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Voos: reembolso pela bagagem de mão

A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.

Reclamações recentes

L. F.
14/06/2026

Condutor fraudulento

Na sexta-feira passada, pedi uma viagem pela Uber para três pessoas. Com o condutor “Romeu”. Um dos passageiros acabou por vomitar durante o percurso, mas, de imediato, limpámos tudo com produtos de limpeza e o carro ficou limpo e a cheirar bem. Apesar disso, o condutor informou-nos de uma alegada 'taxa de limpeza' e cobrou-me 40 euros em dinheiro. Achei estranho, mas, tendo em conta a situação desagradável, acabei por pagar. Hoje, recebi outro aviso para pagar 120 euros por uma nova 'taxa de limpeza', mas já tinha pago ao condutor! Depois de pesquisar, percebi que a Uber apenas cobra entre 25 e 50 euros nestes casos, sendo que o condutor deve tirar fotos do carro antes de pedir qualquer valor extra. Realço que o carro já estava limpo e o condutor nem sequer tirou fotos no momento. Outra situação preocupante é que reparei que a foto do condutor na aplicação não corresponde à pessoa que nos conduziu, o que me deixou bastante desconfiada quanto à identidade do mesmo. Peço que reavaliem esta situação com urgência!

Em curso
M. F.
14/06/2026

Cobrança indevida e prática comercial agressiva pela Tangerine Rent

Categoria Consumo → Serviços → Rent-a-car / Aluguer de automóveis No dia 11/06/2026, ao levantar um veículo reservado através do Booking (serviço de aluguer de carros), na locadora Tangerine - Rua Professor Henrique de Barros, 12,, fui alvo de práticas comerciais abusivas e potencial venda casada. Antes da viagem, contratei e paguei um Seguro de Proteção Total através do Booking, emitido pela Zurich Insurance Europe AG, com cobertura até 20.000€, incluindo danos ao veículo, janelas, rodas, espelhos, fechaduras, reboque, combustível errado e perda de chaves. Toda a documentação confirma que não é necessário contratar qualquer seguro adicional da locadora. Ao chegar à Tangerine, fui confrontado com: - Exigência de caução superior a 4.000€, mesmo eu tendo seguro total. - Recusa em aceitar os dados do meu cartão AMEX internacional, alegando que só aceitariam o cartão físico. - Recusa em aceitar o cartão da minha companheira, mesmo sendo possível alterar o condutor. - Alegações falsas de que o seguro do Booking não cobre pequenos danos sem boletim de ocorrência policial. - Coação comercial, afirmando que sem contratar um seguro adicional eu não poderia levantar o veículo. - Cobrança de um seguro adicional no valor total de 447,72€, pago em dois cartões (223,86€ no meu cartão e 223,86€ no cartão da minha companheira). A conduta da Tangerine configura: - Prática comercial agressiva (DL 57/2008) - Venda casada, proibida pelo Código do Consumidor - Violação do dever de informação - Imposição de serviço não solicitado - Aproveitamento da vulnerabilidade do consumidor Solicito: - Reembolso integral dos 447,72€ cobrados indevidamente - Mediação da DECO - Avaliação de infrações ao Código do Consumidor - Abertura de processo contra a empresa, se aplicável - Anexo comprovativos, documentos do seguro e recibos. Pretensão do Consumidor - Reembolso integral de 447,72€ e intervenção da DECO para cessar práticas abusivas. Dados adicionais - Local do incidente: Tangerine - Rua Professor Henrique de Barros, 12 (próximo ao Aeroporto de Lisboa) Data: 11/06/2026 Valor cobrado indevidamente: 447,72€

Em curso
A. P.
14/06/2026

Loja recusa-se a montar relógio

Exmos. Senhores, Dirigi-me hoje pela segunda vez em dois meses à loja do UBBO com um relógio adquirido nessa mesma loja, que me foi oferecido como presente. O relógio está na caixa, contendo também vários extensores que vieram extra, mas que não estão montados no relógio. A bracelete não me serve sem serem colocados os extensores, portanto não consigo utilizar o relógio. Hoje, pela segunda vez, as colaboradoras da loja em questão recusaram-se a colocar os extensores na bracelete. A colaboradora da visita anterior disse não ter o material necessário para o fazer em loja, a colaboradora que lá estava hoje alegou primeiramente (e com muito má vontade em atender-me, diga-se de passagem, visto que nem sequer olhou para mim) que não tinham extensores. Quando a informei que tinha os extensores na caixa alegou que não sabia fazer a montagem pois estava a trabalhar na loja há apenas 3 dias (mas estava a trabalhar sozinha?!). Pediu-me ainda para regressar em 2 dias. Importa referir que para me deslocar a esta loja tenho de fazer uma viagem de quase 1h, pois não resido perto do centro comercial, nem de qualquer outra loja Swarovski mais perto, portanto não é uma viagem que possa fazer com frequência, apenas para ter o mesmo desfecho. A minha questão é se as lojas Swarovski não se responsabilizam pelo pós-venda de artigos, ou se as colaboradoras não são treinadas para fazer este mesmo pós-venda. Ou simplesmente não o fazem porque não lhes apetece? Tenho de momento um relógio de 300€ que não consigo utilizar. Tenho de ir a uma ourivesaria e pagar para que o façam num sítio em que sabem o que estão a fazer?? Que atendimento deplorável, explicaria o porquê da loja estar quase sempre vazia. Se calhar o problema é meu, por continuar a comprar artigos desta marca...

Em curso
M. F.
14/06/2026

Falha de informação e falta de fiscalização do seguro vendido pelo Booking / Rentalcars

Contratei através do Booking um Seguro de Proteção Total / Full Protection Insurance, emitido pela Zurich Insurance Europe AG, com cobertura até 20.000€, incluindo danos ao veículo, janelas, rodas, espelhos, fechaduras, reboque, combustível errado e perda de chaves. O Booking afirma claramente que qualquer valor cobrado pela locadora será reembolsado e que o cliente pode recusar seguros adicionais oferecidos no balcão. No entanto, ao levantar o veículo na locadora Tangerine (Rua Professor Henrique de Barros, 12, próxima ao Aeroporto de Lisboa), fui informado de que: - O seguro do Booking não seria aceite pela locadora. - O seguro do Booking não cobriria pequenos danos sem boletim policial, o que é falso segundo a documentação oficial. - Eu seria obrigado a contratar um seguro adicional da Tangerine, sob pena de não receber o veículo. - Fui forçado a pagar 447,72€ por um seguro adicional, apesar de já ter pago ao Booking o seguro total. O Booking: - Vendeu um seguro que não foi respeitado pela locadora parceira - Não fiscaliza as práticas das locadoras que utiliza - Coloca o consumidor numa situação de dependência e prejuízo - Não garante a execução do serviço que comercializa Solicito: - Mediação da DECO - Reembolso integral dos 447,72€ - Avaliação da conduta do Booking enquanto intermediário - Abertura de processo, se aplicável - Anexo documentos do seguro, comprovativos de pagamento e comunicação relevante. Pretensão do Consumidor - Reembolso integral de 447,72€ e intervenção da DECO para garantir o cumprimento das condições do seguro vendido. Dados adicionais - Intermediário: Booking.com / Rentalcars.com Data do incidente: 11/06/2026 Valor do prejuízo: 447,72€

Em curso

Intimidação na entrega, Péssimo atendimento

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a uma situação ocorrida no âmbito de uma encomenda efetuada através dos vossos serviços. No dia 13 de junho fui contactada por uma colaboradora identificada, tanto quanto me recordo, como (reserva-se á lei de protecção de dados) relativamente a substituições de artigos da minha encomenda. Desde logo, fiquei surpreendida pelo facto de terem sido efetuadas substituições, uma vez que as definições da minha área de cliente se encontram expressamente configuradas para "Não Substituir". Após a receção da encomenda, verifiquei a falta de vários artigos e contactei a linha de apoio ao cliente da Auchan para reportar a situação. Posteriormente, fui novamente contactada pela referida colaboradora, que me informou que a minha encomenda tinha sido auditada e que tinha falado com o estafeta responsável pela entrega, tendo-lhe sido transmitido que todos os artigos tinham sido entregues. Durante essa chamada, senti que a situação foi abordada de forma pouco imparcial, com insinuações de que o problema estaria do meu lado, apesar de eu estar apenas a reportar a ausência dos artigos em falta. Na sequência da reclamação, foi agendada uma nova entrega para reposição dos artigos. Contudo, aquando dessa segunda deslocação, fui confrontada com uma atitude que considero inadequada e desproporcionada por parte do colaborador presente. O mesmo referiu repetidamente que a entrega inicial tinha sido efetuada por um coordenador, que todo o processo tinha sido auditado e que a situação lhe parecia "muito estranha". O tom utilizado foi, na minha perceção, elevado, ríspido e intimidatório, acabando por expor a situação perante vizinhos e terceiros que se encontravam nas proximidades. Adicionalmente, fui informada pelo colaborador de que a entrega estava a ser gravada (em vídeo pelo seu telemóvel) para efeitos de auditoria, para comprovar a entrega. Esta abordagem causou-me desconforto e constrangimento. Pretendo deixar claro que a presente reclamação não se prende apenas com a falha na entrega dos artigos, que acabou por ser corrigida, mas sobretudo com a forma como fui tratada ao longo de todo o processo. Considero que qualquer averiguação interna deve ser conduzida com respeito pelo cliente, sem insinuações, pressões ou comportamentos suscetíveis de gerar intimidação. Face ao exposto, solicito a análise desta ocorrência, bem como o esclarecimento sobre os procedimentos adotados em situações de auditoria e gravação de entregas, incluindo o respetivo enquadramento legal e os mecanismos de proteção dos direitos dos clientes. Informo ainda que me reservo o direito de recorrer aos meios legais e às entidades competentes que considere adequados para salvaguarda dos meus direitos e interesses. Aguardo resposta por escrito sobre esta situação. Com os melhores cumprimentos, Francisca Fernandes

Em curso