Como testamos

Protetores solares: como testamos

SPF30

Testamos em laboratório protetores solares com fator de proteção 50+ e 30, sendo este o mínimo recomendado pela Direção-Geral da Saúde. Saiba como testamos.

O protetor solar protege a pele das radiações, quando anda ao ar livre. A Direção-Geral da Saúde recomenda o uso de um produto com, no mínimo, fator de proteção solar (FPS) 30. Nos nossos testes, verificamos vários parâmetros para escolher os melhores protetores solares.

Eficácia verificada

Verificamos o fator de proteção solar (FPS ou SPF), que define a capacidade de o produto bloquear os raios ultravioleta do tipo B, e também a proteção contra a radiação ultravioleta do tipo A (UVA).

Para testar o fator de proteção contra os raios UVB, aplicamos os produtos nas costas de voluntários. Simulamos a exposição à radiação em zonas da pele com e sem protetor, através de uma máquina que simula a luz solar. Observamos os resultados 24 horas depois da exposição.

Para o teste de proteção contra os raios UVA, espalhamos os produtos numa placa, que expomos a uma quantidade controlada de radiação.

Ambos os testes são realizados de acordo com as normas da Organização Internacional de Normalização (ISO): ISO 24444:2019 – Sun protection test methods – In vivo determination of the sun protection factor (SPF) e ISO 24443:2012 Determination of sunscreen UVA photoprotection in vitro.

Teste de utilização avalia características

Completamos os resultados do laboratório com um teste de uso em sala de provas.

Todos os produtos foram descaracterizados e mantidos nas embalagens originais, de modo que os utilizadores não pudessem identificar a marca. Cada produto foi testado por 30 voluntárias. Consistência, odor, aplicação e absorção foram alguns dos aspetos analisados.

Análise à rotulagem

Verificamos se os fabricantes incluem na embalagem informações obrigatórias, como o contacto do fabricante, importador ou distribuidor, a durabilidade, a lista de ingredientes e precauções no uso. Além disso, examinamos as alegações. Indicar, por exemplo, a ausência de parabenos corresponde a uma alegação interdita.

Como avaliamos o impacto ambiental dos protetores

Quanto ao impacto ambiental, a nossa análise é abrangente. Verificamos a quantidade de protetor que fica na garrafa ou bisnaga (ou seja, a quantidade de produto que é desperdiçado), o tamanho da embalagem primária para o volume de produto, o eventual uso de uma (inútil) caixa de cartão e o impacto negativo no ambiente dos ingredientes utilizados na formulação, nomeadamente a presença de microplásticos.

 

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