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Serviço não prestado e cobrança de valor

Em curso Pública

JAOS - Instalações e serviços Unip. Lda.

Reclamar

Problema identificado:

Outro

Reclamação

V. A.

Para: JAOS - Instalações e serviços Unip. Lda.

23/03/2026

Após análise do orçamento 003/025 de 21-02-2025 apresentado, foi adjudicado à empresa a obra de pichelaria e eletricidade da nossa casa. No mês de Maio passado, marcámos com a empresa e fomos ao ainda terreno para adjudicar a obra e esclarecer algumas dúvidas. Quando adjudicámos o orçamento, perguntámos se tinham disponibilidade para fazer a obra visto que estava previsto começar no final de Agosto, e com que antecedência teríamos que notificar para se organizarem e virem fazer o trabalho, disseram-nos que não havia qualquer problema, que tinham possibilidade de fazer a obra e que no máximo o que poderiam atrasar seria uma semana. Entretanto começámos a tratar da baixada da luz e no que diz respeito à documentação necessária a entregar à e-redes, e na colocação das caixas no mureto, sempre que ligámos fomos bem atendidos, com prontidão e simpatia, nada a dizer em relação a isso. Posto isto, no dia 4 de Setembro, ligámos a informar que a obra tinha começado para se poderem organizar nos tempos pois entretanto seria necessário irem lá colocar a tubaria para depois não haver necessidade de abrir rasgos no chão, ao que nos disseram que não havia qualquer problema, para nós ligarmos uma semana antes a relembrar. No dia 17 de Setembro, ligámos a avisar que daí a uma semana seria necessário ir lá colocar a tubaria, foram à obra falar com o empreiteiro, eu estava presente, e foram embora para que o empreiteiro não parasse que depois resolviam a questão da tubaria. Nós não colocamos qualquer objeção. O tempo foi passando e ninguém da empresa na obra. No dia 30 de Outubro, pelas 17h fomos ao encontro do Sr. Arlindo, responsável da empresa, a uma obra que andavam em Loureiro, e entregámos em mãos, 2000€ em dinheiro para compra de materiais ou o que necessitassem no imediato para a nossa obra. Entretanto, no dia 5 de Novembro resolvemos ligar a informar que impreterivelmente teriam que ir para a obra dentro de 3 semanas máximo 1 mês pois o trabalho de pichelaria estava atrasado e a fazer falta para a obra continuar, ao que nos disseram para não nos preocuparmos que dentro desse prazo iriam para lá sem problema mas para ligarmos uma semana antes para relembrar. Mais uma vez o fizemos e ninguém na obra. Após várias tentativas de contacto algumas bem sucedidas outras não, foi-nos feita a promessa que sem falta no final do ano iriam iniciar a obra, o que não aconteceu. Novamente surgiram novas tentativas de contacto não sucedidas, no Sábado dia 4 de Janeiro, para surpresa nossa, apareceram na obra, fizeram as marcações com o spray, incompletas, com a promessa de que agora iam continuar mas mais uma vez, nunca mais apareceram na obra. Posto isto, decidimos procurar outra solução pois entendemos que têm bastante trabalho mas também gostaríamos que entendessem que é a nossa vida que está em questão e que temos os nossos tempos também a cumprir para com outras empresas e para com a Câmara. No passado dia 24 de Janeiro, fomos ao encontro do Sr. Arlindo, numa obra onde andava no Furadouro e informamos as nossas razões e que iríamos encontrar outra solução para que a nossa obra não continuasse parada ao que nos disseram que não havia problema e que iam fazer as nossas contas pois têm dinheiro na sua posse que na verdade não lhes pertence. Concordámos e seguimos. A partir daqui, seguiram-se várias tentativas de contacto, umas bem sucedidas outras nem por isso para que façam as nossas contas, somos atendidos com arrogância, desligam-nos o telefone quando ainda estamos a falar e são arrogantes connosco. Fomos sempre bastante coniventes, pacientes e corretos com a empresa, mas quando não há feedback, temos que procurar outra solução. Mediante tudo isto, deixou de ser possível o contacto com o Sr. Arlindo, por simplesmente não nos entendermos, e tentámos o contacto com o Sr. Alexandre que entretanto deixou de ser possível visto nos ter deixado de atender. Já nem estamos preocupados com a fatura mas queremos a devolução do nosso dinheiro pois 2000€ não são o valor justo para a elaboração dos documentos a entregar à e-redes,3 caixas plásticas que se encontram no mureto e as marcações feitas em pouco mais de meio dia de trabalho. Temos na nossa posse guardado o quadro elétrico provisório para lhes devolver mas que tivemos que retirar da obra.


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