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Testámos 5 soluções para transportar o cão no carro

28 agosto 2018
transporte animais

28 agosto 2018
Analisámos e realizámos testes de colisão com cinco sistemas para prender o patudo quando viaja com ele. Descubra a melhor e evite uma coima entre 60 e 600 euros.

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O Código da Estrada não menciona de forma explícita o transporte de animais de estimação: são equiparados a carga. Como tal, devem ser acomodados de modo a não perturbarem o condutor nem afetarem a sua visibilidade. Também se deve evitar que sejam projetados, em caso de acidente.

Há várias soluções para transportar os animais de estimação. Caso opte por uma caixa, convém que seja adequada ao tamanho do cão. Se for pequena, pode ir no chão do carro, junto ao banco do passageiro ou dos assentos traseiros. Já quando se trata de um cão grande, é preferível viajar em caixas próprias, na bagageira ou, quando o carro o permite, separado do habitáculo por uma rede ou outro dispositivo. Este impedirá a passagem ou uma eventual projeção do animal sobre os passageiros. Há também quem use um arnês que se insere no cinto de segurança do automóvel, um sistema que apenas pode ser usado nos bancos de trás.

Realizámos testes de colisão com cinco soluções diferentes, para indicar a que melhor protege o seu amigo de quatro patas. Mas não se assuste: nenhum animal sofreu durante a realização dos testes. Nas situações mais perigosas, recorremos a um “boneco” que simula o tamanho e o peso de um cão verdadeiro.

Acompanhamos regularmente os temas relacionados com os animais de estimação: temos testes a ração, artigos sobre doenças de cães e gatos ou sobre acessórios, como dispensadores de comida, e esclarecimentos sobre os direitos dos animais e dos donos. Se ainda não é subscritor, descubra esta e outras vantagens.

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