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Alergias: como tratar e prevenir

20 abril 2017
alergias

20 abril 2017

Medicação e cuidados no dia-a-dia ajudam a reduzir os sintomas. Se é alérgico ao pólen, há uma ferramenta online que pode ajudar.

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Pólenes, ácaros, fungos, pó, picadas de insetos, cosméticos, alimentos e medicamentos: todos eles podem desencadear alergia. Ninguém está a salvo de sofrer uma reação excessiva e inadequada do seu sistema imunitário por contactar com certas substâncias. Mas quem tem predisposição genética para tal e familiares alérgicos enfrenta um risco maior.

Os sintomas dependem sobretudo da causa da alergia, da substância que a provoca e da idade do doente. Nas diferentes alergias, as principais queixas são:

  • olhos inflamados e lacrimejantes;
  • corrimento nasal ou nariz entupido;
  • erupções cutâneas, muitas vezes, avermelhadas e com prurido;
  • sensação de falta de ar;
  • fadiga, debilidade e dores de cabeça.

Choque anafilático, dificuldade respiratória, asfixia ou colapso vascular, podem ocorrer em casos mais graves de exposição a um alérgeno. 

Há um serviço que pode ser muito útil para os alérgicos aos pólenes: a previsão polínica da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica. Trata-se de um mapa nacional interativo online que indica qual a concentração de pólen no ar, diariamente e em cada região do país. Mostra ainda quais são as árvores e ervas mais ativas em cada dia. Se souber a qual é alérgico, pode evitar as zonas onde elas abundam.  

É preciso algum cuidado com os pratos mais queridos dos portugueses, como os caracóis ou os mariscos. Especialmente, no caso dos bebés e das crianças. Explicamos-lhe tudo na secção Alimentos mais alergénicos.