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Voos cancelados
Bom dia, junto cópia do email que acabo de enviar à Ryan air. Não sei se podem ajudar-me, mas mesmo assim, aqui fica:Reserva Ryanair nº D1T6TY - voo Lisboa-Ponta Delgada canceladoBom dia,Recebi ontem à noite o vosso cancelamento do meu voo Lisboa-Ponta Delgada, em 27 de Outubro de 2020. Tentei remarcar ambos os voos da reserva (ida e volta), já que não faz sentido/não me convém alterar só o de ida. No entanto, não consigo alterar o de regresso a Lisboa! Tentei pedir o reembolso do voo cancelado mas a caixa não me é permitido seleccionar o meu nome ( o do passageiro) pelo que o quadro continuar não fica activo.Fiz um seguro de viagem (apólice 3102269428) e nem desse posso ser ressarcida, conforme vossa informação.É a segunda vez que a Ryanair me cancela voos. Foi em Março (razão covid) e agora: a razão não é a covid, dado que só certos voos foram cancelados. E não vou remarcar, pois corro o risco de novo cancelamento!Tinha a minha vida reorganizada...Informo que não mais voltarei a viajar na Ryanair (e eu fazia-o no mínimo anualmente para Ponta Delgada) já que deixou de merecer a minha confiança. Este mail vai com cópia para a Deco.Ana Maria Pinto Leitee-mail: anapintoleite@gmail.com
Cancelamento de viagens de avião
Tentei, por várias vezes, cancelar as viagens para a Grécia (turismo e em Agosto de 2020) por força da pandemia. Disseram-me que eu podia remarcar as viagens, mas quando tentava, só conseguia fazê-lo até julho de 2021. Expliquei que, por ser Professor Universitário e por ter um filho a frequentar a universidade, só podia ter férias em Agosto. Depois, disseram-me que os meus voos não tinham sido anulados. Eu expliquei que, por força da pandemia e pelo facto de o governo grego exigir um teste à chegada a Atenas não podia correr o risco de eu e a minha família ficarmos retidos durante 14 dias num local indicado pelas autoridades gregas. Finalmente, disseram-me que deveria contactá-los por telefone. Expliquei que o meu inglês não era muito famoso e que eram a única entidade grega que exigia tal procedimento. Consegui em todos os casos (hotéis, ferries, etc) o reembolso ou vouchers em troca com prazos até finais de 2021. A Aegean Airlines foi a única que não o fez e não me deu qualquer satisfação até agora. Isto depois de tentar anular os meus voos bem antes da data marcada para os mesmos. Saudações cordiais e obrigado. Pedro Infante Mota.
Impedimento de receber subsídio de mobilidade Fx/Pxo devido a falta de informação na factura.
Venho comunicar-vos que me encontro impedido de receber o subsídio de mobilidade, atribuído este ano aos residentes na Madeira para as viagens ao Porto Santo, pelo facto de, na minha factura, não constar o valor da tarifa de ida e o da tarifa de vinda, requisito exigido pelos serviços do governo para procederem ao pagamento do mesmo. Tentei, por todos os meios ao meu alcance, uns 6 telefonemas, bem como por email, como comprovam os docs. anexos, mas, até à data, não surgiu qualquer solução. Os serviços regionais dizem ter pressionado a empresa no sentido de acrescentarem essa informação, porém, passados 5 meses do início das operações de voo da Binter, a situação permanece insolúvel. Desejo apenas que seja explicitado o valor dessas tarifas, seja com uma adenda à factura seja de outro modo que seja aceitável das entidades competentes para me proporcionarem a verba a que tenho direito. Julgo que se está a diferenciar oportunidades de aceder aos mesmos direitos aos cidadãos da Madeira, o que é contra a CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA. Hoje mesmo entreguei carta na Vice-Presidência do Governo Regional, expondo os condicionalismos que me são impingidos pelo facto de a empresa que contrataram para assegurar estes voos não flexibilizar minimamente as suas atitudes e acções no sentido de resolver esta situação. Espero resposta.Depois de ter ouvido todo o tipo de argumentação em desfavor do meu pedido, ainda tenho que ouvir que lhes é impossível proceder ao «desglose» da factura, coisa que nunca se me ocorreu pedir-lhes.Peço, assim, ajuda, no sentido de obter uma factura, igual à original, com a mesma numeração, data, total, etc. mas onde conste os valores das tarifas de ida e de vinda.
Recusa de ativação de seguro desportivo
Assunto: Recusa de ativação de seguro desportivo em acidente ocorrido num curso de escalada com o clube 7 cumesNIF: 513950028Empresa: Clube 7 cumesWebsite: http://www.7cumes.pt/Facebook: https://www.facebook.com/7cumesExmos. Senhores,No dia 12 de Setembro de 2020 cerca das 15h da tarde no âmbito de uma formação de iniciação à escalada da empresa 7 cumes sofri uma lesão enquanto subia uma via de escalada.No próprio dia pedi a participação do ocorrido e abandonei o curso em questão pois a lesão não me permitia continuar a atividade. Foi-me dito pelos monitores da atividade que não me preocupasse e que se depois fosse necessário ativariam o seguro.Aguardei por melhorias da lesão durante cerca de uma semana. Uma vez que tal não aconteceu entrei em contacto telefónico no dia 17 de Setembro para pedir novamente a ativação dos seguro desportivo.O clube 7 cumes disse que se iria informar e me devolveria a chamada a explicar os próximos passos. Tal nunca aconteceu.Voltei a ligar no dia 24 de Setembro e nesse dia informaram-me que a seguradora era a Liberty e que eu poderia ligar a participar o ocorrido. Quando liguei à seguradora informaram-me que deveria ser a 7 cumes a participar do acidente. Transmiti esta informação à 7 cumes que ficou de me ligar após ter participado do acidente.Após inúmeras tentativas de contacto telefónico sem retorno, expus por email a situação à 7 cumes no dia 28 de Setembro.A este email, responderam-me duvidando da ocorrência da lesão e mencionando que da experiência que têm em fisioterapia desportiva seria impossível eu ter-me lesionado naquela circunstânciaNesse mesmo e-mail dizem que apesar disso, vão ativar o seguro.Entrei em contacto com a seguradora no dia 29 de Setembro que me disse que não havia ainda participação do acidente. Voltei a entrar em contacto telefónico com a 7 cumes no dia 30 de Setembro sendo que nunca me atenderam.Hoje, dia 2 de Outubro, volto a entrar em contacto com a seguradora para saber se entretanto tinha havido participação do acidente mas tal não se verifica.Entretanto estive quase 3 semanas a adiar o tratamento da lesão pois não sabia como proceder.O que pretendo com esta reclamação é que o clube 7 cumes ative o seguro desportivo, participando do acidente que ocorreu no dia 12 de setembro.Para além disso, gostaria que esta informação fosse do conhecimento público e possa ajudar quem esteja a contemplar fazer atividades com esta empresa.Cumprimentos,
Incumprimento de contrato
O teor da reclamação encontra-se plasmado no oficio que remetemos ao operador. A saber:A/C DA V.A.TOUR OPERADORAssunto: Reclamação e pedido de indemnização Exmos. Senhores,No passado dia 2 de Julho, estabelecemos um contrato convosco, através da agência Planador Viagens e Turismo, relativa a 2 reservas para Benidorm entre os dias 25 de Setembro e 3 de Outubro de 2020. Conforme se constata pela cópia do V/ e-mail (que junto anexamos) ficou acordado que a referida viagem era entre Barreiro (entrada junto ao Hospital Novo) e Benidorm (Gran Hotel Bali) e volta.Ficou estabelecido que o valor das 2 reservas seria de 946,70 €. Ficou ainda estabelecido que no acto de reserva seriam pagos cerca de 25 % do valor total acordado, como sinal, o que foi por nós concretizado, num total de 230,00 € (cujo comprovativo junto anexamos).Para nosso espanto fomos informados pela agência de viagens que o local da partida seria outro que não o previamente estabelecido (Coimbra em vez de Barreiro), o que não pode merecer o nosso acordo. Em momento algum, repito, em momento algum ficou referido e/ou escrito que a viagem teria inicio noutro local que não o acima citado.Deste modo, solicitamos, devido a incumprimento contratual e a titulo de indemnização, o reembolso do valor sinalizado em dobro, a exemplo da prática seguida em outros acordos comerciais, ou seja 460,00 €. Este valor tem em conta que não me foi possível contratar com outro operador, uma viagem idêntica à contratada.Aguardando uma resposta breve da V/ parte.Barreiro 14 de Setembro de 2020Remetemos a reclamação para a VA Tour que declina responsabilidades da seguinte forma:“Impossibilidade de Cumprimento Se por factos não imputáveis à agência organizadora esta vier a ficar impossibilitada de cumprir algum serviço essencial constante do programa de viagem, tem o cliente direito a desistir da mesma, sendo imediatamente reembolsado de todas as quantias pagas, ou, em alternativa aceitar por escrito uma alteração do contrato e eventual variação do preço. - Se os referidos factos não imputáveis à agência organizadora vierem a determinar a anulação da viagem, pode o cliente ainda optar por participar numa outra viagem organizada, de preço equivalente. Se a viagem organizada proposta em substituição for de preço inferior, será o cliente reembolsado da respetiva diferença. Anulações do programa pela Agência Organizadora A agência reserva-se o direito de cancelar a viagem organizada caso o número de participantes seja inferior ao mínimo exigido e sempre que necessário sem aviso prévio, não havendo responsabilidade civil da agência pela rescisão.”Sendo assim, todos os serviços contratados foram providenciados, não se encontrando a V.A. Tour Operador em incumprimento do contrato de viagem.Na resposta que apresentámos pode-se ler:Nunca, em momento algum, a V.A. Tour Operador nos remeteu, os dois documentos que ora anexou na presente missiva, nomeadamente quer as Condições Gerais, quer os Locais de Embarque VA Tour 2019.A situação relativa às Condições Gerais não deixa de ser caricata porque se trata de prática que não é habitual nos Operadores Turísticos dado que a mesma deveria ser remetida na altura da assinatura do respetivo contrato. Como se compreende, não pode agora a VA Tour invocar a aplicação de qualquer norma, porque as condições gerais eram até agora completamente desconhecidas para nós. Não poderíamos pois efectuar a referida reclamação através da Agência de Viagens Planador pelo facto de não nos terem nunca informado dessa existência.Por outro lado, não deixa de ser caricato que outro dos documentos até agora também desconhecido tenha o titulo de Locais de Embarque VA Tour 2019, quando já nos encontramos no ano de 2020, mas a questão primordial prende-se com o facto de também nunca nos ter sido enviado.Finalmente, gostaríamos de dizer que o que foi invocado pela VA Tour não foi nenhum cancelamento ou anulação do programa mas sim alteração do local de embarque, o que convenhamos não é a mesma coisa.Por tudo o que atrás se disse mantemos aquilo que referimos no nosso email de 14 de Setembro p.p., ou seja, solicitamos, devido a incumprimento contratual e a titulo de indemnização, o reembolso do valor sinalizado em dobro, a exemplo da prática seguida em outros acordos comerciais, ou seja 460,00 €. Este valor tem em conta que não nos foi possível contratar com outro operador, uma viagem idêntica à contratada. Mais informamos que em consequência do referido incumprimento não conseguimos fazer reserva junto de outros operadores.Remetemos reclamação também para o Provedor de Cliente mas para nosso espanto a agência de viagens com quem foi celebrado o contrato de viagem não é uma entidade associada /aderente ao Provedor do Cliente (a intervenção do Provedor apenas é possível quando tanto a agência como o operador são associados).
devolução evento não realizado
Boa tarde,Venho por este meio, na qualidade de encarregada de educação da minha educando, Carolina Fernandes Joaquim, lesada, expor a minha indignação ao roubo que foi sujeita. A empresa Charm - Galas de Finalistas, Sintra (o único contacto que tenho é email geral@charm.pt e tlm 925200094, sede Rua do Retiro dos Pacatos n.º50), foi contratada através da associação de estudantes da Escola Secundária António Damásio em Lisboa, no inicio do presente ano para organizar a festa de finalistas dos alunos do 12ª a realizar no dia 05 de Junho, tendo sido pedido um sinal de 20€ ou o pagamento total do evento de 50€.No caso efetuei, em Fevereiro, o pagamento total do evento no valor dos 50€.O evento não se realizou, devido à pandemia covid-19, tendo sido primeiramente sugerido o reagendamento e por fim dado não haver condições para a sua realização do evento, foi cancelado, tendo por isso a associação de estudantes pedido o reembolso dos valores já entregues. Para espanto de todos, a entidade contratada alega ter tido grandes prejuízo provocados pela covid-19, tendo apresentado a seguinte solução:- devolver dos 20€ a quem deu o sinal ( perda total do sinal)- a devolução de apenas 25€ a quem pagou na totalidade (metade do valor)- ou emissão de voucher a utilizar por 1 ano e no caso de não utilizar é que devolveriam o total do pagamento no início de 2022, solução essa que não é viável, pois a empresa apenas realiza eventos de festas de finalistas, não havendo maneira de poder descontar o voucher.Já tentei o contacto telefónico e por email, a reclamar a situação, mas sem sucesso não obtive qualquer resposta.Sinto-me lesada pelo não reembolso, bem como na incoerência das alternativas, ora quem pagou 20€ fica sem nada, quem pagou tudo devolvem 25€, não é um critério de senso comum.Pretendo a vossa intervenção para porceder à reclamação junto da entidade, bem como, das entidades que regulam esta empresa. Muito Obrigado.Com os melhores cumprimentos,MariaManuela Joaquim
Cancelamento Contrato Anual
Sou atualmente sócio Solinca com um contrato anual que termina a 01 Janeiro de 2021 e solicitei recentemente o cancelamento do mesmo.Este cancelamento é solicitado porque neste momento a minha esposa está em lay-off por mais um período de um ano e consequentement há uma perda significativa de rendimento familiar pelo que terei diminuir a despesa mensal do agregado familiar. Adicionalmente, e uma vez que a pandemia está novamente acelerar, não me sinto de todo confortável a regressar ao ginásio.Em termos de indemnização alego que paguei 3 mensalidades sem usufruir de todo dos serviços Solinca – a última vez que frequentei o ginásio foi a 5 de Março e paguei as mensalidades de Março, Junho e Setembro (~150€) – e não faz sentido que incorra em mais custos dada a situação financeira em que me encontro.Exposto isto, Solinca alega que neste momento para cancelar ou suspender temporariamente o meu contrato só mediante as clausulas* presente no mesmo, aguardando que as mensalidades de Outubro, Novembro e Dezembro (~150€) sejam igualmente pagas.No meu último contacto com a empresa, pedi uma proposta de solução para o meu caso e nada me foi proposto até ao momento. Dado o exposto, gostaria que a DECO me pudesse aconselhar para encontrar a melhor solução possível para esta situação. Obrigado*Poderá cancelar o seu contrato fora deste período dentro das clausulas abrangidas pelo mesmo, ou seja, por motivos de doença ou invalidez permanentemente impeditivas da prática das atividades oferecidas pelos Solincas despedimento, apenas a partir do momento em que se encontre numa situação de desemprego transferência do local de trabalho para uma distância superior a 50 quilómetros de um Clube Solinca mudança de residência para uma distância superior à de 50 quilómetros de um Clube Solinca. Estas situações deverão ser devidamente comprovadas pelo Sócio, nomeadamente através de atestado médico ou documento da entidade empregadora.
Viagem paga não concretizada.
Após ter feito a compra e pagamento de uma viagem surpresa (voos ida e volta e estadia incluídos) de 3 dias para duas pessoas no dia 05 de Fevereiro de 2020, a empresa enviou um e-mail de confirmação a indicar que o destino, horários de voo e hotel seriam indicados dois dias antes da viagem. A mesma foi marcada para 01/05 a 03/05/2020, o que significa que as informações acerca da viagem nos seriam comunicadas no dia 29 de abril de 2020. O mesmo não foi feito, ou seja, chegado o dia de fazer a viagem ainda não tínhamos qualquer informação acerca da mesma, nem nenhuma indicação de que seria cancelada ou alterada devido á pandemia. Por diversas vezes entrei em contacto com a empresa através de e-mail e redes sociais, sendo que a primeira tentativa de comunicação feira por mim foi no dia 26 de Março, na tentativa de reagendar a viagem para outra altura devido á pandemia. A esta seguiram-se várias tentativas da minha parte, sendo que a primeira resposta por parte da empresa apenas surgiu dia 7 de Maio, já depois da data da suposta viagem que íamos fazer. Venho por este meio formalizar uma queixa contra a empresa e exigir o total reembolso da viagem, uma vez que todas as tentativas de resolução não deram resultado e a empresa não se digna a dar sequer resposta aos e-mails.
Elevadores de Hotel sem inspeção
Assunto: Elevadores sem inspeção obrigatóriaExmos. Srs.,Escrevo-vos na sequência de uma estadia no vosso hotel em Alporchinhos entre os dias 10 e 15 do corrente mês.Demos conta que os elevadores tinham a inspeção obrigatória expirada há 8 meses.Reclamámos e dissemos que pela questão da segurança pretendíamos ser ressarcidos porque confiámos no vosso hotel para passar férias inclusive com uma criança de 7 anos e a correr um sério risco (o edifício tinha 7 andares salvo erro).Dado que demos conta no final da estadia propusemos que fosse descontado o valor das refeições (até 100 euros por dia, o que perfaria 500 euros).Entretanto, enviaram-me um email a dizer que fazia as manutenções (diferente de acordo com a lei de inspeção por ter verificações diferentes).Expliquei que não era o mesmo e deixaram de responder.Depois de muito insistir, neste momento entendo que fui na verdade lesada e que não se mostram merecedores da confiança do consumidor. Pretendi ser justa, para não vos prejudicar com os nossos consumos, mas dada esta atitude, pretendo ser ressarcida na totalidade.Seguem os emails trocados com fotografias dos elevadores, fatura e reclamação que fiz na altura no livro de reclamações.Durante o período que lá estivemos estavam 900 pessoas no hotel, sendo que um elevador com um problema pode matar uma pessoa (ou mais).Inclusive quando reclamei confirmaram que já sabiam e o Sr. João Henrique tentou que ficassemos menos descontentes oferecendo late check out ou almoço...Achamos que ter um hotel aberto com tantas pessoas e não cuidar de segurança básica é inadmissível.Mantêm as portas abertas. Entendemos que não devíamos só ser ressarcidos se alguém tivesse tido um acidente, devem tratar de evitar que tal aconteça.Assim, serve a presente missiva para pedir o reembolso dos 978,30 euros pagos dado o hotel não reunir as condições de segurança impostas por lei.Aguardo resposta por escrito no prazo máximo de 8 dias.Com os melhores cumprimentos,Vanessa Ortigueira
Serviço da Ubber eats não entregue, cobrado, e recusa de reembolso não fundamentada
Venho por este meio comunicar a V. Exas que, no passado dia 19 de Setembro fiz uma encomenda no portal da aplicação Ubber Eats, encomenda essa que nunca me chegou a ser entregue e me foi cobrada, via pagamento do cartão de crédito que está associao à app, por defeito. Já reclamei 3 vezes para a empresa através do mail de suporte uma vez que não existe canal direto por voz, que se recusa a proceder ao reembolso, não fundamentando minimamente a sua decisão para tal, e limitando-se a referir que eu violei o seu código de conduta, (!?) e os termos e condições da empresa, sem referir quais, e em que medida. Passo assim a expor os factos:-No Sábado dia 19 de Setembro, encomendei uma refeição no valor de € 39,60. -A refeição nunca foi entregue mas aparece no pedido como concluído -Segundo me disse o restaurante que confecionou a refeição, para onde liguei a perguntar o que se passava, uma vez que a Uber Eats não possui um nº de telefone associado, quando a refeição é dada como entregue,( o que foi o caso e, erradamente) disseram-me que o estafeta teria voltado ao restaurante e devolvido a refeição, uma vez que alegadamente me teria enviado sms´s e tocado à porta. -Não recebi SMS nenhuns ( a empresa terá de provar que os enviou) e ninguém tocou à porta, estávamos 4 pessoas em casa. -Acresce que, antes de ligar para o restaurante e como estava a demorar muito a entrega, tentei ligar para o nº que aparece na aplicação como sendo do motorista, e dava nº não atribuído. Liguei 4 vezes e tenho prova dos telefonemas no meu telemóvel.-Na própria aplicação, enviei 2 sms ao motorista, a perguntar o que se passava e, não recebi qualquer resposta. Enviei à empresa 3 mails questionando os fundamentos para a recusa em reembolsar, e mostrando o meu total desagrado. -Acho que este comportamento é ultrajante, e não podemos pagar serviços que não foram prestados por culpa da empresa ou dos parceiros com quem trabalham. Exijo uma resposta fundamentada e/ou ou a devolução integral do montante pago, nomeadamente:• Porque e como o motorista pode dar na aplicação o pedido como concluído, se ele próprio o foi devolver ao restaurante?• Prova de que o motorista me enviou sms, como por ele referido ao restaurante• Explicação porque o motorista não respondeu aos 2 sms por mim enviados para ele• Explicação porque o nº de telefone da aplicação que é suposto ser utilizado para contactar o motorista dá msg de nº não atribuído( ( liguei 4 vezes para o nº 398 807 005 e tenho prova no meu telemóvel dessas chamadas efetuadas).• Fundamentação porque dizem nas 2 respostas enviadas, que violei o código de conduta , que normas do mesmo, e ainda que assim fosse, se isso é fundamento para cobrarem por serviços não prestados..Por fim, face ao exposto, espero que a empresa reconsidere a sua posiçã e façam o reembolso integral do dinheiro despendido. Por fim, penso que os clientes merecem um tratamento melhor. Agradeço a vossa intervenção e ajuda. Já não é o $$ que está em causa mas sim, os princípio,s e se puder ajudar para que outros não sofram este tipo de comportamento já me darei por satisfeita.Melhores Cumprimentos
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