Reclamações públicas

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L. F.
05/10/2025

transferência não depositada

Exmos. Senhores, Boa tarde, Hoje, domingo, pelas 8h53m, recebi uma transferência de 20€ por mbway. A pessoa que me enviou verificou que na aplicação mbway deu como enviado, o valor de 20€. Na minha aplicação do mbway dá como recebido o valor de 20€. O que se passa é que o valor de 20€, não está disponível na conta associada ao mbway e ao número de telefone. Na aplicação caixadirecta, na "lista de tarefas", estado "aprovado", encontra-se a operação de transferência de 20€, mas não está disponível no saldo. Entretanto para teste, a mesma pessoa enviou 1€ e depois 4€ por mbway e esses valores ficaram logo disponíveis no saldo. A minha revolta é que preciso do dinheiro com urgência, já liguei 3 vezes para a caixa geral de depósitos e ninguem me resolve o probema. Preciso de dinheiro para comer e não tenho. Isto não se faz!!! Eu julgo que é um bug muito grave da caixa geral de depósitos inadmissível e ninguém me dá resposta em tempo útil!!! Cumprimentos.

Resolvida
M. L.
19/09/2025

Fracionamento/parcelamento

Bom dia venho por esse meio mostrar minha insatisfação com os serviços prestados sobre cartao de credito caixa onde fiz a adesão e não é muito explícito no ato da adesão a opção de fracionamento , em linha com os 2 atemdes que conversei falaram que so quando adere o cartao que tem essa opção de fracionado se nao aceitar vou ter um cartão que nao parcela isso é um desrespeito muito grande com o cliente solicito as opção de fracionamento dos meus cartões ou vou cancelar todos meus serviços com o banco

Encerrada
C. D.
14/09/2025

Débito indevido

No dia 11/09/2025 houve um débito indevido na minha conta da Caixa Geral de Depósitos (CGD), no valor de 146,48 €, em nome de Ageas Seguros Não Vida. Jamais adquiri quaisquer serviços desta "empresa" e jamais autorizei tal débito, o que configura ESTELIONATO. Fiquei boquiaberto e indignado com a falta de segurança deste banco Caixa Geral de Depósitos, devido ao fato de sem sequer me consultar, ter feito o débito INDEVIDO na minha conta. Total negligência e conivência desta agência bancária, que se vangloria em publicidades ao dizer que sob sua égide o dinheiro do cliente está "seguro e protegido". Repito: nunca fiz qualquer solicitação de serviço à essa "empresa" Ageas Seguros Não Vida e nem assinei qualquer documento que autorizasse débito direto na minha conta bancária. Como é possível uma "empresa" conseguir invadir a privacidade de uma conta bancária e usurpar, surrupiar dinheiro, sem o banco tomar as devidas medidas de segurança? Além de sofrer todo esse desrespeito por parte da Caixa Geral de Depósitos e da Ageas Seguros Não Vida, passei pelo constrangimento de chegar à caixa do supermercado e não ter dinheiro na minha conta, pois essa "empresa", sorrateiramente usou da negligência do banco para tomar de assalto o meu suado dinheiro. Exijo que a Caixa Geral de Depósitos tome as devidas providências o mais rápido possível e faça o estorno do MEU dinheiro que a Ageas Seguros Não Vida subtraiu da minha conta bancária. Obrigado.

Encerrada
L. M.
13/09/2025

A CGD recusa aceitar, pedido de conversão de conta SMB

Sou cliente da Caixa Geral de Depósitos e pedi a conversão da minha conta para Conta de Serviços Mínimos Bancários (SMB), direito que me é garantido pelo Decreto-Lei n.º 27-C/2000 (artigo 3.º-A, n.º 1), que estabelece claramente que os bancos não podem recusar a prestação de SMB a clientes elegíveis. A CGD respondeu que só aceita o pedido presencialmente em balcão, o que para mim é impossível, pois atualmente resido na Suíça. Esta exigência não está prevista na lei e, na prática, significa recusar o acesso a um direito legalmente protegido, criando uma barreira injustificada. A própria resposta da CGD confirma que não disponibiliza nenhum meio alternativo (assinatura digital com Chave Móvel Digital, envio autenticado, ou procuração), impedindo-me de exercer um direito que deve ser universal e acessível. Já apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, mas a CGD mantém a mesma posição. O que pretendo: Que a CGD respeite a lei e disponibilize meios não presenciais para adesão às SMB, permitindo que clientes no estrangeiro possam exercer este direito sem deslocações desnecessárias a Portugal.

Encerrada
J. S.
12/09/2025

Conta bancária bloqueada

MUITO URGENTE Exmos. Senhores. No passado dia 6 do corrente mês através do MB Way depositaram na minha conta da C.G.D. um depósito de 1100€ e outro de 1900€. Em seguida transferiram sem eu dar autorização nenhuma 2.800 € para uma outra conta. O banco ao dar por estes estranhos movimentos, bloqueou a conta e todos os meus acessos, cancelaram-me o cartão e retiveram todo o meu dinheiro, dizem que é para averiguação e mais não dizem. O meu problema é que tanto eu como a minha esposa recebemos as reformas pelo banco e tenho diversos débitos diretos que não foram respeitados. Não paguei a renda de casa e estou sem dinheiro para comer. Ontem dia 11 fui ao balcão da C-G-Depósitos na Rua Morais Soares em Lisboa para saber alguma coisa e não me dizem nada. Tenho queixa apresentada na polícia pelos movimentos da conta a qual apresentei no banco.

Encerrada
S. S.
30/08/2025

Reclamação de penhora indevida

Exmos. Senhores da DECO, Venho, por este meio, apresentar reclamação contra a Caixa Geral de Depósitos, relativamente à penhora total do meu salário na conta n.º PT50 0035 0369 0002 0096 00045, realizada no dia 30/08/2025, que deixou a minha conta com saldo nulo. Nos termos do artigo 738.º do Código de Processo Civil, é impenhorável o montante equivalente a um salário mínimo nacional, sendo ainda impenhoráveis dois terços do vencimento líquido (salvo em casos de pensão de alimentos). A atuação do Banco, ao permitir a penhora total do meu vencimento, violou a lei, deixando-me sem quaisquer meios de subsistência. Pedidos / Pretensões: 1. Reposição imediata do montante impenhorável (pelo menos equivalente a um salário mínimo nacional); 2. Cópia integral da ordem de penhora recebida pela Caixa Geral de Depósitos, indicando a entidade requerente Segurança Social 3. Garantia de que situações semelhantes não voltem a ocorrer, respeitando o mínimo legal de proteção do salário. Junto documentação relevante (extratos bancários, comprovativos de vencimento e correspondência relacionada). Agradeço a intervenção da DECO para mediar esta situação e garantir a defesa dos meus direitos enquanto cliente bancária. Com os melhores cumprimentos, Susana Maria Pereira da Silva NIF: 233985913 Contacto: rudibeni88@gmail.com

Encerrada
I. G.
28/08/2025

Cartão de Débito

Ex.mos Senhores, Gostaria de manifestar a minha indignação relativa à cobrança de 19€ com a referência "DISP CARTÃO BANCÁRIO" mais 0,76€ de IMPOSTO DE SELO, nos últimos dias, perfazendo um total de 19,76€, que me foram retirados da conta bancária.. Ora, eu não solicitei nenhum Cartão, estando o meu válido até 2028, e nem fui informada ou aceitei qualquer alteração dos procedimentos, por parte da entidade bancária. Este é já o segundo ano que sou alvo desta cobrança abusiva, tendo a primeira ocorrido em Agosto de 2024, com o mesmo valor: 19,76€ (Disp. Cartão Débito + Imposto de Selo) Assim, solicito que os montantes, indevidamente, retirados, em 2024 e 2025, me sejam restituídos, rapidamente. Com os meus cumprimentos,

Resolvida
M. S.
19/08/2025

Entrada sem acessibilidade

Boa Tarde Venho por este meio pedir que arranjem uma solução para eu poder entrar no interior da caixa geral de depósitos na minha área de domicílio Figueira de Castelo Rodrigo de forma independente sem ajuda de terceiros, pois a entrada tem rampa e impossibilita a minha entrada independente de cadeira de rodas pois necessito sempre que que tenha alguém no interior a abrir me a porta. Com os melhores cumprimentos Marco Soares

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
A. F.
15/08/2025

Transação com cartão não autorizada

Ao(À) Gestor(a) da minha conta, Venho, por este meio, expor e solicitar esclarecimentos relativamente a uma situação grave ocorrida com a minha conta bancária. No dia 03/08/2025, recebi um contacto via SMS da Caixa Geral de Depósitos, alertando para uma suspeita de fraude. Foi-me questionado se eu tinha efetuado uma determinada operação no valor de 6,45 €, ao que respondi negativamente. De imediato, e com recurso à Caixadirecta, procedi ao cancelamento do meu cartão. Nesse mesmo dia, foi-me debitado um montante total de 663 € da minha conta. Posteriormente, esse valor foi creditado de forma provisória; contudo, para minha surpresa, foi novamente debitado alguns dias depois, tendo sido alegado pelo banco que a responsabilidade me pertencia. Quero deixar claro que não reconheço nem autorizei as referidas operações. No fim de semana em causa, a única transação que efetuei foi uma transferência MB WAY para uma amiga. Não possuo, nem nunca possuí, cartão ou conta Revolut, sendo que as operações contestadas têm origem identificada como “Revolut – Dublin”. Tudo indica que fui vítima de acesso fraudulento (“hacking”). Face à gravidade da situação e à falta de esclarecimentos objetivos por parte do banco, apresentei queixa formal junto da GNR, cujo auto de ocorrência junto em anexo. Todos os meus dados de identificação constam nesse documento. Assim, solicito: A reabertura e revisão integral da análise da minha reclamação; A apresentação de uma explicação detalhada e documentada sobre o sucedido; O reembolso integral do valor indevidamente debitado. Fico ao dispor para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais que considerem necessários. Com os melhores cumprimentos, André Faria Tel.: +351 911 767 952

Encerrada
A. L.
11/08/2025

Falta de credito

Somos uma empresa de compra e venda de imóveis, sendo essa atividade a principal fonte de receita da nossa empresa. Estamos no mercado há 5 anos e os nossos resultados estão em crescimento e são positivos. Fomos vítimas da incompetência e da desonestidade de um banco, o CGD, nomeadamente a agência da Covilhã. - A 26 de março, contactámos uma empresa de corretagem de crédito, a DS COVILHA, e enviámos todos os documentos solicitados. - A 28 de abril, após análise dos nossos documentos, recebemos uma proposta de crédito para banco CGD no valor máximo de 220 000 euros. - A 28 de maio, assinámos um contrato preliminar de compra e venda (CPCV) para uma casa no valor de 132 000 euros e pagámos um sinal de 13 200 euros. Durante dois meses, contactámos a DS COVILHA porque não tínhamos uma data para a avaliação da casa e, todas as vezes, a resposta era para não nos preocuparmos, pois havia atrasos devido às férias em junho e julho. - A 4 de agosto, conseguimos falar com a responsável pelos créditos do banco CGD, que nos informou que o nosso processo já não era aceite!!! Ou seja, menos de 30 dias antes da escritura final. Essa pessoa, chamada Vera Catarina Gaiola, respondeu-nos com uma análise financeira completamente errada, os números não correspondiam ao ano certo, o volume de negócios estava errado e, pior ainda, o capital próprio estava completamente errado. Informámos o nosso contabilista, que explicou como ler um balanço a essa pessoa completamente incompetente. Não se faz análise financeira quando se é amador. Hoje vamos perder a quantia de 13 200 euros porque o banco CGD não fez bem o seu trabalho. O banco deixou-nos dois meses sem informações sérias e deu-nos desculpas completamente absurdas! Houve: no mês de junho há muitos feriados, no mês de junho há férias, mas na maioria das vezes nenhuma resposta. Sofremos um enorme prejuízo financeiro e moral para nós, gerentes, e pedimos reparação.

Encerrada

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