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Voos: reembolso pela bagagem de mão
A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.
Reclamações recentes
Reembolso não efetuado
Exmos. senhores, escrevo esta reclamação relativamente à loja Diana Lisboa, na qual realizei duas encomendas. Quando o artigo me chegou a casa fiquei espantada com a qualidade com que o mesmo tinha vindo pelo preço que paguei. Falei com a loja para devolver os vestidos, ao qual me responderem que poderia sim enviar mas como os portes seriam muito caros (por ser envio para a china) eles ofereceram devolver me 30% do valor total que paguei. Eu decidi aceitar essa oferta, no entanto deixaram de me responder e até agora envio vários email e não obtenho resposta. Fiquei sem devolver os vestidos e sem receber qualquer tipo de valor. Escrevo esta reclamação na tentativa de conseguir a à ajuda relativamente à situação. Obrigada.
Reembolso não efetuado
Exmos. Senhores, Em 26.05.2025 adquiri uns produtos de cosmética da marca Keune, pelo valor de 106,85€. O pagamento foi efetuado no momento. De acordo com o vosso site o envio é feito no próprio dia desde que chegue até às 22 horas. Contudo, o contrato foi cancelado em janeiro e até agora o reembolso não foi realizado. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (25.01.2026, 09.02.2026, 11.02.2026, 19.02.2026, 25.02.2026, 06.03.2026 e 07.03.2026) e obtive a resposta de que estão em contacto com o departamento financeiro para que procedam ao reembolso o mais rapidamente possível. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo e o contrato cancelado, informo que continuo a aguardar o referido reembolso. Cumprimentos.
Não reembolso após devolução do produto
Exmos. Senhores, No passado dia 12 de março, a transportadora DPD, por vós indicada, procedeu à recolha da trotinete que adquiri online e que devolvi dentro do prazo legal de livre resolução. Desde essa data, tenho efetuado diversas tentativas de contacto através de e-mail e do vosso website, com o objetivo de obter confirmação da receção do artigo, bem como informações relativas ao processamento do respetivo reembolso. Até ao momento, não obtive qualquer resposta nem confirmação. Decorridos mais de 15 dias, encontro-me numa situação inaceitável, sem o produto e sem o montante pago, o que configura incumprimento das obrigações legais aplicáveis. Solicito, assim, a regularização urgente desta situação, com a confirmação da receção da devolução e o processamento imediato do reembolso devido. Caso não obtenha uma resposta e resolução até ao dia 10 de abril, verei forçada a recorrer aos meios legais competentes, incluindo a formalização de reclamação junto das entidades de defesa do consumidor, nomeadamente a Direção Geral do Consumidor em Portugal e o Centro Europeu do Consumidor. Com os melhores cumprimentos, Márcia Gonçalves
Ref: S260309_000001Prejuízo por Ausência de Resposta Técnica e Encerramento de Candidaturas
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao processo de candidatura ao Programa E-LAR, solicitando a revisão excecional do meu processo devido a uma falha de apoio técnico da Linha dos Fundos que resultou na perda de um direito de apoio majorado. Exposição dos Factos: No dia 09 de março, após contacto inicial, fui instruído por estes serviços (Ref: S260309_000001) a desistir do meu voucher atual para submeter uma nova candidatura em nome da minha esposa, de forma a beneficiar do apoio destinado a famílias vulneráveis (Grupo II). Na mesma data (09/03), respondi expondo uma condicionante técnica: com a celebração de novo contrato, a primeira fatura de energia demoraria 30//40 dias a ser emitida. Questionei formalmente que documentação alternativa poderia anexar para comprovar a Tarifa Social (contrato + comprovativo da Seg. Social) sem invalidar a nova candidatura. Perante o silêncio, reforcei o pedido com caráter de urgência no dia 19 de março, alertando para o receio de perder o prazo de candidatura ou de ficar sem qualquer apoio caso o erro documental levasse à exclusão da nova submissão. À data de hoje, as candidaturas encerraram por esgotamento de verba sem que tenha recebido qualquer resposta às minhas questões legítimas. Fundamentação do Pedido: O meu agregado familiar, composto por quatro pessoas (incluindo duas filhas menores), é comprovadamente beneficiário de Tarifa Social de Energia e Abono de Família, preenchendo todos os requisitos de elegibilidade para o Grupo II. A falta de resposta atempada da Linha dos Fundos impediu-me de agir com segurança jurídica. Não avancei com a anulação do voucher anterior por receio de, por erro administrativo vosso, ficar sem qualquer apoio, uma vez que a dúvida sobre o documento substitutivo da fatura nunca foi clarificada. Solicitação: Face ao erro de omissão no apoio ao beneficiário, apelo a que a minha situação seja regularizada através de: Conversão excecional do meu voucher atual (Grupo III) para o Grupo II, mediante o envio imediato da documentação da minha esposa que atesta a vulnerabilidade económica; OU Abertura de uma janela excecional para submissão da candidatura em nome da titular do contrato, salvaguardando a dotação orçamental que nos seria devida. Em anexo, envio novamente o histórico de e-mails não respondidos e os comprovativos da Segurança Social e do novo Contrato de Energia. Aguardo uma decisão célere, reservando-me o direito de expor esta situação junto da tutela (Ministério do Ambiente e Ação Climática) e da Inspeção-Geral de Finanças.
Suspensão temporária pós parto
Boa tarde, Venho por este meio reclamar do ginásio FitnessUp Trofa. Em dezembro de 2025 tentei dar entrada na suspensão temporária por motivos médicos, levei documento Baixa Médica gravidez de risco até a receção que tinha validade até 14 de janeiro de 2026, foi me informado que minha baixa médica não não tinha valor nenhum, pois só era um papal e que não existe suspensão no ginásio! Questionei pois tenho 2 amigas e minha irmã que após o bebê delas nascerem tiveram o direito de suspensão temporária pós parto de 3 meses e para mim não seria possível?? Para uns pode e outro não? Mesmo eu levando o documento??? Depois de muita insistência eles me deram o prazo de 2 semanas ( que seria até dia 9 de janeiro), então pedir para meu esposo ir até lá e tentar resolver em outro horário e aceitaram o documento e pediram para que levasse outro com validade atualizada… No dia no dia 02 de janeiro fui internada no hospital e no dia 03 tive meu bebê, assim no dia 05 de janeiro tive alta do hospital e na mesma semana enviei a declaração do hospital para o ginásio. Até então fiquei tranquila, até que duas semana depois eles me ligam fazendo cobrança de mensalidade do mês de janeiro, eu expliquei que tinha enviado o documento e foi me falado que tinha que pagar assim mesmo então meu marido foi até lá e pagou a primeira quinzena. Logo meu marido tentou resolver novamente e foi lhe falado que a declaração do hospital não valia também e que tinha que levar atestado médico. Então tive consulta e o médico me deu atestado médico, onde enviei para o e-mail novamente … fiquei tranquila e em alguns dias ligaram fazendo cobrança novamente e eu logo disse que tinha enviado o documento como pedido. E alegaram que esse documento nao era aceito pois agora eles queria que fosse baixa médica! Fiquei sem entender a desinformação que uma hora falam uma coisa depois falam outra … ou seja nem o atestado de gravidez de risco, nem declaração do hospital e nem o atestado medido eles não aceitavam no meu pós parto, nenhum desses documentos tem valor para eles.Foi então que fiquei frustada e pedir para meu marido ir lá novamente e fazer o cancelamento pois eles estavam complicando demais algo simples e logo foi dito que ginásio não permitia o cancelamento, pois o contrato tinha sido revogado por mais 6 meses e que se quisesse cancelar tinha que pagar até o mês de julho. Ou seja, dizem que não posso cancelar sem pagar valores que ainda vão vencer???, que não são em atraso, mas é o ginásio que continua a cobrar quinzenalmente. No contrato diz que para cancelar pode pagar taxa de 50 € e mesmo assim não o fizeram meu cancelamento. É frustrante essa situação para uma mãe pós parto num estado sensível que é ter um bebê. Peço apoio pois o ginásio não me pode manter inscrita, se por razões de saúde não posso comparecer. Hoje dia 30 de março fui até a fitness up tentar resolver… pedi para falar com gerente onde foi enviada outra funcionária, ele não se deu o trabalho de ir tentar resolver … resumindo perdi a cabeça e paguei o que eles tavam cobrando… e fiz o cancelamento. Achei falta de respeito e profissionalismo para resolver e aceitar meus documentos! Gostava que me explicasse se eles tem direito de agir desta forma com seus clientes! Desde já agradeço.
