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Pneus: Michelin é a marca mais resistente

29 fevereiro 2012 Arquivado

29 fevereiro 2012 Arquivado

Segundo a experiência de mais de 30 mil condutores, os pneus duram, em média, entre cerca de 33 mil e quase 47 mil quilómetros.

Através de um inquérito a condutores de Portugal, Espanha, França, Itália e Bélgica, procurámos obter informações sobre os pneus que equipam os automóveis que conduzem. No total, obtivemos 33 896 respostas, sendo 2807 de portugueses.

A maioria dos inquiridos nacionais (72%) trocou os pneus por estarem desgastados. Em média, percorreram cerca de 41 mil quilómetros com os antigos. Ao considerarmos as várias marcas e as respostas obtidas nos 5 países, verificámos que, em média, foram percorridos quase 47 mil quilómetros com pneus Michelin. A marca menos resistente foi a Nangkang, com pouco mais de 33 mil quilómetros de uso até à substituição.

Pneus: quilómetros percorridos até à substituição
Michelin46 918
Goodyear44 479
Sava44 473
BFGoodrich44 166
Kumho44 092
Pirelli43 175
Continental43 107
Bridgestone42 985
Dunlop42 368
Firestone42 337
Uniroyal42 096
Hankook41 906
Semperit41 738
Toyo41 419
Avon41 174
Kleber40 448
Yokohama40 052
Vredestein38 754
Ceat38 002
Marangoni37 481
Barum35 890
Fulda35 839
Nokian35 536
Nangkang33 375

 

Pneus novos para trás
Cerca de 45% dos inquiridos nacionais mudou apenas 2 pneus, sendo que na maioria das situações (80%) foram os da frente. Quisemos saber a forma como foi feita a mudança e quase metade indicou não ter alterado a posição, ou seja, na maioria dos casos, mantiveram os pneus novos na frente. Apenas 20% respondeu ter passado os velhos para a frente e colocado os novos atrás. Este é o procedimento mais correto: convém que os pneus traseiros estejam em melhores condições, dado não ser possível corrigir eventuais desvios de trajetória com o volante, como acontece à frente. Deste modo, consegue-se um maior controlo nas travagens de emergência e em curvas apertadas, caso o veículo tenha tração dianteira ou traseira.

Sava e Ceat com defeitos nos pneus
Cerca de 4% dos inquiridos revelou ter trocado os pneus devido a defeitos, como bolhas ou fissuras. As marcas Sava e Ceat destacaram-se pela negativa por revelarem uma maior incidência de defeitos. Já a Semperit não foi apontada uma única vez.

Um apontamento final: quase metade dos inquiridos portugueses verifica a pressão dos pneus algumas vezes por ano e cerca de 43% fá-lo uma vez por mês.