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Férias de verão: quase 40% dos portugueses planeia ir para o litoral

As zonas costeiras do País são as preferidas de praticamente quatro em cada dez portugueses este ano para passar as férias. Ficar por cá, mas no campo, é a opção para pouco mais de 20 por cento. Só 6% planeia viajar para o estrangeiro. Dois em cada dez não vão sair de casa.

  • Dossiê técnico
  • Bruno Carvalho
  • Texto
  • Maria João Amorim
31 maio 2021 Exclusivo
  • Dossiê técnico
  • Bruno Carvalho
  • Texto
  • Maria João Amorim
Pessoas na praia

iStock

Portugal é o destino de eleição dos portugueses este ano para as férias de verão. O litoral vai receber perto de 40% dos que procuram um pouco de dolce far niente. Para as zonas serranas e rurais hão de rumar dois em cada dez portugueses e viajar cá dentro, para visitar cidades, é o plano de oito por cento. Muitos, perto de um quarto dos portugueses, confessam-se sem planos para o verão e 20% vai ficar em casa. Apenas 6%, sobretudo população jovem dos 25 aos 39 anos, planeia viajar para o estrangeiro.

Estas conclusões resultam de um inquérito online à população geral portuguesa, dos 25 aos 74 anos, sobre os planos de férias dos portugueses, que realizámos entre o final de abril e o início de maio. Recebemos 1002 respostas válidas. Os resultados refletem as opiniões e experiências dos inquiridos.

Em média, os inquiridos, no total, preveem gastar pouco mais de 600 euros nas férias deste ano. Os que têm a intenção de viajar para o litoral e zonas costeiras planeiam despender um pouco acima de 1000 euros em média.

Relativamente à segurança dos restaurantes e alojamentos face à covid-19, a maioria dos inquiridos sente-se “algo seguro”. Esta foi a resposta dominante – quase sempre com valores entre os 34% e os 38% - à pergunta até que ponto os inquiridos se achavam seguros, em termos de risco de contaminação, ao frequentarem restaurantes e alojarem-se em hotéis, alojamentos locais e hostels, e casas arrendadas.

As hipóteses ficar num hotel ou numa casa arrendada foram as únicas que conseguiram números mais expressivos, no que toca à total confiança dos inquiridos. Alojar-se num hotel ou numa casa arrendada é “muito seguro” para 20% e 19% dos inquiridos, respetivamente. A população mais jovem, dos 25 aos 39 anos, é a que sente mais confiança nos hotéis, enquanto os mais velhos, dos 66 aos 74 anos, são os mais confiantes em relação às casas arrendadas.

A percentagem dos inquiridos que respondeu sentir-se “muito inseguro” em frequentar restaurantes, hotéis, alojamentos locais e hostels e casas arrendadas é a menos expressiva. Os inquiridos com mais idade são os que menos segurança sentem em relação aos hotéis e aos alojamentos locais e hostels. Em relação ao sentimento de insegurança face ao risco de contaminação nos restaurantes, os resultados do inquérito indicam que não há diferenças significativas entre faixas etárias.       

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