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Os melhores equipamentos para a escola à distância

Se tiver de voltar ao ensino à distância, tem o equipamento de que precisa? Saiba como escolher tablets, portáteis e impressoras.

 

  • Dossiê técnico
  • João Miguens, José Almeida, Pedro Mendes, Sofia Costa e Susana Pereira
  • Texto
  • Inês Lourinho
10 setembro 2020
  • Dossiê técnico
  • João Miguens, José Almeida, Pedro Mendes, Sofia Costa e Susana Pereira
  • Texto
  • Inês Lourinho
Criança a estudar em casa num computador portátil

iStock

Quando a escola se refugiou em casa, smartphone, tablet, computador ou televisão foram usados para estabelecer ligação entre professores e alunos. As plataformas digitais têm sido preciosos auxiliares no estudo. Preparar textos ou tabelas, digitalizar ou fotografar trabalhos e até filmar exercícios de ginástica, tudo para enviar, na contrapartida de uma avaliação, passou a ser o dia-a-dia de milhares de estudantes de todos os graus de ensino.

Porque temos de estar preparados para a possibilidade de voltar ao ensino à distância, peneirámos os nossos comparadores de tabletsportáteis e impressoras, à procura dos aparelhos com o título de Escolha Acertada ou de Mais em Conta. Não faz sentido entregar a uma criança um aparelho de milhares de euros, até porque os tempos não estão amigos de muitos orçamentos familiares.

Ecrã generoso facilita uso de tablet ou portátil

A mais-valia das tecnologias digitais era já inegável no mundo pré-pandemia. A rapidez na pesquisa de conteúdos e o acesso a informação interativa tornam o ensino mais intuitivo e contribuem para a motivação dos alunos. Um ecrã suficientemente grande, para uma visualização confortável, e facilidade na utilização dos equipamentos são características essenciais. Os equipamentos indicados, de uma maneira geral, são descomplicados no uso. Já a autonomia da bateria não será um problema em casa, mas o mais avisado será optar por soluções com bom desempenho neste aspeto.

E o que escolher? Portátil ou tablet? Depende do tipo de tarefas e da fasquia financeira até onde puder ir. Nos portáteis, pode conseguir um preço mais baixo escolhendo um aparelho com menor capacidade de processamento. Esta redução de qualidade não será um obstáculo, se ao aluno não forem atribuídas tarefas exigentes, como a edição de vídeo ou o trabalho com software avançado (por exemplo, de programação ou de estatística). Nesse caso, sim, um aparelho com coração mais resistente será necessário.

Se o preço de um portátil, pouco sofisticado que seja, continuar inatingível, e os trabalhos a executar forem simples, a escolha pode passar por um tablet. As Escolhas Acertadas têm capacidade de processamento aceitável. Se puder deixar de lado um pouco mais de desempenho, espreite o que recebeu o título de Mais em Conta. Os resultados são modestos, mas suficientes para os alunos do ensino básico, que usam o aparelho sobretudo para consultar os ficheiros que os professores enviam e fotografar os trabalhos para devolver. Mais: as escolas têm adotado plataformas como Microsoft Teams, Zoom, Skype e Moodle, que podem ser perfeitamente acedidas a partir de um vulgar tablet.

Escolha consoante a exigência das tarefas

Os alunos do ensino básico, no geral, não precisam de um aparelho topo de gama, com preço exorbitante, mas de um equipamento que lhes permita executar trabalhos mais simples. Se os pais não quiserem investir num portátil, podem optar por um tablet, que também cumpre.

Precisam de um aparelho com ligação à net, que sirva para ler e enviar e-mails. Também deve ser uma porta de entrada em plataformas colaborativas, como o Moodle e o Google Classroom, e permitir o armazenamento e a partilha de ficheiros na cloud (Google Drive e Dropbox). Deve igualmente dar acesso a aulas online e a videoconferências, por exemplo, via apps Microsoft Teams, Skype e Zoom. E deve permitir a visualização de fotos e vídeo. Por fim, deve possibilitar a leitura e o trabalho em documentos do Office (Word, Excel e Powerpoint).

No caso do ensino secundário e universitário, impõe-se uma máquina mais sofisticada. Os tablets tradicionais não são a solução mais indicada, embora possam resolver necessidades pontuais.

Também aqui será preciso um aparelho com ligação à net, para ler e enviar e-mails, permitir o acesso a plataformas colaborativas e fazer o armazenamento e a partilha de ficheiros na cloud, um equipamento que permita assistir a aulas online e a videoconferências e que dê a possibilidade de trabalhar em documentos do Office.

Mas, dependendo da área de ensino ou do curso, o aluno pode precisar de um portátil que, além da visualização de fotos e vídeos, permita fazer edição avançada de imagem, desenho e ilustração digital, e usar software sofisticado (programação, estatística, etc.).

Seja em casa ou na universidade, o wi-fi é quase uma garantia. Por isso, opte apenas por equipamentos com ligação de dados, se precisar de uma conexão permanente, fora de locais com acesso ao wi-fi. Para uma necessidade pontual, pode partilhar os dados móveis através do smartphone: evita a contratação de mais um serviço para aceder à internet.

A nossa seleção de portáteis

MICROSOFT SURFACE GO 2
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 352,74

A nossa seleção de tablets

MICROSOFT SURFACE GO 2 64GB 4GB RAM PENTIUM 4425Y
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 466,59
SAMSUNG GALAXY TAB A 2019 (WI-FI) 32 GB
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 168,92
LENOVO TAB M10 (32GB)
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 159,90
HUAWEI MEDIAPAD T5 (32GB)
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 157,56

O nosso top de impressoras multifunções a cores

Se vários elementos da família estiverem a trabalhar em casa, será útil partilhar a impressora com mais do que um computador, tablet ou smartphone. Os modelos recomendados são muito fáceis de configurar e utilizar através da rede doméstica wi-fi. Uma vantagem, quando é preciso digitalizar trabalhos a partir de vários dispositivos para enviar por e-mail aos professores.

Fáceis de instalar e de utilizar, as impressoras que sugerimos são compatíveis com o Windows e com o MacOS. Ambas têm bom desempenho e custos de tinta abaixo da média, para uma utilização doméstica.

A nossa seleção de impressoras

CANON PIXMA MG3650S
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 52,05

 

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