Reclamações públicas

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L. C.
11/03/2025

Pin do cartão de Débito perdido

Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº (0995592574030) e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento, não recebi o PIN do meu cartão de débito. Após ligar para o apoio cliente da caixa foi-me dito que ou resolvo diretamente o assunto com a agência e pessoa em questão ou tenho de pagar 4 euros para um novo PIN do cartão. Um PIN que nunca recebi. Volto aqui a frisar, quem tem o meu PIN é uma colaboradora da Caixa Geral Depósitos da Covilhã, de nome Vera Catarina Gaiola. A Sra Vera Catarina Gaiola encontra-se na posse do PIN do meu cartão desde 3 Dezembro de 2024 e nunca me deu o PIN. A Sra Vera Catarina Gaiola não me responde aos emails e não me atende o telefone. Não me consigo dirigir fisicamente à agência onde trabalha a Sra Vera Catarina Gaiola porque não estou na Covilhã. Deixo aqui os contactos da Sra. Vera Catarina Gaiola. Se alguém conseguir contactar esta senhora, digam-lhe que eu preciso do meu pin: vera.melfe.gaiola@cgd.pt 275319200 275319209 931 714 684 Recuso-me a pagar por um novo pin que nunca me foi entregue. Espero que esta situação de resolva. Cumprimentos, Laura Carvalho

Resolvida
N. P.
08/03/2025

Reclamação contra a Caixa Geral de Depósitos (CGD) - Bloqueio Indevido de Conta e Falta de Resolução

**Exmo(a). Senhor(a),** Venho por meio desta apresentar uma reclamação formal contra a Caixa Geral de Depósitos (CGD) devido ao bloqueio indevido da minha conta, à falta de transparência e à incompetência demonstrada no tratamento deste caso, que está a causar graves prejuízos financeiros e emocionais à minha família. 1. **Bloqueio Indevido da Conta**: - Em **dezembro de 2024**, a minha conta foi bloqueada sem qualquer justificação plausível ou comunicação prévia. - **Importante destacar**: As transferências de 2000€ (em duas transações de 1000€ cada), provenientes do meu pai e destinadas ao sustento da minha irmã, foram realizadas **após o bloqueio da conta**. Portanto, não há qualquer base para alegar que essas transferências justificassem o bloqueio. 2. **Impacto Humanitário e Financeiro**: - Desde o bloqueio da conta, minha irmã está sem o sustento que deveria ser garantido por esses fundos. Como irmão, tenho feito sacrifícios financeiros para cobrir as despesas dela, mas esta situação está a causar um desgaste insustentável. - A CGD está a falhar no seu dever de proteger os interesses dos seus clientes e a agir com total desrespeito perante uma situação de caráter humanitário. 3. **Falta de Resolução e Má Gestão da Reclamação Anterior**: - Abri uma reclamação no **Portal da Queixa**, mas até hoje não obtive qualquer solução. Pior ainda, a reclamação foi indevidamente marcada como concluída sem o meu consentimento, e foi alegado que a solução foi aceite por mim, o que é completamente falso. - Já me dirigi várias vezes ao balcão da CGD, mas fui ignorado e não obtive qualquer ajuda concreta. **Documentação Anexada**: - Comprovativos das transferências. - Capturas de tela das conversas no WhatsApp. - Carta de autorização para minha irmã levantar os fundos. **Reivindicações**: 1. Explicação clara e detalhada sobre o motivo do bloqueio da minha conta. 2. Desbloqueio imediato da conta e liberação dos fundos. 3. Compensação pelos transtornos causados, incluindo os custos que tive que arcar para sustentar minha irmã desde dezembro. **Aviso Final**: Caso não haja uma resolução imediata e eficaz, serei obrigado a recorrer a outras entidades competentes, como o **Banco de Portugal**, e a divulgar publicamente esta situação. Atenciosamente, Nuno Pereira

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
M. S.
26/02/2025

Impossível de fazer transferência para compra de apartamento

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao bloqueio injustificado do meu pedido de transferência, efetuado num balcão da CGD em França, destinado ao pagamento do depósito para a compra de um imóvel. O primeiro contacto telefónico com a CGD sobre este assunto ocorreu no dia 13/02/2025. Apenas no dia 21/02, após várias tentativas de contacto e insistência por email, consegui falar com a minha gestora de conta, Joana Cardona. No dia 20/02, dirigi-me ao balcão da CGD em Romainville, França, onde preenchi e assinei o formulário de transferência. No dia seguinte, 21/02, a gestora Joana Cardona garantiu-me que a transferência seria feita nesse mesmo dia. Contudo, nessa tarde, voltou a ligar, alegando um erro dos colegas de França e informando que a transferência só seria processada na segunda-feira, 24/02. No dia 24/02, a CGD França/Internacional confirmou por email que todas as assinaturas estavam válidas. No entanto, nessa noite, por volta das 19h, fui informada via mensagem pela Sra. Joana Cardona de que o pedido estava incorreto e que deveria apresentar um novo pedido no balcão de Romainville no dia seguinte. No dia 25/02, voltei ao balcão da CGD em Romainville, perdendo tempo de trabalho, apenas para ser informada de que o formulário anterior estava correto e que os colegas de Portugal estavam a reagir de forma estranha, colocando obstáculos desnecessários. Mais tarde, nesse mesmo dia, a CGD Romainville voltou a contactar-me, informando que a agência Fonte Nova tinha enviado um novo formulário e que deveria preenchê-lo no dia seguinte, 26/02. Assim o fiz, mas até ao momento, ninguém da CGD Portugal responde às minhas questões básicas nem atende chamadas. Após seguir todas as instruções e cumprir com todas as exigências da CGD, encontro-me num impasse. A CGD Portugal não esclarece se a minha deslocação a Portugal resolveria a situação. Devido à incerteza e à urgência do processo, fui forçada a gastar 400€ em bilhetes de avião, sem qualquer garantia de resolução. Esta situação está a causar-me um prejuízo grave, pois já fui obrigada a adiar a assinatura da escritura e corro o risco de perder tanto o depósito como o imóvel devido à inércia e falta de resposta da CGD Portugal. Funcionários da CGD França aconselharam-me a apresentar uma reclamação formal, pois consideram este bloqueio anormal e suspeitam que a Agência Fonte Nova esteja a dificultar o processo deliberadamente para evitar a saída do montante do depósito. Face ao exposto, exijo uma resposta imediata e a resolução urgente do meu pedido de transferência. Caso não obtenha esclarecimentos e solução em tempo útil, verei-me forçada a recorrer às entidades reguladoras competentes e a tomar medidas legais para a defesa dos meus direitos. Aguardo um contacto célere da vossa parte. Cumprimentos.

Encerrada
F. C.
24/02/2025

Débido indevido de comissões numa conta SMB

Exmos. Senhores, Tenho 92 anos e sou dependente de familiares para me organizarem e tratarem das questões a que a idade me sujeita. Aufiro a pensão mínima e vejo-me obrigada a poupar em tudo o que posso. Com este propósito, dirigi-me às vossas instalações com o único objetivo de tratar deste assunto. Segui todas as instruções que me deram e abri uma conta nova de acordo com as regras indicadas para obter o regime de Serviços Mínimos Bancários (SMB). Sou titular da conta Nº 0573064600630 e verifiquei que me foi cobrada uma comissão no valor de 35,21 euros. Ao contactar a agência, informaram-me que, para que a conta passe para o regime SMB, tenho de me deslocar pessoalmente à agência para assinar um documento. À data da abertura da conta, ninguém me informou de que era necessário mais alguma coisa. Reitero a minha condição e manifesto o mais profundo desagrado pela forma como me obrigam a tratar de uma questão que, para mim e para os que me ajudam nesta fase da vida, representa um profundo incómodo e um verdadeiro malabarismo administrativo, apenas para me cobrarem 5,15€ de comissões de manutenção de uma conta da qual não retiro qualquer benefício. Dado que a referida comissão é indevida, reitero o meu pedido de estorno do valor cobrado e a conversão integral da conta para o regime SMB, conforme foi inicialmente indicado. Aguardo a vossa rápida resposta. Atenciosamente, Cumprimentos.

Encerrada
A. P.
23/02/2025

B rla CGD

Exmos. Senhores, No passado dia 19/02 pelas 14h36 recebi uma sms da Caixa Geral de Depósitos, no seguimento de outras sms’s recebidas, informando-me que a minha aplicação da caixa direta tinha sido ativada num dispositivo Samsung A40s e para ir de imediato a um link. Uma vez que a sms vem do próprio número da CGD, no seguimento de outras comunicações e, convencida de que me estariam a entrar na conta entrei no link para evitar que tal não acontecesse. Após preencher o solicitado no link aparece uma sms a dizer que a CGD me vai contactar, pelas 14h47 sou contactada pelo número da CGD (217 900 790), a pessoa manteve uma postura coesa e coerente desde o início , sabendo também os meus dados e fazendo as habituais perguntas, como se um assistente da CGD se tratasse e que me iria ajudar a bloquear toda a situação, que teria de o informar dos códigos que acabará de receber. Todo o discurso mantido foi o normal como em comunicações anteriores com a CGD, apenas me foi possível detetar que poderia estar a ser burlada quando o indivíduo desligou de uma forma abrupta. Nesse mesmo instante entrei na aplicação e tinha uma transferencia de 2150 euros que não tinha sido eu a realizar. Liguei para o número do “assistente" e, para meu espanto, o número é mesmo da CGD. Ou seja, para todos os efeitos quem me contactou desde o inicio foi a CGD. No imediato liguei para o gestor de conta da empresa de onde trabalho solicitando ajuda e explicando a situação, o qual me disse que uma vez que a transferencia tinha sido imediata não era possível cancelar a mesma. Liguei para o banco de destino da transferencia (Millenium BCP) que me disse que não podiam bloquear a conta e que o dinheiro já não constava lá. Foi apresentada queixa na PSP e, pelas 19h35 foi realizada uma chamada para o número da CGD (217900790) a explicar novamente o que se tinha passado e a solicitar o cancelamento da minha caixa direta bem como tentar perceber de certa forma se seria possível efetuar um pedido de devolução. Além de ter de pagar 30EUR +IS para fazer um pedido de devolução de uma quantia que, independentemente de alguma coisa, alguém me retirou da conta e TODO o sistema de segurança da CGD foi comprometido, esse valor não é certo que seja devolvido. A postura da CGD passa apenas por cobrar ainda mais por um mero pedido de devolução e alegar que quem deu os códigos fui eu, descartando qualquer culpa de que o sistema de segurança deles apresenta falhas GRAVÍSSIMAS comprometendo a segurança dos seus clientes e ainda que “os bur.lões estão cada vez mais um passo à frente” Cumprimentos.

Encerrada
R. F.
20/02/2025

4 anos sem aceder ao caixa directa e ainda contiinuo

Exmos. Senhores, Após a mudança de politica de segurança, obrigaram os clientes da caixa directa a activar o SMS token. Mesmo com autenticação por chave móvel (o que já por si é parvo). Criaram 2 maneiras de activar o dito SMS token. Por troca de correspondência ou no MB com o cartão. Acontece que não tenho cartão (não necessitei. nem necessito do mesmo). Tentei a troca de correspondência e ficou pendurada por +3 anos ... "em processamento". No meio apareceu a (re)validação de dados obrigatório, que implicava uma deslocação ao balcão... assim fiz, mas no balcão não me sabiam dizer se estava tudo bem no caixadirecta. Finalmente liguei por telefone ao caixa directa (porque após actualização continuava a pedir a activação do SMS Token. E apesar de autenticato na cixadirecta por telefone, não me podiam activar o Token, mas teria de pedir por correspondência e para isso teria de cancelar o meu pedido anterior (porque o sistema dava (também no caixadirecta onine) o erro de já ter um pedido efectuado. Não me disseram porque o pedido estava pendurado quase 4 anos (desde 2021) nem me garantiram que o mesmo não se repetia. Apenas, temos de cancelar pois é a única maneira que tenho de fazer o pedido de activação. Quando pedi um comprovativo do cancelamento do pedido com 4 anos, responderam que ia receber a notificação no caixadirecta (que não posso aceder porque não tenho o SMS Token activo). Finalmente, tenho listado como único telefone para o SMS token, o telefone que uso e que quero usar para o Token, já confirmado como meu, mas mesmo assim não activam. Relembro os pontos parvos (para não usar o adjectivo parvissimos): - não há maneira de activar sem ser por cartão no MB (não cobre quem não tem cartão) - O processo de correspondência alternativo ficou 4 anos pendurados - Após 4 anos a alternativa é cancelar e repetir sem garantia que não teria de esperar outros 4 anos. - Só poderia ver a notificação do cancelamento na caixadirecta online que é o serviço que não posso aceder - Autenticação por chave digital (com SMS token inbutido) continuam a pedir o SMS Token necessário para a autenticação por password - Quando pedi ao caixa directa por telefone (após autenticação não conseguem fazer nada a não ser repetir o que não funcionou (sem garantias que fosse funcionar desta vez). - Tive de dar o meu telefone (e morada) de novo, apesar de estarem já registados e validados na CGD ... ENTRETANTO PAGAMOS COMISSÕES DE SERVIÇO OBSCENAS. Quero que a caixa: - Explique o porquê de 4 anos sem acesso ao caixadirecta online - Que me compense, pois pago este serviço (junto com outros) - Que corrija os pontos parvos nos seus processos ou explique o razão da aparente estupidez no processo - Como deixam uma pessoa sem acesso por mudança de política, sem meios para continuar a aceder ao serviço que paga. Finalmente (e mais uma vez) QUERO SABER O PROCEDIMENTO PARA ACEDER ÀS GRAVAÇÔES que efectuam toda a vez que ligo para a caixa. Eles ficam com uma gravação minha, mas eu não fico com nada. Pelos menos deveriam enviar uma transcrição da mesmo ou o acesso à gravação na caixadirecta. Abaixo o ecrã que mesmo depois de autenticar com os dados correctos, etc.. me impedia de usar o portal - frustrante SUGESTÕES PARA A PROTESTE: 1) Uma acção colectiva para obrigar a TODAS as empresas que pedem a gravação que coloquem sempre um meio de aceder às mesmas (mesmo que seja a pedido) especialmente aquelas que são usadas para "condições contratuais e que sempre que se vai a tribunal são "perdidas" por motivos técnicos desconhecidos. 2) A palavra e.s.t.ú.p.i.d.o. foi censurada aquando da minha inserção. Tive de usar o adjectivo parvo. mas é um adjectivo perfeitamente válido especialmente em reclamações 1. adjetivo substantivo masculino que ou o que denota estupidez, que ou o que revela ausência de inteligência, de bom senso, de discernimento. Por favor não sejam parvos de censurar adjectivos pelo politicamente correcto. daqui a pouco teremos de inventar vocábulos como "desinteligente" ou "indiscernimento" para escrever algo que descreve uma situação em vez de um vocábulo perfeitamente aceitável

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
W. G.
17/02/2025

Práticas Abusivas/Venda casada na abertura de conta

Venho, por meio desta, apresentar uma reclamação formal contra a Caixa Geral de Depósitos (CGD) devido à prática abusiva e ilegal imposta no momento da tentativa de abertura de conta bancária. No dia 14 de fevereiro de 2025, dirigi-me à agência da CGD localizada em agência de Sacavém com o intuito de abrir uma conta bancária. Durante o atendimento, fui informado(a) de que a abertura da conta estava condicionada à contratação obrigatória de um seguro de vida ou de saúde. Tal exigência caracteriza uma prática abusiva e pode configurar venda casada, o que é expressamente proibido pela legislação portuguesa e europeia de defesa do consumidor. De acordo com o Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, relativo aos contratos celebrados à distância e fora do estabelecimento comercial, bem como o Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras (RGICSF - Decreto-Lei n.º 298/92, de 31 de dezembro), as instituições bancárias não podem impor a aquisição de produtos ou serviços adicionais como condição para a abertura de conta bancária, exceto nos casos expressamente previstos por lei. Além disso, o Código de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho) protege os consumidores contra práticas comerciais desleais, incluindo a venda casada. O Banco de Portugal também reforça que a contratação de produtos bancários deve ser sempre feita de forma livre e informada, sem imposição por parte das instituições financeiras. Diante do exposto, solicito que sejam tomadas as devidas providências para que a Caixa Geral de Depósitos cesse essa prática irregular e que a minha reclamação seja formalmente analisada. Caso necessário, estou disposto(a) a fornecer mais informações sobre o ocorrido. Aguardo um parecer sobre esta reclamação e agradeço a atenção dispensada.

Encerrada
Y. W.
14/02/2025

apoio ao cliente pessimo sem resposta nem resolução a problema

Exmos senhores, venho por este meio reclamar sobre o vosso sistema de apoio aos clientes, uma vez que fui vitima de fraude e contatei a linha para pedir ajuda, e a resposta que recebi foi sempre desligarem me da cara sem dizer nada. É também de referir que, logo que me apercebi que fiz um pagamento indevido, dirigi me ao balcão da caixa presencialmente, mandaram me para ligar a vossa linha 217900790 e assim o fiz, ao receberem a chamada indicaram que iam fazer um cancelamento da conta e mandar um novo cartão para a minha morada, e abrir um processo interna de investigação, perguntei se conseguirei recuperar o valor perdido após estes passos, disseram que não está na responsabilidade da caixa. Fiquei em espera na linha então, de repente desligaram da cara. Pensei que fosse o meu equipamento, voltei a ligar, aconteceu a mesma coisa com outro enquanto me disseram para aguardar na linha. Como as chamadas sao gravadas, podem sempre verificar a veracidade das minhas palavras. Assim sendo, vou tentar todas as hipóteses de reclamação ate conseguir resposta. Atenciosamente, obrigada

Encerrada
A. P.
12/02/2025

Reembolso não realizado

Sou cliente da Caixa Geral de Depósitos (CGD) desde 2018. Sou titular de conta depósito desde essa data. Fui vítima de fraude pela 1.ª vez na minha vida, ao seguir um link de e-mail que recebi a 03.02.25, que anexo (i). Paguei uma o que diziam ser uma coima a aplicar pela ANSR de € 120,00. Ao clicar no link fraudulento fui encaminhada para a autenticação através do Portal E-Gov, o que me deu uma falsa sensação de segurança. Forneci o Código de Segurança de um cartão de débito, que a CGD já cancelou. Após vários contactos telefónicos e por mensagem através da Caixa Directa, submeti o formulário para reembolso do valor indevidamente pago, que anexo (ii). O pagamento foi feito a 03.02.25 e extractado a 06.02.25. Hoje devolveram-me o valor e depois voltaram a debitá-lo da minha conta. Ligou-me o gestor de conta, Dr. André Alexandre Lopes, dizendo que como fiz voluntariamente a transacção, não me iriam reembolsar, e concluiram o pagamento à WesternUnion hoje. A CGD concretiza transferências de Clientes vítimas de phishing, apesar de conhecer os factos, nos termos de documentação em anexo? Não acho correcto nem justo para quem pela 1.ª vez caiu num esquema e paga comissões de manutenção de conta, cartões, app Caixa Directa etc desde 2018..Nem acho correcto que transfiram valores das contas dos clientes para quem organiza esquemas fraudulentos de phishing. A CGD contribui para burlas ? Agradeço que deem seguimento a esta reclamação. Melhores cumprimentos

Encerrada
J. M.
03/02/2025

INCOMPETENTES

Exmos. Senhores, Venho desta forma apresentar uma segunda insistência, para obrigar a agência da CGD a libertar o capital do crédito bancário remanescente. Na Agência da Lourinhã, a atitude dos funcionários é arrogante e prepotente. Escória da sociedade e parasitas, que agem como abutres para fazer de tudo o que podem para prejudicar os clientes. Atitude deplorável e repugnante. Agradeço que os serviços centrais tomem as medidas necessárias para corrigir a situação, a fim de evitar o recurso a instâncias superiores. Mesmo apesar de ter um partido de capitalistas no poder, e que protegem os bancos, os ventos podem mudar. Agradeço, pois, a libertação do capital de imediato. Agradeço que me informem como proceder para mudar de agência bancária. Há cerca de 2 meses fui à agência da CGD, pedir uma vistoria para a libertação de capital do crédito a habitação. Na altura apenas me foi dito que apenas era necessário apresentar a licença de habitação para ser libertado o restante capital. Acontece que foi apresentada a licença de habitação e o banco recusa-se a libertar o capital remanescente. Alega que falta uma vistoria. Acontece que me informaram que a casa uma vez que já estava concluída a 90 %, não eram necessárias mais vistorias e que o capital seria libertado após obtenção de licença de habitação. O Banco CGD criou imensas dificuldade para a libertação do capital e tudo faz para criar obstáculos, o que levou durante a construção da moradia a uma série de incumprimentos. Parece que o banco tudo faz para haver incumprimento, pois uma casa de 600 mil cujo crédito é de apenas 350 mil seria um bom negócio, Não respondem aos e-mails e contatos e andamos nisto há quase um mês. Vejo-me obrigado a recorrer ao banco de Portugal, como instituição que deve ser isenta e zelar pelos interesses dos consumidores, que faça um apuramento da situação com fim de libertar o capital remanescente de cerca de 6 mil euros. Lamento profundamente a postura do CGD, que criando imensas dificuldades criaram situações de incumprimento, inclusive abriram um processo de incumprimento completamente absurdo e sem qualquer justificação (PARI), no sentido de dificultar o acesso ao crédito, sem sequer darem qualquer justificação ao cliente. Criaram assim unilateralmente dificuldades de acesso ao crédito bancário e agora exigem uma vistoria ao imóvel, etc. para libertar 6 mil euros numa casa cuja avaliação é de 600 mil. Agradeço, pois, que o banco liberte o capital remanescente imediatamente. Cumprimentos.

Encerrada

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