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Transporte de doentes: compare os preços

03 dezembro 2013 Arquivado
Transportes de doentes

03 dezembro 2013 Arquivado

Os bombeiros e os privados cobram valores médios idênticos para transportar doentes não urgentes, mas há grandes diferenças entre operadores na mesma região. Compare os preços antes de contratar. 

Caso necessite de um transporte para um doente não urgente, pode recorrer aos bombeiros, à Cruz Vermelha e a operadores privados autorizados a transportar doentes. Os últimos incluem entidades sem fins lucrativos, como a Santa Casa da Misericórdia e algumas juntas de freguesia. Convém pedir orçamento para a viagem e comparar preços de várias entidades. Verifique o custo por quilómetro no seu distrito em Anexo.

Não existem critérios legais para o cálculo dos custos do transporte, pelo que cada entidade inclui as parcelas que bem entende. A cobrança ao quilómetro é a única constante em todos os fornecedores do nosso estudo. A maioria liga o "conta-quilómetros" à saída da sede e desliga-o quando volta à mesma. Por isso, antes de contratar o serviço:

  • verifique quais as empresas, associações e bombeiros ou humanitárias mais próximos do local onde se inicia a viagem e peça-lhes um orçamento. Se é sócio da associação de bombeiros ou da Cruz Vermelha, contacte-os. A maioria faz descontos que podem tornar o preço do transporte imbatível;
  • indique o local exato da partida e da chegada e, se possível, o tempo de espera previsto. Caso não tenha credencial, refira-o, para que lhe forneçam o preço real para particulares;
  • peça um orçamento detalhado por escrito. Pergunte se cobram taxa de saída, qual o preço por quilómetro e por hora de espera. Se precisar de serviços extra, como a aplicação de oxigénio, ou quiser ser acompanhado, por exemplo, por um familiar, pergunte se têm custos adicionais;
  • sempre que possível, reserve o serviço com alguns dias de antecedência, para ter a certeza de que terá vaga no dia e na hora pretendidos.
  • peça fatura e inclua a despesa na declaração de IRS, no campo relativo às despesas de saúde com 5% de IVA;
  • caso surja algum problema, além de nos relatar o caso (ver página de contactos), pode apresentar queixa ao Instituto Nacional de Emergência Médica, a entidade fiscalizadora da atividade.



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