Efetuei uma encomenda online composta por 7 artigos, devidamente paga no dia 25/01/2026. Durante o processo de compra, foi-me dada a possibilidade de escolher uma data, tendo selecionado 04/02/2026, com custo adicional associado.
A forma como essa opção é apresentada leva o consumidor a acreditar que se trata da data de entrega da encomenda, quando na realidade a empresa considera tratar-se apenas da data de expedição. Em nenhum momento essa distinção é apresentada de forma clara e inequívoca no momento da compra. Considero esta prática pouco transparente e potencialmente enganadora, sobretudo existindo um valor extra associado a essa escolha.
Acresce que:
- A encomenda foi realizada a 25/01/2026;
- Apenas no dia 04/02/2026 fui informado de que um dos artigos (arca) se encontrava em rutura de stock;
- Não foi apresentada qualquer justificação para o facto de a indisponibilidade não ter sido comunicada logo após a encomenda;
- O sistema permitiu a venda de um artigo que afinal não estava disponível
Estamos a falar de uma encomenda associada a mudança de habitação, situação que foi explicada à empresa, sendo que a casa não possui eletrodomésticos e tenho um bebé de 4 meses, o que torna a situação especialmente grave.
O apoio ao cliente limitou-se a indicar que nada poderia ser feito, não apresentando soluções nem demonstrando preocupação com a situação exposta.
Pontos que pretendo ver esclarecidos:
- Onde está explicitamente indicado no site que a “data de envio” corresponde apenas à expedição e não à entrega ao cliente;
- Justificação para a comunicação da rutura de stock apenas 10 dias após a encomenda;
- Motivo pelo qual foi possível vender um artigo sem stock.
- Confirmação documental de quando a encomenda foi efetivamente expedida.
Objetivo da reclamação:
- Maior transparência na informação prestada ao consumidor;
- Resolução célere da situação;
-Responsabilização da empresa pela falha de comunicação e gestão de stock.