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Nikon AW1 a partir de 795 euros

01 julho 2015 Arquivado

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Testámos o primeiro aparelho híbrido das máquinas de aventura: versátil e resistente, mas lento no disparo.

Resultados dos testes

Resistência e boa imagem numa máquina lenta
Nos testes que realizámos em laboratório – ao corpo da máquina e às duas objetivas – a AW1 revelou ter uma boa imagem e um estabilizador de imagem muito eficaz. Esta última característica assume grande importância numa máquina de aventura.

Quando posta numa câmara pressurizada ou mergulhada de uma altura de um metro, a máquina revelou uma boa resistência à água. Também superou o teste ao choque ao ser lançada, em várias posições, sobre uma superfície de betão.

O ecrã é um dos pontos fracos desta máquina: no exterior, com luz solar intensa, a visibilidade não passa do aceitável e não é melhor com más condições de luz. A lentidão do disparo é outro dos calcanhares de Aquiles da AW1, ainda para mais tratando-se de uma máquina de aventura. O utilizador que queira captar cenas em movimento terá sempre que ter em conta o delay entre o momento do disparo e aquele em que a imagem é capturada.

O ecrã é um dos pontos fracos do aparelho.
O ecrã é um dos pontos fracos do aparelho.

Versatilidade em alta
Apesar dos contras, este aparelho dá maior versatilidade aos utilizadores de máquinas de aventura que estavam limitados aos aparelhos compactos. As duas objetivas, também “todo o terreno”, têm uma distância focal de 27mm (focal fixa) e de 30-74 mm (zoom de apenas 2.5x). Além disso, o corpo da máquina é compatível com as objetivas da série “1 System” mas, neste caso, perde a resistência ao choque e à água.

O corpo da máquina é compatível tanto com as duas objetivas “de aventura” como com as objetivas da série “1System” mas, neste caso, perde as qualidades “todo o terreno”.
O corpo da máquina é compatível tanto com as duas objetivas “de aventura” como com as objetivas da série “1System” mas, neste caso, perde as qualidades “todo o terreno”.