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Bons vinhos verdes desde 2 euros

Os vinhos produzidos exclusivamente a partir da emblemática casta Alvarinho são os campeões do nosso teste a 35 vinhos verdes brancos. Mas os vinhos da Mercadona e do Pingo Doce aliam boa qualidade a preços imbatíveis.   

  • Dossiê técnico
  • Nuno Lima Dias e Susana Costa Nunes
  • Texto
  • Cécile Rodrigues e Alda Mota
06 outubro 2021
  • Dossiê técnico
  • Nuno Lima Dias e Susana Costa Nunes
  • Texto
  • Cécile Rodrigues e Alda Mota
vinho verde branco servido num copo ao lado de cacho de uvas e barricas de madeira em pano de fundo

iStock

Oriundos do Noroeste verdejante do País, os vinhos verdes brancos distinguem-se pela frescura, pela leveza, pelos aromas frutados e por um irresistível pico na língua. Atualizámos o nosso comparador de vinhos com os 35 vinhos verdes brancos testados e temos boas notícias. Este ano, temos dois convidados especiais à mesa, de cadeias de supermercados, por cerca de dois euros. Descubra-os já a seguir.

Vinho verde com uvas bem maduras 

Ao contrário do que muitos pensam, a denominação “vinho verde” não se deve à utilização de uvas ainda verdes. Pelo contrário, estas têm de estar bem maduras para produzirem bons vinhos. A tipicidade e a originalidade dos vinhos verdes resultam das características do solo, do clima e das castas utilizadas, bem como das formas de cultivo e de condução das videiras na região.

Várias castas utilizadas, como a famosa Alvarinho, mas também a Arinto, a Avesso, a Azal, a Trajadura e a Loureiro, marcam a sua presença nesta parte do Noroeste Ibérico.
Demarcada em 1908, ainda em tempos da monarquia, a região dos vinhos verdes é uma das mais antigas do mundo. É a maior do País para os vinhos com denominação
de origem e é também uma das maiores da Europa. Estende-se por todo o Noroeste, na zona tradicionalmente conhecida como Entre-Douro-e-Minho. O clima é predominantemente húmido e com temperaturas amenas, influenciado pelo oceano Atlântico e pela entrada de ventos marítimos, numa paisagem marcada por vales e colinas.

Os vinhos provenientes de zonas frescas tendem a ser leves e frescos, características que enaltecem os verdes. O vinho verde tem uma qualidade inegável, o que lhe permite ser reconhecido e apreciado fora dos limites da região e até internacionalmente. É o vinho com denominação de origem mais exportado, a seguir ao vinho do Porto, representando 45% das exportações no País. Estados Unidos da América, Alemanha, França e Brasil são os principais destinos. Embora a região também produza tintos, estes têm pouca expressão fora da zona produtora.

Alvarinho é garantia de qualidade

Os vinhos da casta Alvarinho não passaram despercebidos nos nossos testes em laboratório e na prova cega de degustação, realizada por um exigente painel de provadores profissionais. Vários néctares desta típica casta da sub-região de Monção e Melgaço encontram-se no topo da tabela, com ótima qualidade global. Mas dois vinhos distinguem-se por aliarem uma boa qualidade a um preço imbatível.

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