Notícias

Os melhores equipamentos para a escola à distância

Com milhares de alunos agarrados ao ecrã, peneirámos os nossos comparadores à procura de portáteis, tablets e impressoras com qualidade entre o aceitável e o bom, a um preço amigo do orçamento.

  • Dossiê técnico
  • João Miguens, José Almeida, Pedro Mendes, Sofia Costa e Susana Pereira
  • Texto
  • Inês Lourinho
15 maio 2020
  • Dossiê técnico
  • João Miguens, José Almeida, Pedro Mendes, Sofia Costa e Susana Pereira
  • Texto
  • Inês Lourinho
Criança a estudar em casa num computador portátil

iStock

Em tempos moldados pelos humores do coronavírus, também a escola se refugiou em casa. Smartphone, tablet, computador ou televisão têm sido usados para estabelecer ligação entre professores e alunos.

As plataformas digitais têm ainda sido preciosos auxiliares no estudo. Preparar textos ou tabelas, digitalizar ou fotografar trabalhos e até filmar exercícios de ginástica, tudo para enviar, na contrapartida de uma avaliação, passou a ser o dia-a-dia de milhares de estudantes de todos os graus de ensino.

Peneirámos, por isso, os nossos comparadores de equipamentos tecnológicos, à procura dos aparelhos com o título de Escolha Acertada ou de Mais em Conta. Porque não faz sentido entregar a uma criança um aparelho de milhares de euros. E porque os tempos não estão amigos de muitos orçamentos familiares. As nossas recomendações levam ainda em conta o grau de complexidade das tarefas exigidas aos alunos.

Para explorar outras opções, nada como espreitar os nossos comparadores de portáteis e tablets.

Ecrã generoso, uso facilitado

A mais-valia das tecnologias digitais era já inegável no mundo pré-quarentena. A rapidez na pesquisa de conteúdos e o acesso a informação interativa tornam o ensino mais intuitivo e contribuem para a motivação dos alunos. Um ecrã suficientemente grande, para uma visualização confortável, e facilidade na utilização dos equipamentos são características essenciais. Por isso, selecionámos diagonais generosas, tanto para portáteis (14 polegadas), como para tablets (10 polegadas ou superior). Os equipamentos indicados, de uma maneira geral, são descomplicados no uso. Já a autonomia da bateria não será um problema em casa, mas, se quiser usar o aparelho também no pós-confinamento, o mais avisado será optar por soluções com bom desempenho neste aspeto.

E o que escolher? Portátil ou tablet? Depende do tipo de tarefas e da fasquia financeira até onde puder ir. Nos portáteis, pode conseguir um preço mais baixo escolhendo um aparelho com menor capacidade de processamento. Esta redução de qualidade não será um obstáculo, se ao aluno não forem atribuídas tarefas exigentes, como a edição de vídeo ou o trabalho com software avançado (por exemplo, de programação ou de estatística). Nesse caso, sim, um aparelho com coração mais resistente será necessário.

Se o preço de um portátil, pouco sofisticado que seja, continuar inatingível, e os trabalhos a executar forem simples, a escolha pode passar por um tablet. As Escolhas Acertadas têm capacidade de processamento aceitável e preço a começar nos 174 a 200 euros. Mais barato ainda? Terá de deixar de lado um pouco mais de desempenho, e optar por um aparelho com o título de Mais em Conta, acessível a partir de 90 euros. Os resultados são modestos, mas suficientes para os alunos do ensino básico, que usam o aparelho sobretudo para consultar os ficheiros que os professores enviam e fotografar os trabalhos para devolver. Mais: as escolas têm adotado plataformas como Microsoft Teams, Zoom, Skype e Moodle, que podem ser perfeitamente acedidas a partir de um vulgar tablet.

Escolha consoante a exigência das tarefas

Os alunos do ensino básico, no geral, não precisam de um aparelho topo de gama, com preço exorbitante, mas de um equipamento que lhes permita executar trabalhos mais simples. Se os pais não quiserem investir num portátil, podem optar por um tablet, que também cumpre.

Precisam de um aparelho com ligação à net, que sirva para ler e enviar e-mails. Também deve ser uma porta de entrada em plataformas colaborativas, como o Moodle e o Google Classroom, e permitir o armazenamento e a partilha de ficheiros na cloud (Google Drive e Dropbox).

Deve igualmente dar acesso a aulas online e a videoconferências, por exemplo, via apps Microsoft Teams, Skype e Zoom. E deve permitir a visualização de fotos e vídeo. Por fim, deve possibilitar a leitura e o trabalho em documentos do Office (Word, Excel e Powerpoint).

No caso do ensino secundário e universitário, impõe-se uma máquina mais sofisticada. Os tablets tradicionais não são a solução mais indicada, embora possam resolver necessidades pontuais.

Também aqui será preciso um aparelho com ligação à net, para ler e enviar e-mails, permitir o acesso a plataformas colaborativas e fazer o armazenamento e a partilha de ficheiros na cloud, um equipamento que permita assistir a aulas online e a videoconferências e que dê a possibilidade de trabalhar em documentos do Office.

Mas, dependendo da área de ensino ou do curso, o aluno pode precisar de um portátil que, além da visualização de fotos e vídeos, permita fazer edição avançada de imagem, desenho e ilustração digital, e usar software sofisticado (programação, estatística, etc.).

Faça login no site para continuar a ler o artigo e saber quais os portáteis, os tablets e as impressoras que recomendamos para a escola à distância. 

Se ainda não tem conta no site, clique no botão abaixo para se registar e conhecer todas as vantagens.

Junte-se à maior organização de consumidores portuguesa

Num Mundo complexo e com informação por vezes contraditória, a DECO PROTESTE é o sítio certo para refletir e agir.

  • A nossa missão exige independência face aos poderes políticos e económicos. 
  • Testamos e analisamos uma grande variedade de produtos para garantir que a escolha dos consumidores se baseia em informação rigorosa. 
  • Tornamos o dia-a-dia dos consumidores mais fácil e seguro. Desde uma simples viagem de elevador ou um desconto que usamos todos os dias até decisões tão importantes como a compra de casa.
  • Lutamos por práticas de mercado mais justas. Muitas vezes, o País muda com o trabalho que fazemos junto das autoridades e das empresas. 
  • Queremos consumidores mais informados, participativos e exigentes, através da informação que publicamos ou de um contacto personalizado com o nosso serviço de apoio.

A independência da DECO PROTESTE é garantida pela sustentabilidade económica da sua atividade. Manter esta estrutura profissional a funcionar para levar até si um serviço de qualidade exige uma vasta equipa especializada.

Faça parte desta comunidade. Registe-se para conhecer todas as vantagens, sem compromisso. Subscreva em qualquer momento.

 

Junte-se a nós


 

 

O conteúdo deste artigo pode ser reproduzido para fins não-comerciais com o consentimento expresso da DECO PROTESTE, com indicação da fonte e ligação para esta página. Ver Termos e Condições.