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Go Bravo – Retenção indevida de valores e ausência de reembolso após cancelamento
No passado dia 29 de setembro de 2026, procedi ao pedido formal de cancelamento do meu contrato com a Go Bravo (PT Bravo Debtech, Unipessoal Lda.) e exigi a devolução imediata do montante de que se encontra retido na vossa posse. Passados 7 dias, continuo sem receber o reembolso na minha conta bancária e sem qualquer comprovativo técnico que comprove a vossa intenção de devolver o meu dinheiro. As tentativas de contacto têm sido ignoradas ou adiadas com respostas vagas. Esta situação ganha especial gravidade tendo em conta o alerta público emitido pelo Banco de Portugal, que clarifica expressamente que a vossa entidade não está habilitada a prestar serviços de pagamento nem a movimentar fundos em território nacional. A retenção do meu dinheiro sem prestação do serviço contratado constitui uma prática abusiva. Exijo a restituição integral e imediata dos meus fundos na conta bancária cujo IBAN já vos foi facultado por e-mail. Caso o reembolso não seja processado nas próximas 24 horas, irei formalizar uma queixa-crime por apropriação indevida e burla junto da PSP/GNR, além de submeter uma denúncia detalhada diretamente ao Banco de Portugal e ao Livro de Reclamações Eletrónico. Fico a aguardar a resolução urgente do processo.
Burla
Boa tarde. Há cerca de 3 meses que tenho vindo a efetuar pagamentos no valor de 211,64€ para liquidar uma dívida, mas até ao momento não obtive qualquer resposta concreta, apenas me dizem para aguardar pois está tudo a ser tratado. Além disso, tenho recebido várias chamadas da Cofidis, onde me informaram que a PT BRAVO não tem indicação ou reconhecimento por parte do Banco de Portugal, o que me deixou ainda mais preocupada. Depois de confirmar junto do próprio banco, verifiquei que esta informação é verdadeira. Por este motivo, estou a reclamar, pois quero reaver o valor que já paguei, visto que tenho os comprovativos de todos os pagamentos. Na Cofidis, a dívida continua a aumentar e a PT BRAVO não fez nada para resolver a situação, nem me dá uma resposta concreta. Ao fim de 3 meses, considero inaceitável que isto ainda não esteja regularizado. Por isso, exijo a devolução do montante total que paguei, 634,92€, caso contrário terei de recorrer a outras formas para resolver a situação. Aguardo resposta.
"Recusa de rescisão de contrato por escrito e devolução de 435€"
Solicitei a rescisão do meu contrato com a Bravo por via escrita no dia 22 de setembro de 2026, rejeitando o contacto telefónico de retenção. Até ao momento, a empresa recusa-se a responder por e-mail e a oficializar o cancelamento, exigindo chamadas telefónicas obrigatórias. Exijo a confirmação imediata da rescisão do contrato por escrito e o extrato detalhado dos 435€ transferidos ao longo destes 4 meses, com a respetiva devolução do saldo que não tenha sido devidamente utilizado para liquidação de credores (uma vez que não houve qualquer negociação efetiva).
Burla
carta enviada via e-mail à GoBravo sem qualquer resposta... Pedi rescisão do contrato em vigor com aquela instituição, porque não compriu o que prometeu e não está habilitada a prestar qualquer serviço em Portugal na area de finanças, logo não poderiam celerar um contrato comigo. Boa tarde GoBravo, Venho por este meio informar-vos mais uma vez a finalização do contrato celebrado com a vossa instituição em junho de 2024 a contar no mês de Maio de 2026. Em Junho de 2026, contratei os vossos serviços para dar resposta às possíveis dividas que iria contrair por não ter capacidade financeira para pagar as prestações futuras das instituições financeiras que tinha pedido empréstimos de credito automóvel, pessoal ou credito em cartão, até esta data, tinha todas as prestações em dia e não tinha prestações em atraso nem o meu nome no banco de Portugal. Após pedir ajuda à GoBravo, esta prontificou se a ajudar com as dividas existentes: Cetelem 20239,15 € Wizink Bank 4636,94€ Cofidis 4359,13€ Unicredito 2961,27€ Bankinter 2861,48€ Universo 956,2€ No total da divida em 36014,24€, mas com a ajuda da GoBravo eu teria logo à partida um desconto sobre a mesma divida de 8575,99€ ficando só por liquidar 27438,25€ da divida total, e para isso teria que ser pago em 67 prestações no valor de 409,53€. Ponto 1. Nunca vi o tal desconto de mais de 8mil euros sobre a divida total, resumindo, mentiram, para alem de ver as minhas dividas aumentarem por falta de pagamento, nunca em negociações poderiam os credores saber que era a GoBravo estaria a ajudar nas mesmas, e descobri que a GoBravo não contactou todos os credores... Ponto 2. A GoBravo desde o inicio do contrato indicou me a não falar ou responder e a pagar, qualquer iniciativa das credoras seja por sms, e-mail, carta ou prestações bancarias. E todas essas iniciativas teria que enviar para a GobRavo. Ponto 3. Na negociação com a Cetelem, a pessoa da GoBravo que negociou com a Cetelem, informou-me que teria que pagar mensal 300€ a que teria que negociar a prestação que já pagava à GoBravo porque seria insuficiente para as restantes negociações, informei à mesma que seria impossível derivado ao salario que recebia e aos restantes pagamentos que teria de fazer resultante de ter uma casa a pagar. Ficou conversado e gravado que, a GoBravo aceitaria reduzir a sua comissão mensal para 36€ e o restante ficaria a acumular o saldo existente para as próximas negociações. Ponto 4. Em maio do ano corrente 2026, infelizmente recebo a informação que tinha o meu ordenado penhorado pela ação da Cofidis e por este motivo só recebo o ordenado minimo ou menos... Ponto 5. No dia 27 de Maio de 2026, pedi pelo Whatsapp da Gobravo que me indicassem o valor que eu tinha em saldo, que me passassem o contrato celebrado entre a Cetelem e a GoBravo, e quais seriam as instituições que até ao momento estariam em conversações. Ponto 6. Infelizmente fiquei a saber no mês de Agosto que, não existe nenhum contrato com a Cetelem por escrito mas sim um acordo palavreado em que tenho de pagar 300€ em 60 prestações, dai não me darem a resposta, dizendo que é confidencial, quando EU sou o ciente que vós contratou. Ponto 7. Infelizmente em Julho fiquei a saber por uma reportagem da NOW, que a vossa instituição ou empresa não podem exercer os serviços que me prestaram e consta em contrato porque perante a autoridade do Banco de Portugal a GoBravo não tem competências para estar a operar em Portugal. # O Banco de Portugal adverte que a Go Bravo Portugal Unipessoal, Lda. (NIPC 516391720), atuando em seu próprio nome ou em nome de terceiros, não está habilitada a desenvolver, em Portugal, qualquer atividade financeira reservada às instituições sujeitas à supervisão do Banco de Portugal, nomeadamente a prestar serviços de pagamento, incluindo o envio de fundos. A prestação dos serviços de pagamento previstos no artigo 4.º do Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Eletrónica, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 novembro, está reservada em Portugal às entidades para tal habilitadas, conforme o disposto no n.º 1 do artigo 11.º do mesmo regime jurídico. A lista das entidades autorizadas a prestar serviços de pagamento pode ser consultada no sítio do Banco de Portugal na internet, em www.bportugal.pt. # Deixo o link : https://www.bportugal.pt/comunicado/entidade-nao-habilitada-prestar-servicos-de-pagamento-go-bravo-portugal-unipessoal-lda Ponto 8, Só por si, o contrato passa a nulo por a vossa instituição não ter os requisitos necessários para estarem aprovados pelo Banco de Portugal. Ponto 9. Infelizmente apos varias tentativas e insistências pelo Whatsapp da GoBravo, consegui as respostas no dia 11 de Setembro de 2026, às questões colocadas no dia 27 de Maio de 2026, por tanto uma empresa responsável e ao qual o cliente paga para fazerem o ser papel, só dão informação ao fim de QUATRO meses??? Ponto 10, No dia 11 de Maio de 2026, informaram que teria em conta corrente um saldo POSITIVO de 414,34€, mas depois como pedi que transferissem esse mesmo montante para a minha conta, já enviaram o mesmo papel com os mesmos dados mas com as alterações a necessárias para justificar afinal que tinha saldo negativo. Ponto 11. No momento em que existe uma quebra contratual de uma das partes envolvidas e que a sua existência não enquadra judicialmente ao que propuseram fazer, não existe comissões nem condições para continuarem a exercer atividade que propuseram me no inicio do contrato. A GoBravo não pode exercer a atividade para a qual eu contratei. O contrato celebrado com a vossa instituição implicaria que não houvesse danos para o cliente(eu) e infelizmente tive, no mês de Maio do corrente ano 2026, fui informado pelo DRH da minha entidade patronal que o meu ordenhado estaria penhorado por ação judicial apresentada pela Cofidis. Depois de ser contactada por mim, fiquei a saber que a vossa instituição nunca a contactou para uma possível negociação do valor em divida. Pelos motivos já mencionados, eu continuo à espera pela transferência para a minha conta bancaria dos 414,34€ até a próxima sexta feira dia 18 de Setembro de 2026, ao não fazerem a transferência até sexto dia 18 de Setembro, confirmo que aceitam a minha denuncia à PSP/PJ de VITIMA DE BURLA, e neste caso irei pedir o valor TOTAL de todas as comissões já pagas até à presente data à vossa instituição a GoBravo, esta informação já foi transmitida via Whatsapp no dia 11 de Setembro de 2026. PS: Assim como a vossa instituição grava os áudios das chamadas telefônicas e tem a gravação das conversas todas via whatsapp, eu também as tenho, e toda a documentação que recebi de vocês via e-mail e Whatsapp e áudios serão entregues ao tribunal para servir de prova dos fatos apresentados acima. Aguardo pela transferência bancaria de 414,34€ e ficamos por aqui, eu sigo a minha vida e vocês a vossa. Melhores cumprimentos, Pedro Martins
FALTA DE CONTACTO AOS CREDORES
Venho por este meio efetuar uma reclamação contra a GOBRAVO, com quem celebrei contrato a 26 de Junho. O objetivo seria contactar os credores (emanexo) para negociar a dívida e efetuar uma reestruturação. No dia 21 de Julho efetuei um pagamento de 839 Euros. Comuniquei aos meus credores que a partir de agora a PT Bravo me iria representar na reestruturação da dívida, tendo obtido respostas (via e-mail) do Santander e UNIBANCO que não negoceiam com esta Empresa, e de forma telefónica com a Universo e Bakinter a informar que até presente data nunca foram contactados. Inclusivamente, do Bakinter me informaram que existem vários casos como o meu, em que os clientes têm efetuados os pagmentos, e a Empresa nunca os contratou, informando também que foi emitido um programa na TV a falar sobre esta Empresa e o seu comportamento fraudulento em Portugal. Solicito a V. ajuda com a finalidade de efetuar a resolução de contrato com esta Empresa, e que me seja devolvido o valor pago. Zoraida Nobrega Tlm 966248804
Burla
No dia 7 de fevereiro de 2025, apresentei uma reclamação relativamente à atuação desta empresa, na expectativa de que a situação fosse analisada e solucionada. No entanto, até à presente data, nada foi efetivamente resolvido e, com o passar do tempo, a minha situação financeira agravou-se consideravelmente. No dia 22 de agosto, assumi vínculo e assinei contrato com a empresa, com o objetivo de obter assistência na negociação de uma dívida que mantinha junto de uma instituição bancária. Após cumprir o período solicitado pela empresa para que as negociações pudessem decorrer, não obtive qualquer avanço concreto. Perante a ausência de resultados, questionei a empresa relativamente ao estado do processo e solicitei evidências, comprovativos e cópias das comunicações que demonstrassem que as negociações estavam, de facto, a ser realizadas. Em resposta, foi-me apresentado um documento cuja autenticidade me suscitou sérias dúvidas e que considero poder não corresponder a uma comunicação verdadeira. Apesar das minhas insistências, nunca me foi prestado um esclarecimento satisfatório nem apresentado qualquer comprovativo credível que demonstrasse que a situação estava efetivamente a ser tratada. Perante a falta de transparência e de resultados, decidi cancelar o vínculo com a empresa e solicitei a respetiva rescisão e o reembolso dos valores pagos. Foi-me então comunicado que seriam efetuadas deduções referentes a comissões administrativas e a uma penalização pelo cancelamento sem aviso prévio. O valor total que paguei à empresa foi de 1.848,30 €, tendo-me sido posteriormente reembolsado apenas o montante de 197,34 €, ficando retido um valor de 1.650,96 €. Até hoje, continuo sem uma explicação clara e devidamente fundamentada relativamente à aplicação destas deduções, às comissões cobradas e à própria atuação da empresa no âmbito do serviço contratado. Entretanto, a situação que inicialmente procurei resolver através desta empresa agravou-se de forma muito significativa. O banco deixou de aceitar qualquer negociação e remeteu o processo para tribunal, tendo posteriormente sido efetuada a penhora do meu ordenado e dos meus veículos. Ou seja, além de não ter sido solucionada a situação para a qual contratei a empresa, fiquei numa situação financeira ainda mais grave, suportando consequências que procurei precisamente evitar ao recorrer aos serviços desta entidade. Considero particularmente preocupante que, apesar da reclamação apresentada em fevereiro de 2025 e de todo o tempo entretanto decorrido, a empresa continue aparentemente sem assumir qualquer responsabilidade ou consequência perante os factos relatados. Foi-me inclusivamente sugerido que apresentasse uma queixa junto das autoridades policiais, o que tenciono fazer, tendo em conta as dúvidas existentes relativamente à documentação que me foi apresentada e à forma como todo o processo foi conduzido. Assim, solicito que seja devidamente analisada a atuação desta empresa, nomeadamente a legalidade das cláusulas contratuais aplicadas, das comissões administrativas, da penalização pelo cancelamento e do reduzido valor efetivamente reembolsado, bem como a eventual existência de irregularidades na documentação ou nas informações que me foram transmitidas. Tenho em minha posse todas as comunicações, documentos, comprovativos de pagamento e restantes elementos relacionados com o processo, que poderei disponibilizar para comprovar os factos aqui descritos. Após todo este tempo, pretendo apenas que a situação seja devidamente investigada e que sejam apuradas eventuais responsabilidades, uma vez que, além de ter pago 1.848,30 € por um serviço que não produziu os resultados prometidos, fiquei posteriormente sujeita a um processo judicial, com penhora do ordenado e dos veículos, sem que tenha obtido da empresa uma resposta ou solução adequada.
Práticas abusivas da go bravo
Exmos senhores Venho por este meio solicitar o vosso apoio jurídico e mediação urgente relativamente a um contrato celebrado com a empresa Go Bravo (Bravo Next, S.L. - Sucursal em Portugal).Contratei os serviços desta empresa com o objetivo de renegociar uma dívida que tenho junto da entidade WiZink. Sob o pretexto de estarem a tratar do processo e de gerirem os pagamentos, foram-me retirados da conta bancária dois valores mensais de 201,00€ cada (num total de 402,00€), através de cobrança recorrente no meu cartão de débito do Millennium bcp.Fui agora contactada diretamente pela WiZink por falta de pagamento. O banco informou-me que desconhece qualquer processo de renegociação e que nenhum valor lhe foi entregue. Mais tomei conhecimento do alerta público emitido pelo Banco de Portugal, que esclarece que a Go Bravo não está habilitada a prestar serviços de pagamento no nosso país. Como associada da DECO, peço o vosso auxílio para:Interpelar judicialmente a Go Bravo para a rescisão imediata do contrato por incumprimento e a devolução integral dos 402,00€ retidos ilegalmente.Encaminhar o meu caso para o vosso Gabinete de Apoio ao Sobreendividado (GAS), de forma a obter apoio seguro na renegociação direta com a WiZink.
Incumprimento contratual, falta de prestação do serviço e pedido de reembolso
Em 17 de dezembro de 2025 celebrei um contrato de prestação de serviços com a Go Bravo (RASD Resolva a Sua Dívida - Portugal, Unipessoal, Lda.), com o objetivo de proceder à renegociação da minha dívida junto do Millennium BCP. Desde o início do contrato tenho pago mensalmente a quantia de 204,88 €, conforme previsto contratualmente, cumprindo integralmente todas as minhas obrigações. No entanto, passados mais de sete meses de execução do contrato: não me foi apresentado qualquer acordo celebrado com o Millennium BCP; nunca me foi demonstrada qualquer proposta de negociação efetuada junto da entidade credora; nunca me foi enviado qualquer relatório das diligências alegadamente realizadas; os meus sucessivos pedidos de esclarecimento por email, telefone e WhatsApp foram, na sua maioria, ignorados ou respondidos apenas de forma genérica, sem qualquer informação concreta sobre o estado do processo. Ao longo dos últimos meses solicitei expressamente que me fosse enviado um relatório contendo todas as diligências efetuadas junto do Millennium BCP, incluindo datas de contacto, propostas apresentadas e respetivas respostas da instituição bancária. Até à presente data, tal informação nunca me foi facultada. Perante a ausência de informação, a falta de comunicação e a inexistência de qualquer prova de que o serviço contratado tenha sido efetivamente prestado, solicitei o cancelamento do contrato. A empresa informou-me apenas que teria direito ao reembolso de 578,31 €, aplicando cláusulas de cancelamento antecipado. Contudo, considero que esta posição ignora a questão principal: a empresa nunca demonstrou ter executado os serviços contratados nem respondeu aos meus sucessivos pedidos de informação. Acresce que o próprio contrato prevê que a empresa deve prestar os serviços contratados, acompanhar o cliente, fornecer os esclarecimentos solicitados e informar o cliente sempre que exista impossibilidade de prestar os serviços. Considero que tais obrigações não foram cumpridas. Assim, solicito: a análise da atuação da empresa; a verificação do cumprimento das obrigações legais e contratuais de informação e prestação do serviço; que a empresa apresente prova documental das negociações que afirma ter desenvolvido junto do Millennium BCP; a revisão do cálculo do reembolso, atendendo ao eventual incumprimento contratual da própria empresa e aos montantes já pagos. Anexo cópia do contrato, comprovativos dos pagamentos, comunicações por email e histórico das mensagens trocadas com a empresa.
Cancelar contrato
Exmos. Senhores venho por este meio pedir o cancelamento do meu contrato de forma imediata, devido ao facto de pagar a prestação de 325 defendida e não ter qualquer resolução dos meus problemas.
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