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Abuso de (falsa) autoridade de "vigilantes" e PSG tem que acabar

Em curso Pública

PSG Seguranca? Privada

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Problema identificado:

Outro

Reclamação

N. S.

Para: PSG Seguranca? Privada

14/02/2026

Mais uma... mais um ato de ditadura, mais uma tentativa de deprivacao de direitos legais por abusos de autoridade que nao teem, como se nao houvesse estado de direito em Portugal de ha 51 anos, por "vigilantes" da PSG. Ja ouvi de tudo desta empresa, vigilantes embriagados em horas de expediente em estacoes ferroviarias q causaram choque a passageiros, vigilantes que usam de violencia psicologica e verbal contra clientes dos espacos que os contratam, etc. etc. e muito mais. Desta vez, uma "vigilante" de um espaco publico, a bilioteca Antonio Mega Ferreira no Parque das Nacoes em Lisboa, em operacao as 1h30m de sabado 14 de Fevereiro de 2026, aquando da ocorrencia. Sala de estudo- senso comum, cada utente usa o equipamento proprio que entender, tablet, computador, smartphone, para as suas atividades de estudo (pesquisa, redaccao, etc.) e ninguem tem absolutamente nada com isso a nao ser o proprio, cerca da 1h30, nao existiam tomadas perto do meu lugar, entao desloquei-me para as mais proximas (junto ao canto da mesa rectangular) para ligar o equipamento a ficha (os outros 2 utentes na sala tb tinham os equipamentos ligados a tomadas), estava a usar um smartphone e os cabos nao sao tao grandes como os dos computadores entao desloquei uma cadeira do lado maior da mesa rectangular para o lado menor junto a tomada e sentei-me perto do equipamento para poder continuar. Chegou a dita funcionaria."A cadeira nao pode estar ai. What? Ha regulacao de layout da sala?, as cadeiras nao podem por nenhuma razao pratica para justificar a existencia deste espaco, afastarem-se poucos centimetros do sitio original, nao pertubando nem obstruindo nada nem ninguem, para o utente poder continuar enquanto o equipamento esta ligado a tomada mais proxima??? A questao nem foi esse nonsense foi a atitude autoritaria, ditatorial e deprivada de qualquer senso democratico para nao falar em absolutamente desprovida de civismo. Apos o "a cadeira nao pode estar ai", expliquei a situacao, o porque de se nao estivesse ali eu nao poderia continuar do meu lugar porque as unicas tomadas que existiam eram essas (ou teria de mudar, com todo o material, para outra mesa se estivesse livre). A resposta nao foi algo que qualquer utente de um espaco espera, foi um ultimato em tom de ameaca. Nao foram sugeridas opcoes plausiveis, do estilo " pode mudar-se para aquela mesa que tem tomadas perto das cadeiras", nao, a resposta foi, como se vivessemos ainda no tempo da Ditadura, um ultimato em tom de ameaca "A senhora pode sair, ...". E virou costas, eu fui atras com uma pergunta, como cientista que sou, por nao caber na cabeca de ninguem uma cadeira nao se poder afastar poucos centimetros para responder a necessidade do utente porque as unicas tomadas que ha naquela mesa rectangular servem apenas um topo da mesa, onde pus a cadeira e estao longe do outro topo. A minha pergunta, dado o choque da atitude pseudo-hitleriana da funcionaria da PSG, foi " Nao concorda que nao faz sentido isso da cadeira nao poder estar ai por razoes obvias, ate para uma crianca, porque nao ha tomadas do outro lado da mesa?" Os direitos de liberdade de expressao e de informacao sao direitos legais de todos, consagrados domesticamente na Constituicao da Republica art. 37, sendo tambem direitos humanos universais. A idiota (do grego "que carece de discernimento ou bom senso") nao respondeu, tentou silenciar alguem por coercao. Porque na cabeca desta gente so calando os outros os podem subverter a sua vontade, nao e a lei, porque subverter alguem num estado democratico so pode ser subversao a lei, nunca a algo que nao seja lei ou legal como no caso uma vontade, um apetite pessoal, e mesmo a policia, que tem a autoridade de subverter alguem a "lei", ainda assim tem limitacoes, o respeito pelos direitos dos outros. Esta idiota (vide definicao anterior) cometeu o crime de tentar deprivar alguem do direito legal de liberdade de expressao e de resposta, crimes contra a Constituicao da Republica portuguesa, e se o art. 382 do codigo penal se aplicasse em caracter geral a quem abusa de autoridade, tb crimes de abuso de autoridade. Ja agora, nao respondeu, limitou-se a olhar, pegar no telefone e chamar um colega, atitude de coercao intimidatoria. Mas com este "podia-se falar". A solucao? Agarrei nas coisas e mudei de mesa, perto de tomadas. Exijo que seja retirada o cartao profissional (licenca) a esta funcionaria ou sera o tribunal a faze-lo e quem sabe a julga-la por crime contra a Constituicao da Republica Portuguesa entre outros e a PSG tambem.


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