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Voos: reembolso pela bagagem de mão

A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.

Reclamações recentes

R. F.
Hoje

Voucher não utilizado e pedido de solução

Apresento reclamação relativa ao voucher nº 13932, adquirido/oferecido em Março 2022, referente a uma experiência de salto tandem que, até à presente data, nunca foi possível realizar devido a sucessivos cancelamentos efetuados pela empresa por motivos operacionais (condições meteorológicas, manutenção de aeronave e restrições aeroportuárias). Ao longo dos anos demonstrei disponibilidade para reagendar em diversas ocasiões, tendo todas as marcações sido canceladas sem que o serviço contratado fosse efetivamente prestado. Em 2024 solicitei o reembolso do valor pago, tendo-me sido comunicado que os vouchers são não reembolsáveis, mesmo quando a impossibilidade de prestação do serviço resulta de cancelamentos operacionais da própria empresa. Considerando que o serviço nunca foi prestado, venho exigir a devolução integral do valor pago pelo voucher, solicitando a resolução desta situação no prazo legal aplicável.

Em curso
A. P.
Hoje
Tecnimed

Encomenda não recebida

Realizei a encomenda OCPFLDIGX junto da Curaprox/Curaden Portugal (entidade representada da Tecnimed no passado dia 15 de Janeiro. Durante várias semanas não recebi a encomenda e contactei a empresa. Passados vários dias disseram que ia receber e que o tracking estava em dia. Passados uns dias reparei que estava dado como entregue (sem que eu tenha recebido) e questionei novamente a empresa. Disseram que tinha sido entregue à empresa e que iriam fazer o reembolso. Passada uma semana ainda não tenho reembolso e a empresa deixou de responder aos emails

Em curso
N. S.
Hoje
PSG Seguranca? Privada

Abuso de (falsa) autoridade de "vigilantes" e PSG tem que acabar

Mais uma... mais um ato de ditadura, mais uma tentativa de deprivacao de direitos legais por abusos de autoridade que nao teem, como se nao houvesse estado de direito em Portugal de ha 51 anos, por "vigilantes" da PSG. Ja ouvi de tudo desta empresa, vigilantes embriagados em horas de expediente em estacoes ferroviarias q causaram choque a passageiros, vigilantes que usam de violencia psicologica e verbal contra clientes dos espacos que os contratam, etc. etc. e muito mais. Desta vez, uma "vigilante" de um espaco publico, a bilioteca Antonio Mega Ferreira no Parque das Nacoes em Lisboa, em operacao as 1h30m de sabado 14 de Fevereiro de 2026, aquando da ocorrencia. Sala de estudo- senso comum, cada utente usa o equipamento proprio que entender, tablet, computador, smartphone, para as suas atividades de estudo (pesquisa, redaccao, etc.) e ninguem tem absolutamente nada com isso a nao ser o proprio, cerca da 1h30, nao existiam tomadas perto do meu lugar, entao desloquei-me para as mais proximas (junto ao canto da mesa rectangular) para ligar o equipamento a ficha (os outros 2 utentes na sala tb tinham os equipamentos ligados a tomadas), estava a usar um smartphone e os cabos nao sao tao grandes como os dos computadores entao desloquei uma cadeira do lado maior da mesa rectangular para o lado menor junto a tomada e sentei-me perto do equipamento para poder continuar. Chegou a dita funcionaria."A cadeira nao pode estar ai. What? Ha regulacao de layout da sala?, as cadeiras nao podem por nenhuma razao pratica para justificar a existencia deste espaco, afastarem-se poucos centimetros do sitio original, nao pertubando nem obstruindo nada nem ninguem, para o utente poder continuar enquanto o equipamento esta ligado a tomada mais proxima??? A questao nem foi esse nonsense foi a atitude autoritaria, ditatorial e deprivada de qualquer senso democratico para nao falar em absolutamente desprovida de civismo. Apos o "a cadeira nao pode estar ai", expliquei a situacao, o porque de se nao estivesse ali eu nao poderia continuar do meu lugar porque as unicas tomadas que existiam eram essas (ou teria de mudar, com todo o material, para outra mesa se estivesse livre). A resposta nao foi algo que qualquer utente de um espaco espera, foi um ultimato em tom de ameaca. Nao foram sugeridas opcoes plausiveis, do estilo " pode mudar-se para aquela mesa que tem tomadas perto das cadeiras", nao, a resposta foi, como se vivessemos ainda no tempo da Ditadura, um ultimato em tom de ameaca "A senhora pode sair, ...". E virou costas, eu fui atras com uma pergunta, como cientista que sou, por nao caber na cabeca de ninguem uma cadeira nao se poder afastar poucos centimetros para responder a necessidade do utente porque as unicas tomadas que ha naquela mesa rectangular servem apenas um topo da mesa, onde pus a cadeira e estao longe do outro topo. A minha pergunta, dado o choque da atitude pseudo-hitleriana da funcionaria da PSG, foi " Nao concorda que nao faz sentido isso da cadeira nao poder estar ai por razoes obvias, ate para uma crianca, porque nao ha tomadas do outro lado da mesa?" Os direitos de liberdade de expressao e de informacao sao direitos legais de todos, consagrados domesticamente na Constituicao da Republica art. 37, sendo tambem direitos humanos universais. A idiota (do grego "que carece de discernimento ou bom senso") nao respondeu, tentou silenciar alguem por coercao. Porque na cabeca desta gente so calando os outros os podem subverter a sua vontade, nao e a lei, porque subverter alguem num estado democratico so pode ser subversao a lei, nunca a algo que nao seja lei ou legal como no caso uma vontade, um apetite pessoal, e mesmo a policia, que tem a autoridade de subverter alguem a "lei", ainda assim tem limitacoes, o respeito pelos direitos dos outros. Esta idiota (vide definicao anterior) cometeu o crime de tentar deprivar alguem do direito legal de liberdade de expressao e de resposta, crimes contra a Constituicao da Republica portuguesa, e se o art. 382 do codigo penal se aplicasse em caracter geral a quem abusa de autoridade, tb crimes de abuso de autoridade. Ja agora, nao respondeu, limitou-se a olhar, pegar no telefone e chamar um colega, atitude de coercao intimidatoria. Mas com este "podia-se falar". A solucao? Agarrei nas coisas e mudei de mesa, perto de tomadas. Exijo que seja retirada o cartao profissional (licenca) a esta funcionaria ou sera o tribunal a faze-lo e quem sabe a julga-la por crime contra a Constituicao da Republica Portuguesa entre outros e a PSG tambem.

Em curso
M. S.
Hoje

Desgraça e Fraude

Na noite de sexta-feira, 14.02.2026, a minha esposa ligou-me do trabalho a dizer que se sentia mal. Fui imediatamente buscá-la e dirigimo-nos às urgências do Hospital CUF Porto, por ser a unidade mais próxima do local de trabalho dela. Os problemas começaram logo à entrada: apesar de a minha esposa estar curvada com dores, com um saco na mão e ter acabado por se sentar no chão por não conseguir aguentar-se em pé, nem os funcionários da receção nem qualquer outra pessoa se dignou a intervir. Parecia não ser uma urgência, mas sim uma fila de espera comum, onde até pessoas que chegavam em perfeitas condições eram atendidas por ordem numérica. Questionei o funcionário do registo se aquilo era realmente uma urgência, apontando para a minha esposa prostrada no chão enquanto ele priorizava o registo de um jovem que estava calmamente de pé. Só depois enviaram uma cadeira de rodas; no entanto, entregaram-me a cadeira a mim e disseram-me para a levar para a sala de espera interior. Após algum tempo, fomos levados a uma pequena sala onde alguém (não sei se médico ou técnico) fez algumas perguntas, colocou-nos pulseiras e levou a minha esposa para o interior. Apesar de ela ter entrado a chorar, a gemer, a vomitar bílis e a queixar-se de dores fortíssimas, só cerca de 20 minutos depois é que uma enfermeira apareceu para lhe retirar sangue. Expliquei aos funcionários que, numa situação anterior idêntica no Hospital Lusíadas, ela tinha sido medicada com analgésicos e soro, tendo recuperado e tido alta em cerca de duas horas. Embora não soubesse os detalhes técnicos, o tratamento lá foi eficaz. Na CUF, apesar de eu pedir que aliviassem a dor dela ou que a sedassem como fizeram nos Lusíadas, limitavam-se a dizer que 'já tinham dado analgésicos' e tentavam afastar-me do local. Falava com a minha esposa por telefone a cada 5 minutos; ela mal conseguia falar, chorava desesperada, dizia que a dor era insuportável, que tinha medo de morrer e que continuava a vomitar. Ela dizia-me que implorava por ajuda aos médicos e enfermeiros, mas que estes a ignoravam, negando-lhe inclusive uma cama ou maca para se deitar. Assustado e revoltado, entrei nas instalações e exigi à enfermeira que retirasse o soro e tudo o que tinham ligado, pois íamos para outro hospital. Não o fizeram. A enfermeira falou com o médico, que nos pediu para esperar. Alegaram que tentaram levar a minha esposa para uma tomografia (TAC) três vezes, mas que ela não ficava quieta devido à dor. O facto de tentarem fazer exames de diagnóstico caros antes de controlarem a dor dela fez-me suspeitar de motivações puramente económicas. Ao ver a minha esposa com o rosto pálido, olhos sem vida e quase desfalecida numa cadeira, perdi a paciência. Exigi, num tom mais elevado, que fizessem algo ou nos deixassem sair. Só nesse momento é que médicos e enfermeiros se mobilizaram, trouxeram uma maca e finalmente a instalaram num quarto. Ela ficou em estado de semi-consciência sob efeito de soro durante algumas horas. O meu sogro também se deslocou ao hospital e ficámos todos ali até ao meio da noite. Por volta das 02:30, deram-lhe alta. Saiu novamente em cadeira de rodas, ainda com dificuldade em falar — algo que nunca aconteceu após o tratamento nos Lusíadas. O choque final foi na faturação: apresentaram-me uma conta de 692,36 Euros! Em resumo: um problema que no Hospital Lusíadas foi resolvido de forma simples e eficaz em 2 horas, na CUF transformou-se num pesadelo de várias horas para toda a família, sem um atendimento digno. E por este serviço deplorável, cobraram quase 700 euros. Conclusão: Se não estiverem numa situação de vida ou morte extrema, nunca escolham o Hospital CUF, especialmente o do Porto. A minha experiência foi de que, em nome do lucro e da realização de exames desnecessários, colocam a saúde do paciente em risco. Não recomendo a ninguém.

Em curso
T. S.
Hoje

levantamentos não autorizados e transferências para "mim mesma" não autorizadas

Boa noite hoje recebi 210€ na minha conta da activobank e levantaram 200€ num atm não fui eu, e tambem houve uma transferência para "mim" de 288€ que não fui eu a fazer e o banco não faz nada fora do horário util para alem de cancelar os cartoes eu precisava desse dinheiro este fim de semana para ir para espanha!

Em curso