Reclamações públicas

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Médis - Má informação e incompetência

A minha reclamação prende-se com a qualidade dos serviços da Médis para com a minha mulher, de cuja apólice de seguro eu sou titular.Dia 7/12/2018, na clínica CUF Cascais, tendo-lhe sido pedida uma endoscopia por parte da médica gastroenterologista, a minha mulher perguntou na recepção quais seriam os valores a pagar (com e sem anestesia).Apenas souberam dizer os valores de tabela, afirmando desconhecer qual seria a comparticipação da Médis e que tal informação só poderia ser dada pela seguradora. Ainda nesse dia, a minha mulher ligou para o número de apoio da seguradora, onde, de início, o operador não queria dar valores, com a desculpa de que «não sabia quais os preços praticados pela CUF Cascais».Após alguma insistência, lá adiantou que o valor máximo de uma endoscopia com anestesia seria de 180 euros, dos quais a minha mulher teria que pagar apenas 10% (o que daria uma quantia de 18 euros).O operador fez uma pausa para confirmar a questão da franquia e sublinhou que, como a franquia já estava paga, a minha mulher só teria que pagar 10% dos 180 euros.Dia 10/12/2018, a minha mulher foi fazer a endoscopia com anestesia, no valor de 180 euros, uma vez que tinha sido informada que só pagaria 10% dessa quantia. Caso assim não fosse, teria optado pela endoscopia sem anestesia (no valor de 70 euros).Feito o exame, a senhora da recepção informa a minha mulher de que terá que pagar um total de 318 euros, uma vez que o plafond tinha esgotado, acrescentando que só o valor da sedação era de 200 euros.De imediato, a minha mulher ligou de novo para os serviços da Médis, tendo obtido como única resposta: «apresente uma reclamação por e-mail».A nossa grande questão: por que razão não foi a minha mulher informada pelo operador telefónico de que já não tinha plafond?Estando ele na posse de todos os dados relativos ao seguro da minha mulher, tendo até confirmado a questão da franquia, como se justifica que não a tenha informado de imediato que ela teria que fazer o exame sem qualquer comparticipação por parte da Médis, uma vez que o plafond estava esgotado?Era da inteira responsabilidade da Médis informar a minha mulher relativamente a essa situação, pois se tal tivesse acontecido (como seria natural e expectável) ela teria optado por fazer a endoscopia sem anestesia, no valor de 70 euros, em vez de fazer um exame muito mais caro com sedação.Ao ligar-se para a linha de apoio da Médis, pode ouvir-se que «para sua segurança esta chamada será gravada».Sendo assim, basta escutar a gravação de todas as conversas envolvendo a minha mulher para se perceber que ela não foi informada convenientemente e de uma forma clara. Este facto originou uma despesa que apenas aconteceu por manifesta incompetência por parte da Médis.

Resolvida

Reclamação e Exposição ao Processo Clínico GUX058802

Exmos Senhores,Sou cliente Médis nos cartões 238013912-00 e 226570249-00 com o NIF 256570183. Sou cliente desta instituição há mais de 2 anos.tórico.Venho por este meio pedir a vossa atenção e ajuda no processo clínico supra mencionado.Este processo refere-se a uma pré-autorização no seguimento de uma cirurgia e internamento efetuados em episódio de urgência hospitalar no passado dia 3 de Fevereiro de 2016.Passo agora a explicar os factos, o contexto e a razão do meu email ao vosso departamento:Dia 3 de Fevereiro, quarta-feira, dirigi-me ao Hospital CUF Descobertas a fim de realizar uma consulta de urologia com o Dr. Real Dias. O mesmo, encaminhou-me rapidamente para os exames de Raio X e Ecografia, que realizei na mesma instituição. Após análise, verificou-se que o meu rim estava em insuficiência renal devido a um cálculo com mais de 10mm localizado junto à bexiga. O rim estava dilatado e uma vez que esta situação se arrastava há mais de 30 dias o médico encaminhou-me para a operação de urgência.Antes de realizar esta operação, juntamente com o médico da especialidade e gestor clínico da instituição CUF Descobertas, decidi ligar para a linha de atendimento de forma a explicar a minha situação e validar todas as especificações das duas apólices que tenho com a Médis. O meu objetivo era ter a certeza que reunia todas as condições para fazer a intervenção ali, na CUF, naquele dia, ou de outra forma teria de encontrar outra alternativa. O telefonema foi feito em alta voz e por várias vezes questionei se não havia entrave nenhum à realização da operação e internamento com as minhas duas apólices, naquele dia, naquela instituição, uma vez que qualquer situação que comprometesse a sua validação e a comparticipação do ato médico por parte da Médis, iria fazer com que eu recusasse fazer a intervenção ali, naquelas instalações e teria de dirigir-me a outras, onde os custos fossem mais acessíveis e possíveis de serem suportados por mim na íntegra. Tudo isto foi explicado ao operador que me disse deliberadamente que não havia problema nenhum, que inclusive, poderia usar qualquer um dos meus cartões uma vez que se tratava de uma urgência e que para efeitos de internamento e hospitalização, qualquer um dos cartões era válido. A chamada foi desligada e eu mesmo assim liguei mais três vezes para falar com diferentes operadores e dissipar as duvidas da melhor forma - todos me disseram o mesmo. No total deste dia foram quatro, o número de telefonema realizados pelo meu número (916816614) para a vossa linha de atendimento.Queiram compreender que a única forma de ter acesso a toda esta informação da forma mais rápida e fidedigna era ligar para o vosso serviço de atendimento pelo telefone - dada também a situação de urgência, esta verificou-se para mim, ser a forma mais rápida. Ao mesmo tempo que, quando no dia 3 de Fevereiro sai de casa e me dirigi às instalações da CUF, não estava à espera de ser operado de urgência e por isso nem sequer trazia comigo informações da apólice quanto a valores, coberturas, etc - esta informação preferi validá-la convosco, em tempo real, por telefone. E foi isso exatamente aquilo que eu fiz.O resultado da pré autorização indicou que a Médis não irá comparticipar a despesa devido ao período de carência do meu cartão 23801391200 terminar apenas a dia 15 Fevereiro (12 dias antes de dia 3, dia da operação, ou seja, uma diferença de cerca de 10% quando comparado com o tempo integral deste período de carência, que afinal são 90 dias).Pois bem, o que aconteceu foi que mesmo após ter enviado email explicando esta situação, a Médis respondeu negativamente e por isso peço que tomem uma posição junto deste operador de saúde, cujas respostas às minhas perguntas no dia 3 de Fevereiro foram insuficientes, inapropriadas, erróneas, e que efetivamente me levaram a cometer um erro que agora não poderei pagar. O custo total da intervenção foi de €2.471,22 (valor confirmado pela CUF Descobertas) o que é muito diferente de €200 ou de €500, pelo menos para a minha carteira. Foi por um valor até €500 que aceitei ter efetuado a intervenção de imediato naquela instituição e consoante vossas várias validações, de outra forma, e mais uma vez reitero, não o teria feito, pois não tenho condições financeiras para o fazer.Dado o exposto em cima, fico a aguardar o vosso feedback relativamente à situação do processo GUX058802, de forma a conseguir gerir esta situação sem prejuízos. Obrigado,

Encerrada

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