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Voos: reembolso pela bagagem de mão

A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.

Reclamações recentes

S. D.
Hoje

Devolução não aceite

Venho por este meio apresentar uma queixa formal contra a empresa Cellumove (website: https://www.cellumove.pt), relativa à rejeição indevida do meu pedido de devolução de um produto adquirido online, contrariando tanto a sua política de devoluções como a legislação de defesa do consumidor. Efetuei a compra em no dia 9 de dezembro de 2025 através do site oficial da Cellumove, com o número de encomenda #510348. Dentro do prazo legal de 14 dias e conforme a política de devoluções publicada no site da empresa, solicitei a devolução das leggings adquiridas, pois não servem adequadamente e além disso a encomenda chegou incompleta. A empresa rejeitou a devolução. Esta recusa é abusiva e ilegal. O produto em causa — leggings — não se enquadra em nenhuma das exceções ao direito de livre resolução previstas no artigo 17.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, como bens selados para proteção da saúde ou higiene (ex.: roupa interior, cosméticos). Leggings são vestuário exterior comum, passível de devolução após experimentação cuidadosa e reembalagem, tal como admite a lei e a política de devoluções da própria Cellumove, sem qualquer exclusão específica para este tipo de artigo. A oferta de desconto ou reembolso parcial não substitui o meu direito legal a um reembolso integral, nos termos do artigo 12.º do mesmo Decreto-Lei.

Em curso
A. M.
Hoje

Reclamação urgente por atendimento inadequado e cobrança abusiva no check‑in do voo Porto–Ponta Delg

Dados Pessoais Identificados - Profissão "médico" (torna-o identificável em contexto local como Açores/Ponta Delgada). - Detalhes familiares específicos: "esposa e os nossos três filhos" (pode ser único). - Reserva implícita anterior (RR8S5V, se visível). - Contexto temporal/profissional: "turno de urgência no dia seguinte" (liga a médico local). Exmos. Senhores, Por este meio, apresento uma reclamação formal relativa à experiência profundamente desagradável vivida por um passageiro com a sua família na viagem Porto–Ponta Delgada, na primeira vez que utilizou a vossa companhia (Ryanair). Chegámos ao aeroporto por volta das 15h00, com a antecedência adequada, e fomos informados de que era necessário instalar a aplicação da companhia no telemóvel e realizar o check-in online, uma vez que já não o efetuam ao balcão. Fomos atendidos por um senhor e uma senhora que se limitaram a indicar que era necessário “baixar o aplicativo” e fazer o check-in online, sem prestar explicações claras, completas e adequadas ao nosso caso. Ao longo de todo este processo, tentámos, sem sucesso, concluir o check-in e, repetidamente, solicitámos apoio, que nos foi prestado de forma insuficiente e pouco cuidadosa. O colaborador em particular que se encontrava no balcão fornecia informação de forma vaga e “a conta-gotas”, atendendo várias pessoas ao mesmo tempo, sem prestar a devida atenção à nossa situação. Apenas após sucessivas insistências da nossa parte é que nos informou, de forma fria e com aparente falta de vontade, de que o check-in online já tinha encerrado há cerca de 30 minutos. Nessa altura, fomos confrontados com duas alternativas: ou comprar novos bilhetes noutra companhia, ou pagar 55 euros por pessoa para que o check-in fosse feito no balcão. Apesar de termos explicado a nossa situação, o colaborador mostrou-se pouco recetivo, chegando mesmo a falar com outras pessoas enquanto expúnhamos o problema, o que considero um claro desrespeito. Para não perder o voo, vi-mo-nos obrigados a recorrer a familiares para conseguir, à pressa, o valor necessário para pagar o total de 275 euros, numa situação de grande stress, até porque o embarque já se encontrava em curso. Perante o sucedido, coloco algumas questões de fundo: – É agora obrigatório instalar a aplicação da companhia para poder viajar? – O que acontece a passageiros que não dispõem de um equipamento compatível ou com memória suficiente? – Por que motivo esta informação não é claramente comunicada antes da compra do bilhete, de forma inequívoca, como condição essencial (instalar aplicação e fazer obrigatoriamente o check-in online)? Entendo que uma companhia aérea tem o dever de garantir uma comunicação clara, atempada e acessível a todos os clientes. No nosso caso, tal não aconteceu. A informação foi prestada de forma incompleta, confusa e sem qualquer empatia, contribuindo para uma situação de grande tensão, sobretudo com crianças presentes, que testemunharam um cenário de desvalorização e falta de respeito. Considero igualmente necessário que os vossos colaboradores recebam melhor formação em termos de atendimento ao público, comunicação eficaz, empatia e respeito pelos clientes, designadamente realçando de forma clara os procedimentos obrigatórios e os prazos de check-in, evitando situações limite em que o passageiro se sente coagido a pagar taxas adicionais para não perder o voo. Quero salientar que não pretendo qualquer indemnização por danos morais, embora considere que estes existiram, em particular ao nível emocional. Contudo, entendo ser profundamente injusto o pagamento de 275 euros para realização de um check-in ao balcão, valor que apenas foi cobrado porque não nos foram dadas, atempadamente, instruções claras e apoio eficaz. Senti que tudo foi conduzido de forma a criar as condições para que fôssemos forçados a pagar esse montante. Assim, venho requerer a devolução integral dos 275 euros cobrados pelo check-in no balcão. Não concordo com o que aconteceu, não considero aceitável a forma como a situação foi gerida e espero que a companhia faça a devida correção, reembolsando o valor em causa e revendo os seus procedimentos internos de modo a evitar que outros clientes passem pelo mesmo. Aguardo uma resposta por escrito a esta reclamação, bem como a indicação dos passos a seguir para o reembolso do montante mencionado. Com os melhores cumprimentos, ACM

Em curso
G. S.
01/02/2026
MEO

Nota de crédito não processada

Exmos. Senhores, Na sequência do cancelamento do Contrato de Prestação de Serviços com a vossa empresa, com mudança de fornecedor efectivada a 13 de Outubro 2025, foi cobrada à Cliente nº. 145 845 48 25 custos indevidos, em duplicação com o novo fornecedor. Em contexto de acerto de contas, foi por mim recebida, via e-mail: gracaxsimoes@gmail.com, (conforme contacto oficial constante na MEO e prática habitual ao longo de todo o Contrato que aliás se iniciou anteriormente em nome do meu pai, já falecido), a Nota de Crédito FT A/855470509 , de Dezembro de 2025, com a indicação de: ||Crédito|a|Transferir|para|o|Mês|Seguinte||||€|-23,09|. Acontece porém, que o Contrato já foi cancelado em momento anterior e não há, neste caso, mês seguinte... No intuito de resolver esta questão, dirigi-me já a duas lojas vossas, que me informaram que para reaver o montante da Nota de Crédito a cliente, minha mãe, tinha OBRIGATORIAMENTE de comparecer presencialmente para assinar o pedido de reembolso em pessoa. Sucede que a cliente de 95 anos está impossibilitada, por incapacidades motoras, de se deslocar. À semelhança do que aconteceu quando da celebração do Contrato em nome da cliente, (e aí não houve problema...), sugeri que poderia levar o dito impresso para ser assinado e voltaria à loja com o documento já assinado e o respetivo cartão de cidadão, como aconteceu com a celebração do Contrato. Foi-me dito que as regras da MEO não permitem aquela solução. Assim sendo, pergunto, devo chamar os bombeiros e levar a minha mãe à loja, de maca, para ela assinar o impresso? E já agora, de preferência com os midia atrás... Ou a MEO fica indevidamente com o montante que não lhe pertence? É deveras lamentável a burocracia, a rigidez e a complexidade administrativa levada ao limite pela MEO. Cumprimentos GS

Em curso
M. A.
01/02/2026

Termoacumulador com Defeito e ausência de assistência em Garantia

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação contra a Ariston Portugal pelo mau funcionamento do termoacumulador LYDOS HYBRID WIFI 100L (adquirido em 13/09/2025) e pela sistemática falta de resposta do serviço de assistência. Histórico do Problema: O equipamento foi adquirido em 13 de Setembro de 2025 e após um mês de funcionamento verificamos que apresentava anomalias ao usar o modo de agendamento que permite agendar o aquecimento da água durante dois horários diferentes selecionando a temperatura desejada. A situação foi reportada oficialmente à Ariston a 11 de Novembro de 2025 e registada sob o número de assistência 202532225. Após a visita de um técnico no local, foi efetuado um reset no equipamento. Contudo, após um período de testes, verifiquei que o problema persistia, tendo reportado novamente a situação diretamente à equipa técnica apoiadamente no final do mês de Novembro de 2025. Desde essa data, não obtive qualquer resposta ou solução por parte da assistência da Ariston. Desta forma voltei a reportar oficialmente à Ariston um pedido de assistência no dia 18 de Janeiro de 2026. Uma vez que não recebi qualquer contacto por parte da assistência da Ariston entrei em contacto telefónico e reportei a situação, no qual foi-me indicado que efetuasse uma reclamação por escrito para o email service.callcenter.pt@ariston.com. Efetuei a reclamação pro escrito no 22 de Janeiro de 2026. Uma vez que não recebi reposta voltei a enviar um email no dia 27 de Janeiro a solicitar o ponto de situação. Desde esta altura tenho tentado entrar em contacto telefónico com a assistência da Ariston através do número oficial de apoio ao cliente pelo 219 605 300, mas nunca consegui ser atendido por nenhum assistente e mesmo após deixar o meu nome e contacto no "voice mail" nunca me ligaram de volta. Descrição da Avaria: O equipamento demonstra uma incapacidade de cumprir as temperaturas agendadas, apresentando as seguintes discrepâncias: • Período da Noite (Exemplo - Agendado 55ºC às 21:00): O equipamento ultrapassa largamente o valor definido, tendo atingido até 62ºC ( 7ºC acima do programado e em outras ocasiões chegou até 10ºC acima do programado). Esta situação varia geralmente entre os 5ºC a 10ºC a mais, independentemente da temperatura que foi agendada. • Período da Manhã (Exemplo - Agendado 60ºC às 07:30): A água apresenta-se apenas a 55ºC, falhando o objetivo de conforto programado. Esta situação varia geralmente entre os 5ºC a 8ºC a menos, independentemente da temperatura que foi agendada. • Num dos dias não aqueceu a água na parte da manhã, falhando o agendamento. Nota: Curiosamente, no modo "Green", o equipamento funciona corretamente (tolerância de 1ºC geralmente), o que indica que a falha reside especificamente na gestão do agendamento, seja por defeito nos sensores, na placa de controlo ou um erro de firmware. Esta avaria não só impede a utilização normal do equipamento, como está a gerar consumos energéticos excessivos e desnecessários, contrariando a eficiência prometida por este modelo. Como cliente, prezo pela qualidade da marca, mas a ausência de resposta desde o final de Novembro de 2025 é inaceitável para um produto dentro da garantia. Face à total inércia da marca desde Novembro de 2025, exijo a reparação imediata ou a substituição do equipamento por um novo, caso o defeito de fabrico não seja corrigível. Fico a aguardar o vosso contacto com uma data concreta para a resolução definitiva do problema.

Em curso
M. A.
01/02/2026

Reclamação sobre atendimento e condições de funcionamento

Venho por este meio apresentar uma reclamação referente ao atendimento e ao ambiente observado na vossa loja no dia de hoje. Efetuei um pedido que demorou cerca de uma hora a ser preparado. Perante a demora, questionei o motivo, ao que uma funcionária — identificada pelo próprio chefe de loja como Carolina — respondeu de forma rude e mal-educada. O chefe de loja pediu-lhe para parar, mas a funcionária não acatou a instrução e continuou a falar de forma imprópria, o que considero completamente inaceitável num ambiente profissional. Para além disso, pude observar várias situações que demonstram uma falta de profissionalismo generalizada: pessoas não fardadas a entrar na cozinha, colaboradores a falar e a brincar em horário de trabalho, uso constante de telemóveis e utilização de palavrões e expressões inadequadas. Estes comportamentos não só transmitem uma má imagem, como comprometem a qualidade do serviço e o cumprimento das normas básicas de higiene e segurança. Tendo em conta os valores associados à marca, considero o serviço prestado extremamente fraco e muito aquém do que seria expectável. Solicito que esta situação seja analisada com a devida seriedade e que sejam tomadas medidas para garantir que algo semelhante não volte a acontecer.

Em curso