Exms Senhores,
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à perda ida garantia do meu equipamento após intervenção técnica.
No dia 09/12/2025 entreguei o meu telemóvel Google Pixel 8, adquirido novo na Vodafone Portugal online, devido a uma avaria (ecrã verdade e bloqueio de sistema) coberta pela garantia legal. Posteriormente, no dia 17/12/2025 foi enviado para o centro técnico da marca.
O equipamento foi enviado para reparação e foi-me devolvido a 6/01/2026. Reconheci imediatamente a troca do telemóvel tendo vindo com IMEI diferente. Face a esta situação consultei o site oficial da marca, GOOGLE, e o telemóvel que me foi entregue era recondicionado. Apresentava a validade da garantia expirada e não me foi dada qualquer explicação ou documento que justificasse essa substituição. Acrescento ainda, que o meu anterior equipamento estava dentro da garantia (09/02/2026), pelo que desta forma não posso conceder a possibilidade de ficar com um equipamento recondicionado ainda para mais sem qualquer garantia e ainda com o acrescento que lhe possa acontecer o que sucedeu com o outro (problema recorrente neste modelo).
A Vodafone afirma que disponho de 3 anos de garantia, mas recusa-se a fornecer qualquer documento escrito que o comprove, deixando-me numa situação de total insegurança jurídica quanto aos meus direitos enquanto consumidor.
Assim, solicito a intervenção da Google no sentido de:
1. Confirmar por escrito que a substituição por equipamento recondicionado não pode, em circunstância alguma, implicar a perda ou redução da garantia original;
2. Restabelecer imediatamente a garantia completa do meu equipamento, com a mesma duração que o equipamento novo inicialmente adquirido;
3. Facultar-me um documento oficial que comprove a validade da garantia atualmente em vigor.
Acrescento ainda que sem esse documento comprovativo não aceitarei o telemóvel recondicionado que me foi enviado pela marca, tendo que me facultar um novo equipamento.
Caso esta situação não seja resolvida com a maior brevidade possível, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor.
Com os melhores cumprimentos,
Elsa Custódio