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Voos: reembolso pela bagagem de mão

A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.

Reclamações recentes

A. C.
Hoje

Devolução

Exmos. Senhores, A 02/01/2026 comprei-vos um artigo, através do vosso site, umas sapatilhas - Adidas Samba OG White Burgundy Gum, por 120,00€. A referência da encomenda é #8757. Em 15/01/2026, portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato. Desde já reforço que tentei entrar diversas vezes em contacto com a vossa empresa (via WhatsApp e email) e não obtive qualquer resposta), o que me faz manter a minha decisão. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei (com a máxima brevidade) ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Em curso
D. R.
14/01/2026
MO

Reembolso Não Efetuado (mais uma vez)

Exmos. Relativo à minha encomenda número: 0603192164, onde não tiveram o artigo do pijama, homem azul (80814602). Escreveram que me devolviam o dinheiro do respetivo artigo no prazo máximo de dois dias. Já passaram dez dias e dinheiro nem vê-lo. Gostava de saber o que se passa? Pois tenho uma experiência de devoluções com vocês onde só pagam quando se reclama e sempre com a mesma desculpa esfarrapada. Esta vossa politica é vergonhosa. Tenham mais respeito pelo cliente. Cumprimentos, o vosso cliente, D.

Em curso
D. N.
14/01/2026

Apoio ao cliente inexistente / tentativa de devolução sem seguimento por parte do vendedor

Iniciei a minha reclamação em Agosto de 2025 porque recebi um colchão Emma que não fiquei satisfeita (desconfortável e molas visíveis na lateral) e apesar de ser muito difícil contactar o apoio ao cliente da companhia de colchões , consegui realizar contacto ao fim de 2 semanas de tentativas. Garantiram que estava tudo tratado porque estava nas 100 noites de teste. Até agora não resolveram a situação e quando envio mails para a companhia de colchões nunca respondem. Esta semana consegui finalmente que o responsável pela companhia dos colchões atendesse o telefone e foi muito desagradável na chamada e até referiu que “nem me devia ter atendido a chamada”, sendo que eu nesta chamada apenas pedi informações de como estava a situação da devolução e que não tenho conseguido respostas via mail. O responsável respondeu que não pode resolver a situação e que o assunto tem de ser a Emma a tratar, no entanto este colchão foi comprado através da companhia dos colchões!

Em curso
M. M.
14/01/2026

Faturas em falta

Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato n.º1915054, comuniquei-vos já em momento anterior o facto de não receber faturas desde 13/10/2025. Reforço o meu pedido e informo, desde já, que irei invocar a prescrição, prevista na lei para os fornecimentos com mais 6 meses, caso tal seja aplicável. Solicito ainda que, tratando-se de uma falha vossa, me apresentem a possibilidade de um plano de pagamentos, por forma a minimizar os efeitos no meu orçamento familiar. Cumprimentos.

Em curso
A. S.
14/01/2026

Reclamação por omissão de resposta e prejuízo causado

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra o Instituto da Segurança Social, I.P., devido à falta de resposta e omissão administrativa relativamente às comunicações que efetuei através da Segurança Social Direta. No dia 28/11/2025, comuniquei atempadamente a cessação do meu contrato de trabalho ocorrida em 27/11/2025, durante o período experimental, sem prestação efetiva de trabalho nem pagamento de qualquer remuneração. As mensagens foram visualizadas pela Segurança Social, tendo permanecido em estado “em análise” durante várias semanas, sem qualquer resposta. Entretanto, a entidade empregadora comunicou inicialmente dados incorretos à Segurança Social, situação que foi posteriormente corrigida, encontrando-se atualmente a data correta de cessação registada no sistema. Apesar disso, a ausência de resposta da Segurança Social e a demora injustificada na apreciação da situação contribuíram para a suspensão indevida do meu subsídio de desemprego durante o mês de dezembro, período em que fiquei sem qualquer fonte de rendimento, sofrendo prejuízo financeiro significativo. Saliento que atuei sempre de forma diligente e dentro dos prazos legais, não sendo o atraso nem o prejuízo imputáveis a mim, mas sim à atuação da entidade empregadora e à omissão de resposta por parte da Segurança Social. Solicito, assim, a apreciação urgente da situação, a reposição do pagamento do subsídio de desemprego referente ao período indevidamente suspenso e a adoção de medidas para evitar que situações semelhantes se repitam.

Em curso