Dossiês

Aditivos alimentares: só os seguros e indispensáveis

16 outubro 2015
Aditivos alimentares

16 outubro 2015

Muitos aditivos autorizados em alimentos são desnecessários. Outros usam-se em doses exageradas. Exigimos a sua redução drástica, sobretudo nos produtos consumidos diariamente. O nosso simulador mostra os aceitáveis e os duvidosos. 

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Conservantes e corantes são alguns dos mais conhecidos, mas há centenas de aditivos alimentares autorizados na União Europeia. São substâncias com ou sem valor nutritivo que servem, por exemplo, para conservar, dar cor ou conferir sabor aos alimentos. 

Mas nem todos são inofensivos. Alguns provocam efeitos secundários que se manifestam por problemas digestivos, alterações na pele, rinite ou crises de asma, por exemplo. Entre os mais prejudiciais estão os aditivos que podem alterar o comportamento das crianças ou ter efeitos cancerígenos. 

Os aditivos só devem ser utilizados quando não há dúvidas sobre a sua segurança e são a única via para uma necessidade da indústria. Não podem servir para induzir em erro nem mascarar a ausência de alguns ingredientes ou até a ausência de frescura destes. As concentrações autorizadas deviam estar limitadas a níveis mínimos. O sistema de autorização tem de se tornar flexível, para permitir a sua rápida atualização, em caso de avanços na investigação científica, por exemplo.

O nosso simulador mostra os aditivos aceitáveis, os duvidosos, os enganadores e aqueles que em pequenas doses são inofensivos, mas em grandes podem causar problemas.