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Protetor solar: podemos usar o do ano passado?

30 março 2017
teste a estabilidade de protetores solares

30 março 2017
Melhor do Teste, Escolhas Acertadas e Mais em conta do último teste: guardámos os produtos, sujeitámo-los a grandes alterações de temperatura e à luz solar e testámos de novo para saber se mantêm a eficácia.
 

Quatro protetores 50+, as mesmas conclusões: um ano após a abertura da embalagem, mantêm a consistência e o nível de proteção solar contra os raios ultravioleta do tipo B (SPF, no rótulo) e do tipo A, mais conhecidos por UVB e UVA.

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Os protetores testados obtiveram bons resultados depois de submetidos a condições extremas (exposição direta à luz solar e alterações de temperatura) durante algum tempo, para simular umas férias num país quente, com viagens de avião.

Porém, deve sempre conservá-los num local seco, à temperatura ambiente e ao abrigo da luz solar direta. Ao contrário do que se poderá pensar, o frigorífico não é um bom sítio para guardá-los. O mesmo acontece com a casa de banho, que, geralmente, é a divisão mais húmida da habitação. Quando usar o protetor, não o deixe na toalha ou na relva ao sol. Feche-o e guarde-o à sombra. Mantê-lo no carro durante umas férias inteiras também não é a melhor opção, já que pode apanhar muito calor e sofrer alterações ao nível da formulação.

Antes de usar o protetor que sobrou do ano passado, examine-o. Se apresentar odor anormal ou consistência heterogénea, deite-o fora. Se, depois de usar, ficar com a pele vermelha rapidamente, é sinal de que o protetor perdeu eficácia. Mas pode aproveitá-lo para hidratar o corpo, por exemplo, após um dia de praia.

 

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