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B rla CGD
Exmos. Senhores, No passado dia 19/02 pelas 14h36 recebi uma sms da Caixa Geral de Depósitos, no seguimento de outras sms’s recebidas, informando-me que a minha aplicação da caixa direta tinha sido ativada num dispositivo Samsung A40s e para ir de imediato a um link. Uma vez que a sms vem do próprio número da CGD, no seguimento de outras comunicações e, convencida de que me estariam a entrar na conta entrei no link para evitar que tal não acontecesse. Após preencher o solicitado no link aparece uma sms a dizer que a CGD me vai contactar, pelas 14h47 sou contactada pelo número da CGD (217 900 790), a pessoa manteve uma postura coesa e coerente desde o início , sabendo também os meus dados e fazendo as habituais perguntas, como se um assistente da CGD se tratasse e que me iria ajudar a bloquear toda a situação, que teria de o informar dos códigos que acabará de receber. Todo o discurso mantido foi o normal como em comunicações anteriores com a CGD, apenas me foi possível detetar que poderia estar a ser burlada quando o indivíduo desligou de uma forma abrupta. Nesse mesmo instante entrei na aplicação e tinha uma transferencia de 2150 euros que não tinha sido eu a realizar. Liguei para o número do “assistente" e, para meu espanto, o número é mesmo da CGD. Ou seja, para todos os efeitos quem me contactou desde o inicio foi a CGD. No imediato liguei para o gestor de conta da empresa de onde trabalho solicitando ajuda e explicando a situação, o qual me disse que uma vez que a transferencia tinha sido imediata não era possível cancelar a mesma. Liguei para o banco de destino da transferencia (Millenium BCP) que me disse que não podiam bloquear a conta e que o dinheiro já não constava lá. Foi apresentada queixa na PSP e, pelas 19h35 foi realizada uma chamada para o número da CGD (217900790) a explicar novamente o que se tinha passado e a solicitar o cancelamento da minha caixa direta bem como tentar perceber de certa forma se seria possível efetuar um pedido de devolução. Além de ter de pagar 30EUR +IS para fazer um pedido de devolução de uma quantia que, independentemente de alguma coisa, alguém me retirou da conta e TODO o sistema de segurança da CGD foi comprometido, esse valor não é certo que seja devolvido. A postura da CGD passa apenas por cobrar ainda mais por um mero pedido de devolução e alegar que quem deu os códigos fui eu, descartando qualquer culpa de que o sistema de segurança deles apresenta falhas GRAVÍSSIMAS comprometendo a segurança dos seus clientes e ainda que “os bur.lões estão cada vez mais um passo à frente” Cumprimentos.
4 anos sem aceder ao caixa directa e ainda contiinuo
Exmos. Senhores, Após a mudança de politica de segurança, obrigaram os clientes da caixa directa a activar o SMS token. Mesmo com autenticação por chave móvel (o que já por si é parvo). Criaram 2 maneiras de activar o dito SMS token. Por troca de correspondência ou no MB com o cartão. Acontece que não tenho cartão (não necessitei. nem necessito do mesmo). Tentei a troca de correspondência e ficou pendurada por +3 anos ... "em processamento". No meio apareceu a (re)validação de dados obrigatório, que implicava uma deslocação ao balcão... assim fiz, mas no balcão não me sabiam dizer se estava tudo bem no caixadirecta. Finalmente liguei por telefone ao caixa directa (porque após actualização continuava a pedir a activação do SMS Token. E apesar de autenticato na cixadirecta por telefone, não me podiam activar o Token, mas teria de pedir por correspondência e para isso teria de cancelar o meu pedido anterior (porque o sistema dava (também no caixadirecta onine) o erro de já ter um pedido efectuado. Não me disseram porque o pedido estava pendurado quase 4 anos (desde 2021) nem me garantiram que o mesmo não se repetia. Apenas, temos de cancelar pois é a única maneira que tenho de fazer o pedido de activação. Quando pedi um comprovativo do cancelamento do pedido com 4 anos, responderam que ia receber a notificação no caixadirecta (que não posso aceder porque não tenho o SMS Token activo). Finalmente, tenho listado como único telefone para o SMS token, o telefone que uso e que quero usar para o Token, já confirmado como meu, mas mesmo assim não activam. Relembro os pontos parvos (para não usar o adjectivo parvissimos): - não há maneira de activar sem ser por cartão no MB (não cobre quem não tem cartão) - O processo de correspondência alternativo ficou 4 anos pendurados - Após 4 anos a alternativa é cancelar e repetir sem garantia que não teria de esperar outros 4 anos. - Só poderia ver a notificação do cancelamento na caixadirecta online que é o serviço que não posso aceder - Autenticação por chave digital (com SMS token inbutido) continuam a pedir o SMS Token necessário para a autenticação por password - Quando pedi ao caixa directa por telefone (após autenticação não conseguem fazer nada a não ser repetir o que não funcionou (sem garantias que fosse funcionar desta vez). - Tive de dar o meu telefone (e morada) de novo, apesar de estarem já registados e validados na CGD ... ENTRETANTO PAGAMOS COMISSÕES DE SERVIÇO OBSCENAS. Quero que a caixa: - Explique o porquê de 4 anos sem acesso ao caixadirecta online - Que me compense, pois pago este serviço (junto com outros) - Que corrija os pontos parvos nos seus processos ou explique o razão da aparente estupidez no processo - Como deixam uma pessoa sem acesso por mudança de política, sem meios para continuar a aceder ao serviço que paga. Finalmente (e mais uma vez) QUERO SABER O PROCEDIMENTO PARA ACEDER ÀS GRAVAÇÔES que efectuam toda a vez que ligo para a caixa. Eles ficam com uma gravação minha, mas eu não fico com nada. Pelos menos deveriam enviar uma transcrição da mesmo ou o acesso à gravação na caixadirecta. Abaixo o ecrã que mesmo depois de autenticar com os dados correctos, etc.. me impedia de usar o portal - frustrante SUGESTÕES PARA A PROTESTE: 1) Uma acção colectiva para obrigar a TODAS as empresas que pedem a gravação que coloquem sempre um meio de aceder às mesmas (mesmo que seja a pedido) especialmente aquelas que são usadas para "condições contratuais e que sempre que se vai a tribunal são "perdidas" por motivos técnicos desconhecidos. 2) A palavra e.s.t.ú.p.i.d.o. foi censurada aquando da minha inserção. Tive de usar o adjectivo parvo. mas é um adjectivo perfeitamente válido especialmente em reclamações 1. adjetivo substantivo masculino que ou o que denota estupidez, que ou o que revela ausência de inteligência, de bom senso, de discernimento. Por favor não sejam parvos de censurar adjectivos pelo politicamente correcto. daqui a pouco teremos de inventar vocábulos como "desinteligente" ou "indiscernimento" para escrever algo que descreve uma situação em vez de um vocábulo perfeitamente aceitável
Práticas Abusivas/Venda casada na abertura de conta
Venho, por meio desta, apresentar uma reclamação formal contra a Caixa Geral de Depósitos (CGD) devido à prática abusiva e ilegal imposta no momento da tentativa de abertura de conta bancária. No dia 14 de fevereiro de 2025, dirigi-me à agência da CGD localizada em agência de Sacavém com o intuito de abrir uma conta bancária. Durante o atendimento, fui informado(a) de que a abertura da conta estava condicionada à contratação obrigatória de um seguro de vida ou de saúde. Tal exigência caracteriza uma prática abusiva e pode configurar venda casada, o que é expressamente proibido pela legislação portuguesa e europeia de defesa do consumidor. De acordo com o Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, relativo aos contratos celebrados à distância e fora do estabelecimento comercial, bem como o Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras (RGICSF - Decreto-Lei n.º 298/92, de 31 de dezembro), as instituições bancárias não podem impor a aquisição de produtos ou serviços adicionais como condição para a abertura de conta bancária, exceto nos casos expressamente previstos por lei. Além disso, o Código de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho) protege os consumidores contra práticas comerciais desleais, incluindo a venda casada. O Banco de Portugal também reforça que a contratação de produtos bancários deve ser sempre feita de forma livre e informada, sem imposição por parte das instituições financeiras. Diante do exposto, solicito que sejam tomadas as devidas providências para que a Caixa Geral de Depósitos cesse essa prática irregular e que a minha reclamação seja formalmente analisada. Caso necessário, estou disposto(a) a fornecer mais informações sobre o ocorrido. Aguardo um parecer sobre esta reclamação e agradeço a atenção dispensada.
apoio ao cliente pessimo sem resposta nem resolução a problema
Exmos senhores, venho por este meio reclamar sobre o vosso sistema de apoio aos clientes, uma vez que fui vitima de fraude e contatei a linha para pedir ajuda, e a resposta que recebi foi sempre desligarem me da cara sem dizer nada. É também de referir que, logo que me apercebi que fiz um pagamento indevido, dirigi me ao balcão da caixa presencialmente, mandaram me para ligar a vossa linha 217900790 e assim o fiz, ao receberem a chamada indicaram que iam fazer um cancelamento da conta e mandar um novo cartão para a minha morada, e abrir um processo interna de investigação, perguntei se conseguirei recuperar o valor perdido após estes passos, disseram que não está na responsabilidade da caixa. Fiquei em espera na linha então, de repente desligaram da cara. Pensei que fosse o meu equipamento, voltei a ligar, aconteceu a mesma coisa com outro enquanto me disseram para aguardar na linha. Como as chamadas sao gravadas, podem sempre verificar a veracidade das minhas palavras. Assim sendo, vou tentar todas as hipóteses de reclamação ate conseguir resposta. Atenciosamente, obrigada
Reembolso não realizado
Sou cliente da Caixa Geral de Depósitos (CGD) desde 2018. Sou titular de conta depósito desde essa data. Fui vítima de fraude pela 1.ª vez na minha vida, ao seguir um link de e-mail que recebi a 03.02.25, que anexo (i). Paguei uma o que diziam ser uma coima a aplicar pela ANSR de € 120,00. Ao clicar no link fraudulento fui encaminhada para a autenticação através do Portal E-Gov, o que me deu uma falsa sensação de segurança. Forneci o Código de Segurança de um cartão de débito, que a CGD já cancelou. Após vários contactos telefónicos e por mensagem através da Caixa Directa, submeti o formulário para reembolso do valor indevidamente pago, que anexo (ii). O pagamento foi feito a 03.02.25 e extractado a 06.02.25. Hoje devolveram-me o valor e depois voltaram a debitá-lo da minha conta. Ligou-me o gestor de conta, Dr. André Alexandre Lopes, dizendo que como fiz voluntariamente a transacção, não me iriam reembolsar, e concluiram o pagamento à WesternUnion hoje. A CGD concretiza transferências de Clientes vítimas de phishing, apesar de conhecer os factos, nos termos de documentação em anexo? Não acho correcto nem justo para quem pela 1.ª vez caiu num esquema e paga comissões de manutenção de conta, cartões, app Caixa Directa etc desde 2018..Nem acho correcto que transfiram valores das contas dos clientes para quem organiza esquemas fraudulentos de phishing. A CGD contribui para burlas ? Agradeço que deem seguimento a esta reclamação. Melhores cumprimentos
INCOMPETENTES
Exmos. Senhores, Venho desta forma apresentar uma segunda insistência, para obrigar a agência da CGD a libertar o capital do crédito bancário remanescente. Na Agência da Lourinhã, a atitude dos funcionários é arrogante e prepotente. Escória da sociedade e parasitas, que agem como abutres para fazer de tudo o que podem para prejudicar os clientes. Atitude deplorável e repugnante. Agradeço que os serviços centrais tomem as medidas necessárias para corrigir a situação, a fim de evitar o recurso a instâncias superiores. Mesmo apesar de ter um partido de capitalistas no poder, e que protegem os bancos, os ventos podem mudar. Agradeço, pois, a libertação do capital de imediato. Agradeço que me informem como proceder para mudar de agência bancária. Há cerca de 2 meses fui à agência da CGD, pedir uma vistoria para a libertação de capital do crédito a habitação. Na altura apenas me foi dito que apenas era necessário apresentar a licença de habitação para ser libertado o restante capital. Acontece que foi apresentada a licença de habitação e o banco recusa-se a libertar o capital remanescente. Alega que falta uma vistoria. Acontece que me informaram que a casa uma vez que já estava concluída a 90 %, não eram necessárias mais vistorias e que o capital seria libertado após obtenção de licença de habitação. O Banco CGD criou imensas dificuldade para a libertação do capital e tudo faz para criar obstáculos, o que levou durante a construção da moradia a uma série de incumprimentos. Parece que o banco tudo faz para haver incumprimento, pois uma casa de 600 mil cujo crédito é de apenas 350 mil seria um bom negócio, Não respondem aos e-mails e contatos e andamos nisto há quase um mês. Vejo-me obrigado a recorrer ao banco de Portugal, como instituição que deve ser isenta e zelar pelos interesses dos consumidores, que faça um apuramento da situação com fim de libertar o capital remanescente de cerca de 6 mil euros. Lamento profundamente a postura do CGD, que criando imensas dificuldades criaram situações de incumprimento, inclusive abriram um processo de incumprimento completamente absurdo e sem qualquer justificação (PARI), no sentido de dificultar o acesso ao crédito, sem sequer darem qualquer justificação ao cliente. Criaram assim unilateralmente dificuldades de acesso ao crédito bancário e agora exigem uma vistoria ao imóvel, etc. para libertar 6 mil euros numa casa cuja avaliação é de 600 mil. Agradeço, pois, que o banco liberte o capital remanescente imediatamente. Cumprimentos.
Violação da lei de proteção de dados
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a uma situação de fraude que envolveu a minha conta bancária na Caixa Geral de Depósitos, a qual causou grande transtorno e insegurança. No dia 21 de janeiro de 2025, fui contactada via SMS por um número associado à Caixa Geral de Depósitos (217 900 790), informando-me que terceiros estavam a tentar aceder à minha conta a partir de um novo dispositivo. Considerando a credibilidade do número, que em outras ocasiões já me havia contactado em nome da instituição, forneci algumas informações de acesso à minha conta. Acreditei tratar-se de um colaborador legítimo da CGD, uma vez que o número utilizado era o oficial da instituição. Após este contacto, fui aconselhada pela própria pessoa a dirigir-me a um balcão da CGD para proceder à destruição dos meus cartões de débito e crédito. Contudo, ao dirigir-me a um balcão CGD, tomei conhecimento de que o meu cartão de crédito foi movimentado no valor de 1.500€, sem a minha ação. É importante destacar que em nenhum momento acedi à aplicação Caixa Direta para realizar qualquer transação. A totalidade das interações que conduziram à fraude ocorreu através dos contactos via SMS e telefone provenientes do número oficial da Caixa Geral de Depósitos. Dada a gravidade da situação, considero que esta fraude seja da responsabilidade da CGD. Houve uma falha muito grave de segurança, uma vez que alguém, que possuía informações sobre a minha conta, teve acesso à base de dados da instituição. A pessoa que me ligou sabia, sem qualquer questionamento, que eu era cliente da Caixa Geral de Depósitos, o que reflete uma falha nos sistemas de proteção de dados da instituição. Em nenhum momento fui questionada sobre a minha relação com o banco ou sobre os meus dados pessoais, o que me leva a crer que houve um acesso indevido à base de dados da CGD ou uma violação por algum colaborador CGD. De acordo com o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), nomeadamente no Artigo 5º, a Caixa Geral de Depósitos tem a responsabilidade de garantir que os dados pessoais dos seus clientes sejam tratados de forma confidencial e segura, adotando medidas adequadas para prevenir acessos não autorizados. A violação dessa responsabilidade, especialmente no que diz respeito à proteção da confidencialidade dos dados dos clientes, constitui uma falha grave de segurança, que permitiu a ocorrência desta fraude. O banco deve salvaguardar a confidencialidade, integridade e a inviolabilidade dos dados pessoais de acordo com os princípios da proteção de dados, tornando-os intransmissíveis e inacessíveis a terceiros não autorizados. Adicionalmente, gostaria de informar que, após o ocorrido, dirigi-me a um balcão da Caixa Geral de Depósitos e à polícia para apresentar a minha queixa formal. No entanto, a queixa foi rejeitada duas vezes pela CGD, com a alegação de que a fraude teria ocorrido devido ao facto de eu ter acedido à aplicação Caixa Direta e ter verificado o acesso do dispositivo à minha conta. Contudo, gostaria de voltar a sublinhar que, em momento algum, acedi à aplicação Caixa Direta para realizar qualquer transação ou verificar qualquer tipo de acesso à minha conta, sendo esta alegação falsa. A minha queixa foi indevidamente rejeitada, sem a devida consideração da verdadeira origem do problema, que se deve à falha de segurança do Banco. Este incidente gerou-me uma desconfiança profunda, não apenas em relação ao número oficial da Caixa Geral de Depósitos, mas também à segurança geral do banco. Atualmente, não posso mais confiar na proteção dos meus dados e da minha conta, o que me leva a mudar de banco, caso não sejam tomadas as medidas adequadas para corrigir esta falha e evitar situações semelhantes no futuro. Gostaria de salientar que possuo todos os tipos de provas das ações realizadas, as quais estão à disposição para fundamentar esta reclamação. Solicito que a CGD tome as devidas providências para resolver esta situação, evitando futuros incidentes e salvaguardando os dados dos clientes. Além disso, tendo em conta o valor indevidamente movimentado de 1.500€, solicito que este valor me seja integralmente ressarcido. Aguardo uma resposta atempada e esclarecimentos sobre as ações que serão tomadas para resolver este problema, coloco-me à disposição para fornecer qualquer informação adicional que se revele necessária. Cumprimentos.
Caixas Multibanco Não Operacionais
Exmos. Senhores, Segunda-feira. 27 de Janeiro pelas 9h, na dependência da Caixa Geral de Depósitos de Santo Ovídio - Vila Nova de Gaia, as duas caixas Multibanco existentes dentro desta dependência não aceitavam depósito de notas. Os clientes mais uma vez lesados: tiveram que dirigirem-se à dependência deste banco na Praceta 25 de Abril. Os lucros são para alguns dentro do organograma da Caixa Geral de Depósitos, o mau serviço prestado e os resgates, são para os clientes e para os contribuintes. PS. Tenho testemunha e 2 vídeos gravados que excedem o tamanho permitido para anexá-los nesta Plataforma, mas encontram-se em minha posse Cumprimentos.
Atualização de documentos
Exmos. Senhores, Não consigo acesso ao aplicativo do banco pois diz que tenho que atualizar os documentos, sendo que segundo o decreto lei 41/a que segue em anexo pra se tiverem dúvidas, todos os documentos vencidos estão prorrogados até 30 junho de 2025, logo solicito a atualização no sistema para ter acesso ao caixa direta pois meu ordenado cai nessa conta! Cumprimentos.
Depósito em dinheiro numa máquina VTM não contabilizado
Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar de um depósito realizado no dia 23 de novembro entre as 8h15 e as 8h20 no valor entre os 360 e os 400 euros em notas de 20 euros (entre 18 a 20 notas) na caixa VTM com o número 0035/0557/91 da agência 0557 da CGD nos Olivais, na minha conta com o número 000936039326400, depois de colocar as notas no recipiente próprio, a máquina emitiu um ruído estranho e informou no ecrã que não conseguia realizar o depósito, nem podia devolver as notas, tendo estas ficado retidas e estranhamente, não emitiu qualquer talão sobre o erro que a impediu de contabilizar as notas e de realizar o depósito. Às 8h23 liguei para a linha 707242424 de apoio ao cliente da CGD, tendo estado 15 minutos e 56 segundos ao telefone para ser informado pela colaboradora que teria de aguardar cerca de dois dias úteis (48h00m) para verificar a contabilização e o depósito do dinheiro na conta acima mencionada. Caso tal não acontecesse, teria que me dirigir ao balcão da respetiva agência da CGD (0557) dar conta do sucedido e pedir para que se realizasse uma verificação da caixa VTM. O valor desta chamada foi de 2,55€. No dia 26 de novembro liguei às 9h03 para o número 218543000 da agência onde realizei o depósito e fui atendido pela subgerente que me informou de que iria verificar o erro e que naturalmente, o mesmo seria resolvido. No mesmo dia, por volta das 12h30 fui à agência e falei novamente com a subgerente, a qual informou-me que estava a aguardar para que se "fizesse a máquina" e que posteriormente me telefonaria dando conta da regularização do depósito. Como não obtive resposta, no dia 3 de dezembro às 6h50 enviei uma mensagem escrita através do espaço cliente no site da CGD, informando novamente da situação. Recebi um e-mail automático a informar-me que a mensagem tinha sido enviada com sucesso e para ficar atento à minha caixa de correio eletrónico, pois estavam a preparar a resposta a o meu pedido de informação que enviariam em breve. Continuo a aguardar pela resposta. No dia 4 de dezembro liguei 7 vezes entre as 8h17 e as 8h22 para o número 218543000 para pedir uma explicação pela demora da resolução do caso. Às 13h00 dirigi-me ao balcão da agência para reportar a situação ao gerente e formalizar um pedido para a resolução por escrito. Quando narrei os factos ao gerente da agência, ele informou-me que as caixas VTM são supervisionadas todos os dias e que esta situação já deveria ter sido vista. Chamou então a subgerente, a qual informou que tinha sido detetado um “log” com um erro no dia 23 de novembro, entre as 8h15 e as 8h20, mas que o mesmo não tinha nenhum valor associado. Pedi então para que procedessem à averiguação correta da contabilidade da máquina e que o valor por mim depositado naturalmente teria de aparecer, pois a máquina ficara com ele, tendo apenas emitido uma informação escrita no monitor que iria reter as notas, não tendo emitido nenhum talão do erro ocorrido. Também as câmaras de vigilância poderiam identificar-me nesse local a realizar o respetivo depósito. O gerente confirmou que eu tinha procedido a um pagamento na caixa ao lado, no dia e no período acima indicados e informou-me que as máquinas VTM fazem recirculação dos depósitos e que não possuem um espaço para a retenção das notas e das moedas que são depositados e retidos, sendo desta forma muito difícil a verificação dos erros ocorridos pela máquina. Dada esta explicação, considero que significa um grande perigo para todos os clientes da CGD, pois, o que me aconteceu pode acontecer em todas as agências que possuem as máquinas VTM, as quais são consideradas de altíssima segurança. Pergunto com toda a propriedade para quem é que elas são seguras? Pois, como cliente da CGD, sinto-me lesado, o que me confere total insegurança em depositar qualquer valor nestas máquinas, caso esta situação não seja resolvida o mais célere possível. O gerente apresentou-me um documento com a referência ICGDPT0099_20200129 para o pedido por escrito da regularização do depósito efetuado, mas não contabilizado pela caixa VTM. A subgerente também informou que já tinha pedido as imagens das câmaras de vigilância para averiguar os factos e que entraria brevemente em contacto telefónico para me informar dos procedimentos realizados. Continuo a aguardar por esse contacto. Face aos factos expostos acima mencionados e dado que até agora não houve contacto algum da vossa parte, como tinha sido combinado pela subgerente, venho assim reclamar pela regularização do depósito realizado no dia 23 novembro de 2024 e que a máquina VTM reteve, sem ter emitido qualquer talão, um erro ao qual sou absolutamente alheio, mas cuja responsabilidade é inteiramente da CGD, a qual disponibiliza aos seus clientes máquinas que podem causar graves dolos nas contas e nas poupanças dos seus clientes. Não tendo nunca obtido qualquer contacto da Caixa Geral de Depósitos em questão, apresentei uma reclamação no Livro de Reclamações Electrónico com o número do pedido ROR00000000045177495 no dia 26 de dezembro de 2024 pelas 17 horas e 49 minutos e da qual também não obtive qualquer resposta ou contacto, tendo já sido ultrapassado o prazo legal estabelecido para ter uma resposta à reclamação apresentada. Cordialmente, Paulo Miguel Fregêdo
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