Vinho: como testamos
Medições em laboratório e provas de degustação compõem os testes a vinho. Com base num estudo de mercado, os vinhos são selecionados de acordo com a representatividade das marcas em termos de unidades vendidas. São escolhidas as colheitas mais recentes, tendo em conta as informações recolhidas acerca da sua disponibilidade na altura da compra dos vinhos e na publicação dos artigos.
Os vinhos são comprados no comércio a retalho de forma anónima, como qualquer consumidor. As amostras são enviadas para laboratórios especializados.
Análises laboratoriais
São indispensáveis para detetar defeitos na composição ou mesmo fraudes. A atenção é centrada no teor alcoólico, nos açúcares, na acidez volátil e total e na presença de aditivos. Nos vinhos verdes e nos espumantes, é verificada ainda a sobrepressão.
Provas de degustação
Para conhecer a probabilidade de os vinhos agradarem e detetar eventuais defeitos, um júri de profissionais pronuncia-se sobre a limpidez, a cor, o aroma e o sabor de cada amostra. Os provadores nunca sabem que vinhos estão a provar (é a chamada prova cega), para evitar que a marca ou outro elemento tenham influência no resultado. Quando se constata algum defeito pontual numa garrafa (sabor a rolha, por exemplo), outra é aberta para que o vinho não seja penalizado por um simples acidente de percurso.
Recolha de preços
A pesquisa de preços nas lojas abrange Continente e Ilhas. Com esta informação, são atribuídos os títulos de Escolha Acertada.
