bombas de calor possuem uma resposta mais lenta do que um esquentador, ou seja se a água quente terminar terá de esperar até que o sistema consiga repor a temperatura.
No caso de não ser possível a troca do esquentador, avalie qual o consumo do seu chuveiro e no caso de ser antigo opte por um mais eficiente que tenha um menor caudal e obrigatoriamente irá consumir menos água e logo menos gás.
Verifique também a tubagem de água quente e se for possível reforce o seu isolamento.
Ao seu dispor para qualquer esclarecimento adicional,
Com os melhores cumprimentos,
Equipa das energias renováveis
Boa Tarde. Vou colocar gás natural no meu apartamento e pretendia colocar um esquentador novo. O que recomendam? O meu obrigado Sérgio
Tenho esquentador vulcano sensor ventilado a gás canalizado não é natural penso que botano que é caro e atualmente desliga-se acusando c2. tenho que fazer reset para voltar a funcionar. qual a opção para elétrico com 2 banho de manhã e 1 ao fim da tarde e outro a noite. Há problemas com as condutas de evacuação do prédio e estou cansado desta situação
Bom dia,
O código de erro C2, significa que o pressóstato abre durante o funcionamento, devendo ser verificado o seguinte: 1) A saída dos gases da combustão, que pode implicar a remoção de sujidade ou outro impedimento à boa extração e 2) As ligações do pressóstato. Contacte a assistência técnica da marca para resolução do problema.
Caso opte por manter este equipamento, solicite à assistência técnica a medição dos níveis de monóxido de caborno (CO), quando o equipamento estiver em funcionamento.
Se desejar que o aquecimento das AQS seja feito por eletricidade, então opte por um termoacumulador hibrido, mas tenha em consideração que o local para a sua instalação tem de ter no mínimo uma área de 13m3 e um afastamento de 200mm para cada uma das suas laterais e 500mm na sua parte inferior. Deve optar pelo modelo de 100L que tem uma dimensão de 1153mm de altura e 465mm de diâmetro. No caso de não existir esgoto no local da instalação, deve ser colocado um depósito de recolha de condensados (água que se produz no decorrer do funcionamento do equipamento) que tem uma altura de 113mm e o mesmo diâmetro, a colocar na parte inferior do equipamento. Pode consultar mais informação em: https://www.deco.proteste.pt/casa-energia/aquecimento/noticias/ariston-lydos-hybrid-inova-e-poupa-a-aquecer-agua.
Cumprimentos,
Equipa das energias renováveis
Muito obrigado. Já está resolvido com a assistência técnica da Vulcano era mesmo problema com a extração
Boa noite . E o que foi feito para resolver essa situação. Estou com o mesmo problema. Agradecia resposta sff
Como tenho muitas dúvidas em relação ao que devo utilizar em minha casa para aquecimento de águas, resolvi escrever-vos para obter um esclarecimento mais cabal.
Vivo com minha mulher numa moradia. Portanto, o nosso dia-a-dia, reflecte 2 banhos pela manhã e, eventualmente, 2 banhos à noite.
O que tenho em funcionamento neste momento é um esquentador a funcionar a gás butano.
Gostaria de saber qual a v/sugestão/conselho sobre a possível alteração de equipamentos.
Mais informo que o gás natural está muito distante da zona onde habito (Cotovia-Sesimbra), presentemente.
Se devo manter o gás butano, se devo adquirir um termoacumulador, , termossifão, esquentador eléctrico ou bomba de calor, etc.
Qual o funcionamento de cada?
Tenho potência contratada de 3.45 e se a mesma terá de ser aumentada para 6.9 com qualquer das alterações que menciono.
Todas as informações que me possam fornecer serão bem-vindas.
Antecipadamente grato,
Vitor Veiga
Boas tardes.
Apresenta-nos a situação de uma possível substituição de um esquentador a gás butano, para um agregado familiar de 2 pessoas, numa zona sem cobertura por gás natural. Idealmente, a solução ambientalmente mais consciente – e aquela que conduzirá a custos energéticos mais baixos – passará pela instalação de um sistema solar térmico (termossifão) e em que poderá manter o esquentador a gás butano como sistema de apoio ao sistema solar térmico – relembramos que o sistema solar térmico deverá providenciar cerca de 70% das necessidades de água quente sanitária (AQS) enquanto, neste caso, os restantes 30% ficarão a cargo do esquentador. Nesta solução, terá de verificar se tem viabilidade técnica para instalação do sistema solar termossifão (telhado com correta orientação e inclinação) ou se terá de recorrer a estruturas de instalação. Depois, deve verificar se o esquentador é termostático e compatível com utilização em sistemas solares – poderá ter que o substituir ou instalar um módulo solar. Para duas pessoas, um sistema solar térmico termossifão de 150 litros será suficiente. Mas prepare-se para investir nesta solução algum dinheiro – na casa dos 1.500€ (ou mais, com a instalação e integração do termossifão no sistema da casa de produção de AQS).
Por estes valores de investimento, poderá optar por uma bomba de calor mural de 100 litros de capacidade. Conseguirá com esta solução custos energéticos muito baixos e, tal como na solução anterior, deverão alinhar o prazo de retorno de investimento para períodos entre os 5 a 10 anos.
O termoacumulador elétrico convencional é uma solução que implicará um investimento inicial mais baixo, é certo – na casa dos 150 a 250 euros, para capacidades de 100 ou mais litros, mesmo que existam modelos de 80 litros a preços mais baixos. No entanto, esta solução apresenta custos com a energia bastante significativos, nomeadamente se forem utilizados em tarifas elétricas planas. E sim, regra geral podem requerer que se aumente a potência contratada – mas aconselhamos que experimente primeiro durante algum tempo e verifique se o aumento de potência é absolutamente necessário ou se, com alguns ajustes, consegue operar todos os eletrodomésticos (o problema é o que tem ligado ao mesmo tempo) com os 3,45KVA.
Contudo, na edição de Julho da Proteste, apresentámos uma solução que nos parece ser ideal para a sua situação: o ARISTON LYDOS HYBRID. É uma bomba de calor com apoio elétrico de 80 litros (existe também uma versão de 100 litros de capacidade) e conseguimos, no mesmo cenário de utilização, poupanças em cinco anos de 788€ e em 10 anos de mais de 1916€ quando comparado com o esquentador a gás butano. Ou seja, mesmo sendo um equipamento um pouco mais caro quando comparado, por exemplo, com o esquentador a gás butano, ao fim do 3º ano de utilização o ARISTON LYDOS HYBRID apresenta já menores custos de utilização totais face ao esquentador a gás butano.
Claro está que estas análises baseiam-se em cenários em que se compara a compra dos equipamentos de todas as soluções – que não é o seu caso, pois o seu esquentador já foi devidamente amortizado. Relembramos que um esquentador a gás, bem instalado (quer a parte da alimentação do gás, quer a parte da exaustão dos gases de combustão) e devidamente mantido (devem ser revistos com alguma periodicidade – por exemplo, uma vez de dois em dois anos) é um aparelho seguro. Mas se de facto quiser avançar para a sua substituição – por exemplo, por apresentar já bastantes anos de uso – recomendamos numa primeira aproximação o sistema solar térmico do tipo termossifão (mantendo ainda o esquentador como apoio). Como alternativa “menos complexa”, verifique o ARISTON LYDOS HYBRID que é uma recomendação nossa para cenários de utilização como o seu.
Sem mais de momento, agradecemos a atenção despendida e colocamo-nos inteiramente à sua disposição para o esclarecimento de dúvidas adicionais.
Cordialmente, Ricardo Pereira
Olá a todos,
Tenho uma situação parecida. Por enquanto somos 2 cá em casa, com perspectivas de um filho. Uso gás propano para aquecer água para o banho e no fogão. Praticamente só cozinhamos os jantares. No último ano gastamos em média 23€ por mês em gás. O forno é elétrico. Gastámos em média 28€ por mês de electricidade em 2019. O esquentador já tem uns 15 anos e está a dar sinais de precisar ser substituído. Está a pingar água e amanhã vem o técnico ver o que se passa. Neste caso não sei bem qual seria a melhor hipótese. Gosto do facto do esquentador permitir banhos a qualquer hora, muitas vezes tomamos banho às onze, meia noite. Já tive termoacumulador em casa dos meus pais e tínhamos sempre que esperar 30/45 minutos. Acho que é um desperdício. A solução solar não sei se permite esta liberdade de uso. Penso que posso investir em painéis e depois não tirar o devido proveito. Com o gás em 5 minutos tomamos um duche e ficamos despachados. A solução Ariston não sei bem como funciona. Imagino que fica horas a aquecer até atingir a temperatura pretendida e que não basta ligar e tomar banho a qualquer hora. Mas o facto é que nos testes representa uma poupança em relação ao gás.
Obrigado desde já pelos vossos comentários.
Cumprimentos,
Filipe Sousa
Vejo que para o Orçamento de Estado para 2020 está em discussão a
dedução de até 1.000 euros em IRS para aquisição, pelas famílias, de unidades de produção renovável para autoconsumo e de sistemas de aquecimento eficiente:
www.google.pt/.../amp
Olá Filipe,
Estamos a preparar a resposta à sua questão e publicaremos logo que possível.
Enquanto o fazemos, convidamos os membros desta comunidade a partilhar sugestões e experiências sobre este tópico. As vossas informações podem ser úteis para outros consumidores!
Obrigada,
Equipa Energias Renováveis
Olá, Sílvia. Obrigado pela atenção. O técnico já veio ver o esquentador, mas em principio não vai conseguir consertá-lo. Trata-se de um Oli Templamatic 10.000 e parece que vai ser difícil encontrar material para o mesmo.
A minha primeira ideia é substituir o esquentador por um novo, termostático para gastar apenas o gás necessário para aquecer a água até a temperatura desejada e compatível com um sistema solar de termossifão, que se não for instalado para já, que o seja quando for possível.
Mas de qualquer maneira vou ficar à espera da vossa resposta e da vossa ajuda. E da resposta definitiva do técnico que ainda está à procura de material para o esquentador.
Muito obrigado.
Olá Filipe,
Agradecemos a sua questão e pedimos desculpa pela demora na resposta.
A solução de esquentador a propano é dispendiosa por cada kWh produzido. Analisando os seus consumos, seriam 275€/ano em propano.
Caso invista, por exemplo, 1500€ + instalações + manutenções num sistema solar térmico (termossifão 150L) terá sempre que optar por um sistema de apoio e face à probabilidade de o seu atual esquentador vir a avariar num curto espaço de tempo, a sua substituição também terá que ser realizada.
Deve então avaliar o retorno que terá caso pretenda substituir a fonte de produção de calor. Com um sistema solar térmico irá poupar (se mantiver os mesmos consumos descritos) até 200€/ano, ou seja, terá retorno em cerca de 8 anos (contas arredondadas).
A Ariston Lydos como refere aquece a água com recurso a tecnologia de bomba de calor demorando algum tempo (horas) para aquecer, mas se
for devidamente configurada a nível de horários possibilitará grande eficiência e disponibilidade de água quente sempre que desejar.
Esta solução tem também incorporada uma resistência para que em casos excepcionais a faça actuar para aquecimento da água e de forma mais rápida. 80L é a capacidade suficiente para 2 banhos de 5 min e irá poupar ao final do mês face ao propano. Esta solução para além de ser muito competitiva energeticamente tem um investimento pouco mais elevado que um esquentador e muito mais barato que um sistema solar térmico.
Esperamos ter ajudado, caso tenha alguma questão adicional, disponha.
Obrigado,
Equipa Energias Renováveis
Boa tarde,
Efetivamente existem esquentadores elétricos, mas são altamente desaconselhados por praticamente toda a gente.
Um esquentador é, por definição, um aparelho para aquecimento instantâneo de água e necessita sempre de potências compatíveis com o caudal de água que pretende aquecer.
Os esquentadores a gás são denominados em função do número de litros por minuto que conseguem elevar a temperatura em 25ºC ou seja, um esquentador de 11 litros por minuto consegue fornecer um caudal de 11 litros por minuto elevando a temperatura da água em 25ºC em relação à temperatura de entrada.
Um aparelho destes disponibiliza uma potência de cerca de 18 kW queimando gás. Se pretender um aparelho com características semelhantes mas elétrico, a potência tem que ser a mesma ou seja, 18 kW, normalmente só possíveis com corrente trifásica.
O seu quadro elétrico é compatível com esta potência?
Melhores cumprimentos,
João Silva
Obrigado João Silva pelo esclarecimento
Pretendo saber a opinião da DECO sobre a segurança e eficiência dos esquentadores eléctricos