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Voos: reembolso pela bagagem de mão

A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.

Reclamações recentes

F. C.
Hoje
Tempus

Encomenda não recebida - TM31307

Exmos. Senhores, Em 29 de Janeiro adquiri um relógio, da vossa marca, pelo valor de 209,00€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 17 de Fevereiro. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços 24/02, 26/02, e 05/03 e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.

Em curso
J. B.
Hoje

Depósito

Venho por este meio informar que fiz um depósito e este mesmo desapareceu da minha conta e não foi efetuada na plataforma. Ninguém quer saber nem dar resposta ao problema visto que não se dignam a responder nem no suporte nem por email. Sinto sinceramente que fui roubado. Cumprimentos... João Batista

Em curso
R. A.
Hoje

Fatura indevida

Exm.(ª) sr.(ª) Apos alguns anos como cliente da vodafone fui obrigado a ter de cancelar os serviços por falta de cobertura de rede em casa e no local de trabalho, fui uma loja fisica ver se era possível fazer alguma coisa uma vez que o cartão SIM já era antigo foi substituído por um novo que nao resolveu a situação, neste momento estou com uma condição médica que requer que esteja contactável uma vez que estou a espera de uma operação ao coração. Fui novamente a loja e perguntei se podia ser feito o cancelamento para passar para outra operadora, e foi me dito que nao teria nada para pagar e que o numero de telemóvel não tinha nenhuma fidelização. Surpresa minha quando dia 06-03-2026 recebo uma fatura de 218€ para pagar, isto é mais um péssimo serviço prestado pela Vodafone. Foi contratado um serviço e ao fim de contas ja estava a pagar o dobro do contratado e nem me ligam a informar que ira haver alterações no tarifário. Devia de processar esta empresa pela incompetência nao so pela gestao horrível dos seus clientes como danos morais. Fizeram me ligar para o apoio ao cliente vodafone que ainda me cobram 6€ para poderem responder que teria de fazer a reclamação no site, ora muito bem para isso era perciso que o site tivesse a funcionar correctamente uma vez que nunca consegui validar o número de telefone. É uma autêntica vergonha Nao vou pagar pela incompetência desta empresa, nem que tenha de meter uma ação judicial.

Em curso
F. M.
Hoje

Danos Materiais em casa

Exmos. Senhores Contratei os serviços da House Shine – Santarém, 4h de 15 em 15 dias, pagando adiantado (situação que não estava expressa no orçamento que me enviaram) 176.01€/dia. Dia 27/1/2026, ocorreu a limpeza da minha casa, com uma funcionária que não integra a equipa habitual. Dois dias depois da limpeza, verifiquei que as tampas de duas sanitas, não apresentavam o sistema de amortecimento de queda, como acontecia antes desta limpeza. Por dificuldade de comunicação (devido às tempestades, ocorridas em Portugal), só no dia 31 consegui enviar o email, com a descrição da situação e solicitando a resolução da mesma. Não obtive resposta a esse email e a 11/2/2026, enviei novo email, solicitando novamente resposta. A 13/2/2026, responderam: "Boa tarde Sra F.J, Peço desculpas pela demora. A Luciana me passou o seu email, uma vez que estou no dia-a-dia com as equipas. Muito obrigada pela sua mensagem, lamento imenso que tenha acontecido esta situação com as tampas das sanitas da sala e do quarto de visitas. Compreendo perfeitamente o incómodo, ainda mais quando se trata de algo que habitualmente funciona bem. As nossas funcionárias vão a sua casa de 15 em 15 dias e, ambas conhecem bem o funcionamento do sistema de amortecimento lento dessas tampas (a Kelly inclusive tem na casa dela) e que têm o cuidado ao manusear na forma correcta. Questionei quanto as limpezas anteriores e não notaram qualquer anomalia. Por isso, neste momento, também não conseguimos identificar exatamente o que poderá ter acontecido nem em que momento se verificou a avaria (se foi algo gradual ou repentino). Agradeço-lhe novamente a confiança e a simpatia com que nos comunica. Com os melhores cumprimentos, ADRIANO BORTONE Martins & Bortone Lda Tlf: (+351) 243 357 162 Tlm: (+351) 925 978 038 Rua do Matadouro Regional, lote.22 Un.30 2005 – 002 Santarém www.houseshine.pt Siga a House Shine no Facebook Instagram:@houseshinesantarem " No dia 15/2/2026 enviei novo email, onde expliquei porque sei qual foi o dia concreto em que ocorreu a avaria e que nesse dia a equipa foi constituída por um elemento que habitualmente não vem a minha casa. Não obtive resposta, pelo que no dia 25/2/2026, decidi contactar telefonicamente a empresa. Atendeu-me a Sr.ª Luciana Bortone, que em voz alterada e numa sessão de verborragia, sem deixar que eu falasse, repetiu por várias vezes: • que era ridícula a queixa que eu apresentava, por uma tampa de 30€ (independentemente do valor, considero que o que se estraga, deve ser ressarcido) ; • que eu não podia provar que tinham sido as funcionárias (efetivamente não tenho câmaras de filmar, mas a minha casa tem 4 anos, não temos crianças e estas casas de banho, praticamente não são utilizadas); • que as “coisas” se estragam mesmo sem serem utilizadas (não de um dia para o outro e neste caso a menos que se force o fecho do tampo da sanita); • que há situações de doença muito mais graves do que esta situação (concordo, mas nada tem a ver com os serviços que prestam); • que aparecerem coisas estragadas, faz parte do risco de ter pessoas a limpar a casa “só não acontece a quem não limpa” (concordo e é exatamente por isso que optei com contratar uma empresa de limpeza, que na sua publicidade refere ter seguro de acidente e de responsabilidade civil). Quando consegui falar pedi para virem a minha casa para poder mostrar como estava o tampo da sanita – recusou! Dizendo que tinha um vídeo da tampa, onde podia ver que não estava danificada porque abria e fechava (este vídeo foi feito sem nosso consentimento, e o motivo da queixa não é que o tampo não abre ou fecha) Não sei se este tipo de avarias é ressarcido ou não, acho que deveria ser, no entanto independentemente disso, senti-me: Insultada, Maltratada e Desconsiderada e isso não admito a nenhuma empresa. Mais informo que os tampos das minhas sanitas são da marca: " The Gap SQUARE - Tampa e aro para sanita com queda amortecida Referência: A801472004 " num valor entre 90€ - 100€ Já não é a primeira vez que as funcionárias desta empresa, negam terem estragado alguma coisa, dizendo que a encontraram já estragada, ou deixam objetos partidos, colocados como se não estivessem. Tendo em conta a reação da gerência, parece-me que faz parte da cultura organizacional desta empresa, não assumir a sua responsabilidade. Cumprimentos FJ

Em curso
P. M.
06/03/2026

Reclamação por recusa de cumprimento de proposta de venda de veículo e pagamento incompleto do sinal

Por razões de confidencialidade, os nomes dos intervenientes e a matrícula da viatura são propositadamente omitidos, sendo os mesmos facultados caso tal venha a revelar-se necessário. Venho apresentar reclamação contra a Santogal relativamente à proposta de venda n.º 001252, referente à viatura Peugeot e-2008 Allure Elétrico, de cor preto com o número interno 3044420. Em 28/02/2026, após visualizar o veículo anunciado no site da empresa pelo preço de €14.000,00, dirigi-me ao stand da Renault de Loures, sito na Quinta velha, Rua do Moinho Velho, 2660-524 - Loures, onde o vendedor confirmou o preço, consultou o site e imprimiu as características da viatura. Mais tarde, por indicação do mesmo vendedor, procedi ao pagamento de €1.000,00 para reserva do negócio. Após esse pagamento, recebi email com a proposta/contrato, com o preço total de €14.000,00 e garantia de 18 meses, tendo-me sido dito por escrito que bastava responder por email a concordar com a proposta. Assim fiz. No dia 02/03/2026, fui informado de que a empresa não pretendia realizar a venda, alegando um alegado erro de inserção do preço no sistema. No dia seguinte, foi-me recusada a venda pelo preço acordado, sendo depois invocada a falta de assinatura do responsável de vendas, pelo próprio. Considero esta posição indevida, porque: • a empresa apresentou proposta escrita com todos os elementos essenciais; • o vendedor autorizou expressamente a aceitação por email; • o preço foi confirmado presencialmente e por escrito; • a empresa recebeu o montante entregue para reserva; • e apenas depois tentou afastar o negócio com fundamento em formalidades internas e em alegado erro que não era manifesto para o consumidor. Entendo que estão reunidos os pressupostos dos arts. 441.º e 442.º do Código Civil, pelo que, recusando a empresa o cumprimento do negócio após receção do sinal, é devida a restituição do sinal em dobro. A atuação da empresa também contraria a boa fé nas negociações e no cumprimento (arts. 227.º e 762.º CC) e traduz, no mínimo, uma atuação incompatível com a proteção devida ao consumidor. Considero ainda que a Santogal não pode beneficiar de um mecanismo formal/interno para receber quantias e criar a aparência de vínculo, e depois negar o vínculo quando descobre que o preço era “baixo” relativamente ao mercado. Apesar de eu não ter aceite a devolução simples do sinal, a empresa transferiu unilateralmente €1.000,00 em 05/03/2026. Assim, considero que esse valor apenas abate ao montante global devido, mantendo-se em falta o remanescente de €1.000,00 para perfazer a restituição em dobro. Acresce que, entretanto, a viatura foi recolocada à venda por preço superior, o que reforça que a recusa resultou da intenção de não cumprir o preço inicialmente acordado. Pretendo apoio/intervenção no sentido de ser pago pela empresa o remanescente de €1.000,00, correspondente à parte ainda em dívida da restituição do sinal em dobro.

Em curso