Boa tarde,
venho por este meio informar que o funcionário da DPD adulterou os dados de entrega da minha encomenda, informando à entidade Primor, onde fiz a compra, sobre a entrega da minha encomenda, que não recebi.
No dia 5 de dezembro de 2025, a Primor entregou a minha encomenda à DPD para a distribuição. Nunca recebi o tracking number para conseguir acompanhar a encomenda.
No dia 10 de dezembro, recebi um toque, nem se quer foi uma chamada do estafeta que desligou logo o telemóvel e não fui a tempo de lhe atender. Devolvi a chamada, mas nunca me foi atendida. Nesse momento, não me encontrava em casa e tenho comprovativo do talão da loja onde me encontrava nesse preciso momento. Por isso, nunca na vida seria possível ter-me entregue a encomenda.
Para além de nunca ter recebido o tracking number, nem se quer recebi uma SMS a avisar que a encomenda estava em distribuição. O estafeta ao invés de regressar com a encomenda no dia a seguir, como ditam as regras do site da DPD, ficou com a minha encomenda e adulterou a minha assinatura, o que constitui crime de Falsificação ou Contrafacção de Documento, previsto no Artigo 256.º do Código Penal português.
A DPD remeteu à Primor dois screenshoots a informar que no dia 10 de dezembro, pelas 15.21, eu recebi a encomenda numa morada que nem se quer me pertence, com a assinatura adulterada.
A fama da DPD não é das melhores, mas chegarmos ao ponto de nos roubarem as encomendas, penso que deveriam encerrar a sua atividade.
Atentamente,
Svetlana Postarnak