Reclamações públicas

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F. M.
04/10/2026

Preço de tarifário extremamente alto

Venho mostrar a minha insatisfação com a empresa Vodafone, a qual sou cliente a mais de sete anos, no último contrato que foi feito por minha esposa, a Vodafone vendeu um plano com valores altíssimos comparados ao mercado, foi feita diversas reclamações e tentativas de mudança de tarifário, a resposta e sempre a mesma, "você tem fidelização", estamos a pagar cerca de 1200€ anuais por serviços básicos como dados móveis e wi-fi, gostaria de receber um posicionamento da empresa Vodafone, pois já tentamos muitas vezes alterar os serviços e não obtivemos sucesso.

Em curso
J. T.
30/09/2026

Fidelização Forçada por parte da Vodafone

Assunto: Reclamação formal – Falhas continuadas do serviço desde 10/09/2026 e pedido de resolução do contrato Exmos. Senhores, No dia 10 de setembro de 2026 mudei o meu serviço de telecomunicações para a Vodafone. Desde o primeiro dia da instalação/ativação que o serviço nunca apresentou a qualidade e estabilidade esperadas, tendo enfrentado problemas de funcionamento que se mantêm até à presente data. Entre os problemas verificados encontram-se, nomeadamente: problemas de qualidade e estabilidade da ligação à Internet; velocidades inferiores às esperadas para o serviço contratado, conforme testes realizados; problemas no serviço de televisão; a luz CATV do equipamento apresenta-se vermelha e intermitente; dificuldades e interrupções que afetam a utilização normal dos serviços; problemas com equipamentos e serviços que dependem da ligação à Internet, após a mudança de operador. Estas situações foram comunicadas à Vodafone e, apesar dos contactos e tentativas de resolução, o problema não ficou devidamente solucionado. Considero particularmente relevante o facto de os problemas existirem desde 10/09/2026, ou seja, praticamente desde o início da prestação do serviço, e não se tratar de uma simples decisão de desistência do contrato. Por esse motivo, não aceito que o meu pedido seja simplesmente recusado com o argumento de que já terminou o prazo de 14 dias. Solicito que a Vodafone proceda à análise de todo o histórico de avarias, contactos e reclamações associados ao meu serviço desde 10/09/2026, bem como dos períodos em que o serviço apresentou problemas. Face à persistência das falhas, solicito a resolução do contrato sem aplicação de penalização por fidelização, caso se confirme o incumprimento das condições de prestação e qualidade do serviço contratado. Solicito ainda: A análise técnica e contratual da situação; A identificação de todas as avarias/reclamações registadas desde 10/09/2026; A resolução do contrato sem penalização, caso se confirme o incumprimento; A indicação, por escrito, da fundamentação legal e contratual caso a Vodafone mantenha a recusa; A confirmação de que não serão cobrados encargos de fidelização caso a resolução seja devida por incumprimento da prestação do serviço. Caso a situação não seja resolvida, reservarei o direito de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor e aos mecanismos de resolução de litígios aplicáveis às comunicações eletrónicas. Aguardo resposta por escrito. Com os melhores cumprimentos, João Teixeira Data: 29/09/2026

Em curso
J. S.
29/09/2026

Incumprimento Contratual Grave, Prejuízos Patrimoniais Diretos, Violação dos Direitos do Consumidor

EXPOSIÇÃO DE RECLAMAÇÃO E DENÚNCIA FORMAL ASSUNTO: Incumprimento Contratual Grave, Prejuízos Patrimoniais Directos, Violação dos Direitos do Consumidor e Atendimento Abusivo Vem o abaixo-assinado expor, pela presente via e sob os mais rigorosos ditames da razoabilidade e do Direito, o quadro de reiterado e culposo incumprimento contratual perpetrado pela operadora Vodafone Portugal, o qual assume contornos de flagrante atropelo às garantias básicas e constitucionalmente tuteladas do consumidor. Desde o transato sábado, dia vinte e sete de setembro, o signatário encontra-se privado da totalidade dos serviços contratados integrantes do pacote "TV, Net e Voz". Esta privação assume uma gravidade extrema na medida em que exerço a minha atividade profissional sob o regime de teletrabalho, dependendo intrínseca, diária e impreterivelmente de uma ligação estável por fibra ótica para o desempenho das minhas funções e subsequente angariação do meu sustento e do da minha família. Confrontada com a paralisia do serviço, a Vodafone remeteu a calendarização do reparo técnico para o inacreditável dia seis de outubro, dilatando a privação por um período excessivo, desproporcional e absolutamente inadmissível à luz do dever de diligência que incumbe a um prestador de serviços essenciais. Perante esta manifesta perturbação, o signatário encetou múltiplos contactos através das linhas de apoio telefónico da operadora. Contudo, em vez da devida solicitude, deparei-me com uma sucessão de condutas deploráveis no atendimento remoto. Numa das chamadas telefónicas, a ligação foi-me sumariamente desligada sem que para tal tenha concorrido qualquer atitude indelicada ou intempestiva da minha parte. Em chamadas posteriores, os operadores limitaram-se a protelar a resolução, demonstrando total incapacidade para concretizar prazos e denegando categoricamente a transferência da chamada para um quadro superior da empresa, sob o argumento inacreditável de que tal se devia ao facto de já existir uma queixa aberta e de o caso ser urgente. Na tentativa esgotante de obter a resolução da avaria, dirigi-me a expensas próprias a um balcão presencial da Vodafone. Contudo, constatou-se que o procedimento padrão da operadora para estas situações se revela manifestamente inoperante e desfasado das necessidades do cliente, na medida em que a solução protocolar disponibilizada pela empresa passava por obrigar o consumidor a deslocar-se, novamente a seu próprio custo, até Viana do Castelo para recolher um "hotspot" temporário. Trata-se de uma alternativa absolutamente inócua prevista pelos procedimentos da Vodafone, porquanto uma ligação móvel temporária não substitui a estabilidade da rede de fibra ótica exigida para assegurar as minhas tarefas laborais. Os canais de suporte e o modelo de resposta da empresa pautam-se por uma ausência total de empatia operacional, funcionando à base de guiões pré-formatados e inflexíveis que se mostram alheados do impacto real que a falha do serviço provoca na vida do cidadão. Revela-se inaceitável que uma empresa da dimensão da Vodafone não disponha de equipas técnicas de piquete para responder a situações extraordinárias e urgentes. Para agravar o quadro de total desproteção, até à presente data e não obstante os reiterados pedidos, a operadora ainda não me forneceu qualquer documento comprovativo do registo da avaria, elemento imperativo para efeitos de justificação de faltas perante a entidade patronal, o que me coloca na eminência do incumprimento laboral e do consequente risco de perda de emprego. Atendendo a que já formalizei queixa no Livro de Reclamações Online, no Balcão Presencial e no Portal do Consumidor, reitero no presente fórum as minhas irrenunciáveis exigências. Exijo a dedução imediata e integral na fatura dos montantes correspondentes aos dias em que o serviço esteve indisponível ou prestado de forma defeituosa, nos termos do regime legal aplicável à prestação de serviços públicos essenciais. Exijo igualmente a emissão e envio imediato de declaração oficial idónea que ateste a avaria na infraestrutura de fibra ótica no período compreendido entre vinte e sete de setembro e a data da sua efetiva reparação, destinada à justificação formal de ausências laborais. Por fim, exijo a reparação financeira pelos danos emergentes traduzidos no decréscimo remuneratório sofrido, uma vez que, mesmo com faltas justificadas, a privação do exercício laboral culmina num corte no salário líquido mensal, prejuízo esse imputável a título de culpa exclusiva à Vodafone Portugal. A experiência a que fui submetido consubstancia uma devassa do direito de proteção do consumidor e uma degradação inaceitável das obrigações contratuais. A atitude mercantilista da Vodafone demonstra que as grandes corporações continuam a sobrepor os seus fluxos procedimentais à subsistência e dignidade dos utilizadores que as sustentam. Informa-se que não aceitarei, como resposta a este articulado, a mera reprodução de "guiões" de call center ou ofertas pífias de deduções pontuais de mensalidade. O pacto comercial encontra-se irremediavelmente irrevogável na sua confiança: cessarei a relação contratual assim que garantidas as reparações legais, não voltando a ser cliente desta operadora cujos preços, ademais, se encontram desfasados da realidade do mercado e cuja flexibilidade negocial é nula. Face ao exposto, solicito à DECO PROTESTE a sua douta intervenção e mediação junto da Vodafone Portugal – Comunicações Pessoais, S.A., por forma a pôr termo a esta grave lesão dos meus direitos e a responsabilizar a operadora pelos danos causados. (Nota: infelizmente não consegui adicionar prints e outras imagens que verifiquem as queixas que já realizei e os contactos)

Em curso
R. S.
29/09/2026

Cabos e infraestruturas de telecomunicações da Vodafone instalados na minha propriedade

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO Proteste relativamente a uma situação que se mantém por resolver há vários meses e que envolve cabos e infraestruturas de telecomunicações da Vodafone instalados junto à fachada da minha habitação e/ou que atravessam/passam sobre a minha propriedade. Esta reclamação diz respeito exclusivamente à Vodafone, tendo sido apresentadas reclamações autónomas relativamente às restantes operadoras envolvidas. Sou proprietário e residente na Rua Maria Flôr, 96, 4435-319 Rio Tinto, Gondomar. Conforme é possível verificar pelas fotografias que anexo, existe uma quantidade significativa de cabos e infraestruturas de telecomunicações junto à minha habitação, sendo que parte destas infraestruturas está associada à Vodafone. Estes cabos não me pertencem, não foram instalados por mim e não autorizei a sua instalação na minha propriedade. Para além disso, a forma como estão atualmente instalados interfere diretamente com a habitação: alguns dos cabos tocam e batem na fachada, no capoto e em tubos existentes na casa. Esta situação provoca incómodo e perturba a utilização e vivência normal da habitação, não sendo, portanto, uma questão meramente estética. A movimentação dos cabos e o contacto com a própria estrutura da habitação tornam a situação particularmente desagradável e justificam, na minha opinião, uma intervenção técnica adequada para que os mesmos sejam removidos ou devidamente desviados e fixados, quando a sua permanência seja efetivamente necessária. Pretendo, por isso, que as infraestruturas sejam devidamente identificadas e que sejam removidos ou desviados os cabos cuja permanência não seja necessária ou devidamente fundamentada. Esta situação foi comunicada formalmente à Vodafone através do Livro de Reclamações Online em 30/04/2026. Apesar de a empresa ter respondido à reclamação, a situação continua sem resolução efetiva. Relativamente à resposta da Vodafone, a empresa informou posteriormente que as pendências que condicionavam a conclusão do processo se encontravam ultrapassadas e que os trabalhos de remoção dos cabos estavam previstos para estar concluídos até 18/09/2026. Essa data já foi ultrapassada e, até à presente data, não me foi confirmada a conclusão dos trabalhos nem a efetiva resolução da situação. Ou seja, passaram-se aproximadamente cinco meses desde a apresentação da reclamação, tendo a Vodafone indicado inclusivamente um prazo para a sua resolução, sem que até ao momento esta tenha sido efetivamente solucionada. Considero particularmente preocupante que uma situação que envolve infraestruturas instaladas junto da minha habitação e sobre a minha propriedade permaneça durante tanto tempo sem uma solução concreta, apesar das várias comunicações formais efetuadas. Não pretendo continuar a receber respostas genéricas ou sucessivos encaminhamentos internos. Pretendo uma solução concreta. Solicito, por isso, a intervenção da DECO Proteste junto da Vodafone, no sentido de: 1. Serem devidamente identificados os cabos e restantes infraestruturas existentes junto da minha propriedade que pertençam à Vodafone; 2. Serem removidos ou desviados os cabos que não sejam necessários ou cuja permanência não esteja devidamente fundamentada; 3. Ser indicada pela Vodafone uma data concreta para a intervenção; 4. Ser considerada a situação, tendo em conta que o prazo indicado pela Vodafone para conclusão dos trabalhos (18/09/2026) já foi ultrapassado. Saliento ainda que, apesar da demora na resolução, não procederei por iniciativa própria à remoção ou corte dos cabos, uma vez que não tenho forma de determinar quais as infraestruturas que se encontram ativas nem a que operador pertencem. Aguardo, por isso, que a Vodafone proceda à respetiva identificação e intervenção técnica. Anexo fotografias que demonstram a situação existente junto à minha habitação. Face ao tempo decorrido e à resposta já obtida, agradeço a intervenção da DECO Proteste no sentido de procurar obter uma resolução efetiva desta situação, e não apenas um novo encaminhamento da reclamação entre departamentos. Com os melhores cumprimentos, Rui Silva

Em curso
I. C.
29/09/2026

Cobrança indevida de 300€ após cancelamento

Venho contestar formalmente a cobrança recorrente de 300 € que continuo a receber da Vodafone, apesar de o meu contrato já ter sido cancelado. Tenho em minha posse o comprovativo do cancelamento do contrato e o comprovativo da entrega dos equipamentos à Vodafone. Apesar disso, tenho recebido desde os meses anteriores novas comunicações/faturas no valor de 300 €. Não reconheço esta dívida e considero a cobrança indevida, uma vez que o contrato foi cancelado e os equipamentos foram entregues. Solicito a verificação imediata da situação, a anulação de qualquer valor indevidamente faturado e a confirmação, por escrito, de que o contrato está encerrado, os equipamentos estão registados como devolvidos e não existem valores em dívida da minha responsabilidade. Solicito também a cessação de novas cobranças relacionadas com este contrato. Caso considerem que os 300 € são devidos, solicito que indiquem por escrito o fundamento concreto da cobrança e a que período ou serviço corresponde. Anexo os comprovativos do cancelamento, da entrega dos equipamentos e a fatura/comunicação de 300 €. Aguardo resposta e resolução definitiva da situação.

Em curso
B. P.
25/09/2026

Falta de Fornecimento do Serviço

Venho apresentar reclamação formal contra a Vodafone pela indisponibilidade do serviço Net + Fixo desde 12/09/2026, situação que permanece por resolver até à presente data. A avaria foi comunicada à Vodafone e encontra-se registada com o n.º de ocorrência 2-2QOHKHBX. Apesar da comunicação efetuada, continuo sem acesso ao serviço contratado, encontrando-me privado de Internet e telefone fixo, embora continue a ser cobrado pelo serviço. Nos termos do artigo 129.º da Lei n.º 16/2022, de 16 de agosto (Lei das Comunicações Eletrónicas), uma indisponibilidade superior a 24 horas, quando não imputável ao utilizador, determina o direito ao crédito do valor correspondente ao período em que o serviço esteve indisponível. A mesma disposição prevê ainda que, ultrapassados 15 dias após a comunicação da avaria, o utilizador pode resolver o contrato sem qualquer custo. Assim, solicito: A reposição imediata do serviço Net + Fixo; A indicação do motivo da avaria e do estado da ocorrência n.º 2-2QOHKHBX; O cumprimento do disposto no artigo 129.º da Lei n.º 16/2022, nomeadamente o crédito correspondente a todo o período de indisponibilidade; A confirmação, por escrito, do valor da compensação a aplicar na próxima fatura; O reembolso de eventuais custos suportados com a comunicação da avaria, nos termos legalmente previstos. Solicito uma resposta concreta e fundamentada e a resolução urgente da situação. Data de início da avaria: 12/09/2026 Serviço afetado: Net + Fixo N.º de ocorrência: 2-2QOHKHBX

Resolvida
A. P.
17/09/2026

Falta de serviço de internet/rede e cobrança de valores

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção e orientação da ANACOM relativamente a um problema que tenho com a Vodafone. Durante aproximadamente seis meses, o serviço de internet que tenho contratado com a Vodafone esteve sem funcionar ou funcionou de forma extremamente deficiente. Durante esse período tive também problemas muito graves de rede e de cobertura, o que me impediu de utilizar o serviço de forma normal. A situação foi comunicada à Vodafone várias vezes, tanto através do Serviço de Apoio ao Cliente como através de reclamações por escrito. Apesar das várias reclamações e contactos efetuados, o problema manteve-se durante um período prolongado. Apesar da indisponibilidade do serviço, a Vodafone continuou a faturar o serviço normalmente. Além disso, foi emitida uma fatura no valor de 73,36 €, referente ao período de 23/07 a 22/08, na qual são também cobrados consumos de chamadas acima do limite contratado. Relativamente às chamadas, esclareço que o aumento do consumo ocorreu porque, perante a ausência de uma ligação de internet funcional e os graves problemas de rede, fui obrigada a utilizar chamadas telefónicas como meio alternativo de comunicação. Não considero razoável ser responsabilizada integralmente por esses consumos adicionais quando a necessidade de utilizar chamadas resultou precisamente dos problemas prolongados do serviço que já tinham sido comunicados à Vodafone. Já contactei novamente a Vodafone e informei que contesto a cobrança, uma vez que o serviço de internet não esteve disponível em condições normais. No entanto, continuo a receber pedidos de pagamento e fui informada de que existe um valor em atraso, com possibilidade de suspensão do serviço. Assim, solicito à ANACOM que me esclareça: Se a Vodafone pode cobrar integralmente a mensalidade durante um período prolongado em que o serviço de internet esteve indisponível ou funcionou de forma manifestamente deficiente; Se tenho direito a uma compensação ou crédito relativamente ao período em que o serviço não esteve disponível; Se é possível contestar os valores cobrados pelas chamadas adicionais, tendo em consideração que estas foram utilizadas devido aos problemas de internet e de rede; Que medidas devo tomar para impedir a suspensão do serviço enquanto os valores estão a ser formalmente contestados; Que procedimento devo seguir caso a Vodafone não proceda à correção da faturação. Disponho de comprovativos das reclamações e dos contactos anteriormente efetuados com a Vodafone, bem como das faturas e comunicações recebidas, e posso facultá-los para análise. Agradeço desde já a atenção dispensada e qualquer orientação que a ANACOM possa prestar relativamente aos meus direitos e aos próximos passos que devo tomar. Com os melhores cumprimentos Anna Popova 912016637 anna.popova.0431@gmail.com

Encerrada
E. C.
17/09/2026

Assunto: Reclamacao - Cobranca indevida de 270 e debito direto sem autorizacao valida

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamacao contra a Vodafone Portugal por cobranca indevida e incumprimento das regras aplicaveis ao direito de livre resolucao. O meu contrato Tv Net Voz foi celebrado ao domicilio, com instalacao em 1 de julho de 2026, pelo que se aplica o prazo legal de 30 dias para livre resolucao, conforme previsto no contrato e no Decreto Lei 24/2014. Exerci o direito de livre resolucao dentro do prazo legal. Assim, apenas e devido o valor proporcional ao servico efetivamente prestado. No entanto, a Vodafone esta a cobrar 270 referentes a taxas de ativacao e instalacao, apesar de estas constarem no contrato como Ofertas e descontos nao associados a fidelizacao, nao podendo ser cobradas em caso de livre resolucao. Adicionalmente, a Vodafone tentou debitar 288,49 atraves de debito direto sem que eu tenha enviado qualquer autorizacao de debito direto, contrariando as regras aplicaveis ao SEPA Direct Debit. A autorizacao enviada no contrato nunca foi validada nem confirmada por mim. Solicitei varias vezes a correcao da fatura, mas a Vodafone recusou corrigir os valores, insistindo numa interpretacao contratual incorreta. Solicito a intervencao da DECOPROteste para: correcao da fatura, removendo os 270 indevidos anulacao do debito direto nao autorizado garantia do cumprimento do regime legal de livre resolucao prevencao de futuras cobrancas indevidas Anexo copia da fatura, do contrato e das comunicacoes trocadas. Com os melhores cumprimentos, Ellen Cornelissen NIF: 302482830 Conta Vodafone: 315793628

Encerrada
T. E.
13/09/2026

Sem serviço

Venho por este meio apresentar uma **reclamação ** relativamente à interrupção dos meus serviços Vodafone desde o dia **10/09/2026**, bem como à forma como a avaria tem sido tratada pelos vossos serviços. ### 1. Início da avaria – 10/09/2026 No dia **10/09/2026**, por volta das **08:00**, os meus sogros encontravam-se em casa a assistir ao noticiário. Quando saíram de casa, verificaram que se encontrava **um funcionário da Vodafone em cima de um poste, acompanhado por elementos da GNR**. Por volta das **11:00**, quando regressaram a casa e voltaram a ligar a televisão, verificaram que o serviço Vodafone já não se encontrava disponível. Quando cheguei a casa, entrei em contacto com a Vodafone para comunicar a avaria e solicitar a sua resolução. Foi então agendada uma intervenção técnica para esse mesmo dia, no período entre as **17:00 e as 19:00**. ### 2. Primeira intervenção técnica – 10/09/2026 O técnico chegou à minha residência por volta das **17:00**. Entrou em casa, verificou o router e o cabo de fibra e, posteriormente, informou-me de que **não poderia subir ao poste sem a presença da GNR**. O técnico dirigiu-se então para a sua viatura para comunicar com a Vodafone. Após aproximadamente **25 minutos**, voltou a falar comigo e informou-me de que a Vodafone iria entrar em contacto comigo. Disse ainda que **teria de abandonar o local, uma vez que não poderia fazer mais nada sem a presença da GNR**. O técnico foi embora sem que a avaria tivesse sido resolvida. Fiquei a aguardar o contacto da Vodafone, conforme me tinha sido indicado, mas **não recebi qualquer contacto**. ### 3. Contacto com a Vodafone – 10/09/2026 Perante a ausência de qualquer contacto, voltei a ligar para os serviços técnicos da Vodafone. Às **18:08**, fui atendido pela funcionária **Jéssica Silva**, a quem expliquei detalhadamente tudo o que tinha acontecido. A solução apresentada foi o agendamento de uma nova intervenção técnica para o dia **28/09/2026**, desta vez com a presença da GNR no local. Ou seja, fiquei perante a possibilidade de permanecer **18 dias sem serviço**, por uma situação que não provoquei e que, aparentemente, está relacionada com uma intervenção realizada anteriormente no poste. Foi-me ainda apresentada como alternativa uma **solução de contingência**, através de um kit que seria disponibilizado para permitir o acesso aos serviços enquanto a avaria não fosse resolvida. Foi-me indicado que o kit seria entregue/disponibilizado através de uma loja, sendo posteriormente necessário proceder à sua devolução. Considero esta solução particularmente injusta, uma vez que, além de estar sem o serviço contratado, teria ainda de **me deslocar de carro, suportar despesas de combustível e perder tempo pessoal para levantar e posteriormente devolver um equipamento**, devido a uma situação que não foi causada por mim. ### 4. Contacto da Vodafone – 11/09/2026 No dia **11/09/2026**, fui novamente contactado pela Vodafone relativamente ao kit de contingência. Nesse contacto foi igualmente confirmado que permanecia agendada para o dia **28/09/2026** uma intervenção técnica, desta vez com a presença da GNR no local. Relativamente ao kit de contingência, foi-me indicado que estaria reservado um equipamento na loja Vodafone do **Fórum Almada**, para levantamento. ### 5. Kit de contingência sem funcionamento – 12/09/2026 No dia **12/09/2026**, desloquei-me ao **Fórum Almada** para levantar o referido kit de contingência. Após chegar a casa, procedi à instalação do equipamento conforme as instruções que me tinham sido fornecidas. Contudo, **o kit não funcionou e continuei sem qualquer serviço**. Voltei novamente a contactar os serviços técnicos da Vodafone. Durante esse contacto, expliquei a situação e, inclusivamente, **enviei fotografias do que aparecia no ecrã da televisão**, para que o técnico pudesse verificar o problema. Apesar das tentativas efetuadas, o técnico **não conseguiu resolver a situação**. Foi-me então indicado que seria contactado pela Vodafone no prazo de **24 horas**. Até ao momento, continuo **sem serviço**. ### 6. Situação atual Assim, desde o dia **10/09/2026**, encontro-me sem o serviço contratado, tendo já efetuado várias chamadas para a Vodafone, recebido uma intervenção técnica que não resolveu a avaria, deslocado-me a uma loja para levantar um kit de contingência e, mesmo assim, continuo sem conseguir utilizar o serviço. É particularmente preocupante que a solução apresentada seja aguardar até **28/09/2026**, o que representa um período de **18 dias sem serviço**, quando a avaria foi comunicada de imediato e já existiu uma intervenção técnica. Acresce que o próprio técnico que se deslocou à minha residência no dia 10/09/2026 indicou que não poderia intervir no poste sem a presença da GNR, situação que deveria ter sido devidamente articulada pela Vodafone, evitando uma deslocação técnica sem possibilidade de resolução. Também não considero aceitável que, perante uma falha do serviço e uma intervenção técnica que não conseguiu resolver a situação, sejam transferidos para o cliente os incómodos e custos associados a deslocações para levantamento e posterior devolução de equipamentos de contingência.

Em curso
C. S.
09/09/2026

Cancelamento nos 14 dias - Cobrança abusiva de 30€ e devolução de equipamentos

No seguimento da reclamação e pedido de Livre Resolução submetidos a 07/09/2026 (dia da ativação), venho denunciar a conduta inadmissível da Amigo. Apenas hoje, 09/09/2026, fui contactada pela marca. Em vez de explicações, fui informada de que, por "especial favor", me iriam cobrar 30€ de taxa de ativação e que teria de despachar o equipamento via transportadora (DPD). Não recebi qualquer justificação ou pedido de desculpas pelas graves falhas reportadas: 1. O apoio ao cliente é incontactável (telefone, e-mail, chat e formulário não funcionam). Só atendem na linha de novas adesões. A assistente teve o descaramento de negar estas anomalias, ao que a aconselhei a ler o Portal da Queixa. 2. Perdi 4h30 a aguardar em casa para me instalarem um serviço medíocre e equipamento obsoleto (forneceram um router de 2016, justificando a péssima qualidade de imagem). Fui cliente da Vodafone durante 20 anos e nunca fui tão mal tratada. Sobre a devolução dos equipamentos: Recuso-me terminantemente a entregá-los a um terceiro (DPD). Os equipamentos e cabos ficam soltos nas embalagens; não vou assumir o risco de quebras no transporte e sujeitar-me a uma avaliação vossa à posteriori que me responsabilize injustamente. Exijo: A indicação de uma loja física para entrega presencial do equipamento, mediante a emissão de um comprovativo atestando o seu perfeito estado de conservação. A isenção total e imediata dos referidos 30€, face ao serviço não prestado e falhas imputáveis à operadora.

Encerrada

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