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Falha grave na continuidade de cuidados médicos e atendimento

Não resolvida Pública

Problema identificado:

Outro

Reclamação

L. A.

Para: Hospital Lusíadas - Lisboa

23/12/2025

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à prestação de serviços da Dra. Ana Peixinho e ao atendimento administrativo da unidade hospitalar Lusíadas de Amadora, devido a uma sucessão de falhas que colocaram em risco a saúde da minha esposa. A minha esposa realizou a primeira consulta com a Dra. Ana Peixinho no dia 31 de outubro de 2025. Após três dias, apresentou uma reação alérgica a um antidepressivo prescrito. Ao contactarmos a médica, a instrução recebida foi a suspensão imediata do fármaco, sem a apresentação de qualquer alternativa terapêutica ou plano de desmame, o que nos causou estranheza dada a natureza da medicação. Devido ao reagendamento da consulta para fevereiro de 2026 (por indisponibilidade de agenda da médica), contactámos a Dra. Ana Peixinho por e-mail alertando para o fim do stock da medicação psiquiátrica. Fomos instruídos a solicitar o receituário através dos serviços do hospital, o que fizemos de imediato. Apesar da confirmação da colaboradora D. Carla Catita de que o pedido fora encaminhado, passaram-se 6 dias sem qualquer resposta. É inadmissível que uma paciente em tratamento psiquiátrico seja deixada sem medicação, correndo o risco de uma descontinuação abrupta com consequências clínicas graves. No contacto telefónico realizado ontem com o Hospital Lusíadas, a vossa equipa não soube esclarecer a ausência da médica nem apresentar uma solução viável. A sugestão apresentada foi de "adquirir os medicamentos sem receita para posterior regularização" é não só um desrespeito financeiro (dado o elevado custo dos fármacos sem comparticipação), mas também uma irregularidade procedimental que transfere para o utente o ónus de uma falha organizacional do hospital. É incompreensível que uma profissional com cargos de responsabilidade nesta instituição interrompa o acompanhamento de uma doente sem assegurar a continuidade dos cuidados ou delegar a gestão do receituário a um colega. O valor da consulta (110€) pressupõe um ato médico completo, que inclui o suporte necessário à estabilização da terapêutica. Face ao exposto, informo que: Exijo a emissão imediata das receitas necessárias para a continuidade do tratamento. Esta situação será reportada formalmente à Entidade Reguladora da Saúde (ERS), ao Portal da Queixa e à DECO, dada a falta de profissionalismo e transparência demonstrada. Aguardo uma resposta urgente e a resolução definitiva deste problema ainda hoje. (Passaram cinco dias desde que fiz reclamação e sem qualquer resposta deste unidade hospitalar)

Mensagens (3)

Hospital Lusíadas - Lisboa

Para: L. A.

23/12/2025

Acusamos a receção do seu e-mail, que será tratado com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Grupo Lusíadas Saúde

L. A.

Para: Hospital Lusíadas - Lisboa

07/01/2026

Continuo a aguardar resposta tardia por parte dos Lusíadas. É lamentável não haver resposta a uma situação grave que envolve medicação e sua interrupção e não existir uma resposta celebre a esta situação. Será que a administração deste hospital tem tenta dificultade em resolver uma situação tão simples. O que desejamos é uma receita que não foi passada para continuar o tratamento conforme foi sugerido pela médica na primeira consulta. Não desejamos mais continuar fazer uso desta unidade hospitalar. Será tão difícil uma médica dar continuidade ao tratamento que iniciou?

Hospital Lusíadas - Lisboa

Para: L. A.

07/01/2026

Acusamos a receção do seu e-mail, que será tratado com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Grupo Lusíadas Saúde

Assistência solicitada 07 janeiro 2026

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