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Viagens de autocaravana com mais segurança

29 maio 2017
vídeo teste de colisão autocaravana

29 maio 2017
As autocaravanas fazem parte do imaginário de férias de muitos viajantes. São um meio de transporte prático, mas não estão livres de perigos.

Todos os anos, ocorrem acidentes com consequências graves, sobretudo porque os ocupantes das autocaravanas não utilizam o cinto de segurança. A 50 km/h, o risco de sofrer ferimentos mortais é real.

Aviso: o vídeo com o resultado do teste impressiona mesmo os consumidores mais destemidos.

Realizámos um teste de colisão num cenário realista, com cinco ocupantes: dois adultos à frente, uma adolescente instalada na mesa central e duas crianças na cama da parte traseira. No habitáculo, arrumámos objetos de uso diário, como jogos, loiça e conservas dentro dos armários.

Simulámos uma colisão frontal a 40 km/h. A autocaravana já tem alguns anos, mas é válida para a avaliação que se pretende. O condutor e o passageiro à frente estão mais protegidos pelos airbags. 

A adolescente foi projetada contra a mesa e os passageiros da frente. Uma das crianças atrás colidiu na frente da autocaravana e a outra criança embateu na estrutura da casa de banho, desfazendo a parede lateral e a porta. Em caso de acidente, uma criança equivale facilmente a um peso de 200 quilos. Ao desacelerar, os objetos atingem um peso e uma velocidade suficientes para destruir alguns elementos da autocaravana. Mesmo com as portas trancadas, os produtos arrumados dentro dos armários virados no sentido da estrada foram projetados. 

Cada objeto solto é uma arma mortífera

Siga as regras básicas para qualquer automóvel: todos devem usar cinto de segurança, de dia ou de noite e mesmo em trajetos curtos. Não deixe nada à solta no interior. Loiça, talheres, garrafas ou jogos são uma ameaça. Arrume objetos e alimentos mais pesados nos armários fechados, de preferência, dentro dos mais baixos e que se encontram nas laterais do veículo.

Reserve os armários virados para a frente ou para trás da autocaravana para os produtos mais leves, como pacotes de batata frita ou papel higiénico, por exemplo.


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