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Escovas de dentes elétricas: boas escolhas desde 34 euros

27 novembro 2015

27 novembro 2015

Testámos 10 escovas elétricas a bateria e uma que só funciona a pilhas. A escova elétrica remove mais placa bacteriana do que a manual, mas é mais cara. O uso incorreto poderá magoar as gengivas.

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Testámos 10 modelos a bateria para descobrir uma solução prática e económica para oferecer no Natal. A principal vantagem é executarem os movimentos de escovagem por si. O facto de ser elétrica não reduz o tempo de escovagem. A maioria das escovas “temporizam” 2 minutos para uma boa limpeza.

Outro ponto positivo é a redução do esforço a escovar. São uma boa opção para utilizadores idosos ou com mobilidade reduzida. Em contrapartida, implicam um maior custo de manutenção, com o carregamento da bateria.

Um estudo de 2014, publicado na Cochrane Library, concluiu que as escovas elétricas, em especial com rotação e oscilação, são mais eficazes a remover a placa bacteriana do que as manuais. Após três meses de uso, registou-se uma redução de 21% da placa bacteriana e 11% de gengivite. Mas a técnica de escovagem é mais importante do que o tipo de escova. Consegue obter o mesmo resultado com uma escova manual, desde que faça uma boa escovagem.

As escovas da nossa seleção com bateria começam nos € 20 e podem chegar aos 195 euros.
As escovas da nossa seleção com bateria começam nos € 20 e podem chegar aos 195 euros.
Ruidosa, mas com ótima eficácia, a Colgate 360° Whole Mouth só funciona a pilhas e custa 12,39 euros.
Ruidosa, mas com ótima eficácia, a Colgate 360° Whole Mouth só funciona a pilhas e custa 12,39 euros.