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Voos: reembolso pela bagagem de mão
A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.
Reclamações recentes
Encomenda entrega a outra pessoa/não recebi
Estava à espera de uma encomenda (urgente) a qual se encontrava a aguardar marcação de entrega no dia 09/06. No dia 12/06, como não tinha recebido nenhuma informação relativa à entrega, consultei o site e verifiquei uma anomalia operacional (???). Aguardei... No dia 15/06, sem qualquer alteração ao estado da encomenda, entrei em contacto com a empresa a qual me voltou a dizer que tinha existido uma anomalia e que já iam dar ordem para seguir para distribuição. Hoje, dia 16/06, recebo uma mensagem com o horário de entrega e fui contactada nesse horário. Contudo, estava a trabalhar, não estava em casa, e não consegui atender a chamada, pelo que aguardei receber um email/mensagem com a local para ir levantar... O dia passou e nada... Consultei novamente o site da transportadora para ver onde andava a encomenda e se havia local de levantamento. A meu espanto, leio que a encomenda foi entregue (!!!????) e consulto a prova de entrega. Foi entregue a uma Cristina! (?????) Quem é a Cristina? Como assim a minha encomenda com PIN de entrega é entregue a uma Cristina???? Não recebi informação. Pelo meio de tantos questionamentos, lembro-me que a dona do café da rua se chama Cristina........ Fui ao café e a encomenda estava lá. Mas como é possível o estafeta deixar uma encomenda num café, sem me consultar, sem a minha autorização?! E pior que isso foi mesmo o estado em como se encontrava a encomenda. A caixa praticamente aberta, rasgada num canto (anexo foto). Inadmissível esta situação toda!!!
Não encomendei nada
Exmos. Senhores, Em (DATA) comprei-vos, através do vosso site, um/uma (DESCRIÇÃO DO OBJECTO) por (PREÇO PAGO). A referência da encomenda é (COLOCAR REFERÊNCIA). Em (DATA), portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Encomenda não entregue
Boa tarde até à presente data, a encomenda não foi entregue Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e só abrem tickets A data máxima da entrega e sexta feita 19. Depois dessa data não estarei em casa é não quero a encomenda. Ate hoje nada foi entregue. Quero uma solução imediata. Ou serão contatados pela equipa de advogados do deco proteste Obrigada
Débito indevido
Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra o Novobanco devido a movimentações financeiras não autorizadas na minha conta, ocorridas no dia 02/06/2026, que totalizaram o valor de 1.034,41 €. No momento em que detetei a fraude, contactei imediatamente o apoio ao cliente do Novobanco, solicitando o bloqueio da conta e a reversão das operações. Foi-me comunicado pelo banco um prazo de 30 dias para análise do incidente, sem qualquer garantia de reembolso, o que considero inaceitável face à natureza urgente da situação e aos danos patrimoniais que estou a sofrer. Ressalvo que: 1. As referidas operações não foram por mim autorizadas, realizadas ou consentidas. 2. A situação de fraude compromete o pagamento das minhas obrigações básicas (renda, serviços, alimentação), colocando-me numa situação de vulnerabilidade financeira extrema. 3. Mais acrescento que, devido à situação de extrema vulnerabilidade em que me encontro, e por já padecer de problemas de saúde do foro psicológico, este incidente provocou um agravamento grave e direto do meu estado de bem-estar e estabilidade emocional. O stress, a ansiedade e a incerteza gerados pela inoperância do banco perante esta perda patrimonial têm tido consequências severas na minha vida quotidiana, situação pela qual o banco também deve ser responsabilizado. 4. De acordo com o Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento, cabe ao prestador de serviços de pagamento (o banco) a responsabilidade pela segurança das transações e o ónus da prova em casos de operações não reconhecidas pelo cliente. Desta forma, solicito: A celeridade na análise do processo, reduzindo o prazo de resposta, dada a gravidade do impacto na minha subsistência e saúde. O imediato reembolso integral dos valores subtraídos indevidamente. A clarificação por parte do Novobanco sobre quais as medidas de segurança falharam e como pretendem proceder à reparação dos danos decorrentes desta falha (incluindo encargos extras por pagamentos em atraso que este incidente provocou). Junto a esta reclamação, informo que já apresentei a devida queixa-crime junto das autoridades competentes GNR sob o processo nº G0001282/26.220110751, que também segue em anexo assim como prints da conversa com o banco Aguardo uma resposta célere e concreta, sob pena de remeter esta reclamação formal ao Banco de Portugal e às instâncias judiciais competentes para o devido ressarcimento de danos patrimoniais e morais. Com os melhores cumprimentos, Wagner Gonçalves da Rocha
CGD SEM INFORMAÇÃO AO CLIENTE
Assunto: Contestação da resposta referente ao processo n.º 20261028460 Exmos. Senhores, Acuso a receção da vossa comunicação relativa ao processo n.º 20261028460, referente ao reporte efetuado à Central de Responsabilidades de Crédito (CRC). Não posso, contudo, concordar com a conclusão apresentada, na medida em que considero não ter sido devidamente informado da iminência do reporte à CRC. Na vossa resposta referem que o extrato de abril foi disponibilizado na CaixaDirecta em 02/04/2026 e que nesse documento constava informação sobre o incumprimento e sobre a eventual comunicação à CRC. Todavia, a mera disponibilização de um extrato numa área reservada não demonstra, por si só, que o cliente tenha sido efetivamente informado de uma situação com consequências tão relevantes para o seu histórico de crédito. Até à data, não me foi apresentada qualquer prova de que tenha sido efetuada uma comunicação individualizada e eficaz, designadamente através de carta, correio eletrónico, SMS ou outro meio idóneo, alertando expressamente para a existência do incumprimento e para a iminência do reporte à CRC. Assim, solicito que me seja facultada a seguinte informação: 1. Qual o meio concreto utilizado para me informar da existência do incumprimento e da iminência do reporte à CRC; 2. Cópia ou evidência documental dessa comunicação; 3. Indicação da cláusula contratual ou disposição regulamentar que permita considerar suficiente, para efeitos do cumprimento do dever de informação, a simples disponibilização do extrato na área reservada da CaixaDirecta; 4. Prova de que tal informação foi efetivamente colocada ao meu conhecimento antes da realização do reporte efetuado em 08/04/2026. Considero que, tratando-se de uma comunicação suscetível de afetar significativamente o meu registo de crédito junto do Banco de Portugal, o dever de informação deve ser cumprido de forma clara, adequada e demonstrável. Agradeço a reapreciação da situação e aguardo resposta aos esclarecimentos solicitados. Com os melhores cumprimentos,
