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DECO PROTESTE lança "simplificador imobiliário"

Chama-se PROTESTE CASA a nova plataforma da DECO PROTESTE que pretende responder às dúvidas sobre a compra e a venda de imóveis e que vai disponibilizar as ferramentas necessárias para os consumidores venderem e comprarem imóveis com vantagens.

21 junho 2022
proteste casa

Lançámos um novo serviço para ajudar os consumidores a venderem e a comprarem imóveis em segurança e com vantagens. A PROTESTE CASA pretende ser um “simplificador imobiliário”, reunindo na mesma plataforma informação fidedigna sobre o processo de compra e venda de imóveis e várias ferramentas úteis neste tipo de negócio.

CONHECER O SERVIÇO PROTESTE CASA

De registo gratuito, a plataforma permite aceder a várias calculadoras e simuladores, mas também a conteúdos informativos. Mais, com a PROTESTE CASA, os consumidores poderão comprar ou vender imóveis. Os particulares podem anunciar as suas casas para venda e concluir todo o processo sozinhos, apenas com a nossa ajuda. No entanto, podem também recorrer a uma rede de parceiros do setor imobiliário, que só poderão cobrar uma comissão de 3%, valor abaixo do praticado no mercado. Já os mediadores imobiliários que queiram anunciar a sua carteira de imóveis para venda na plataforma, não poderão cobrar mais de 4% de comissão, tendo de garantir um serviço personalizado e de confiança aos clientes para poderem integrar a rede de parceiros.

Sónia Covita, responsável pelo PROTESTE CASA, responde a algumas questões sobre o novo serviço.

Com que objetivo nasceu o serviço PROTESTE CASA?

Desde que a DECO PROTESTE foi criada, há mais de 30 anos, escrevemos sobre compra e venda de imóveis. O nosso site está recheado de ferramentas que permitem, por exemplo, escolher o melhor crédito habitação, simular o melhor seguro de vida, calcular o IMI a pagar ou encontrar um seguro multirriscos-habitação. Disponibilizamos muita informação sobre o que é preciso ter em conta na compra e na venda de um imóvel, como se processa uma escritura e tudo o que envolve. Passámos a ter uma plataforma dedicada a quem quer comprar ou vender casa e onde é possível encontrar tudo de forma fácil.

Este foi o ponto de partida, mas decidimos dar um passo extra. Já acompanhávamos os consumidores na compra e venda de imóveis, mas agora permitimos-lhes também colocar os seus imóveis à venda nesta plataforma. Na prática, podem agora fazer todo o negócio com a nossa ajuda. Quem tiver uma casa que queira vender pode colocar o imóvel na plataforma. Se tudo correr bem, encontrará um comprador e o negócio será concluído através da plataforma, até à fase da escritura. Pode fazer tudo isto sozinho ou com um dos parceiros da nossa rede. Para quem não tem disponibilidade para estar presente em todas as visitas à casa, por exemplo, temos uma rede de parceiros do setor imobiliário a que podem recorrer, com comissões mais vantajosas para os consumidores face às que são praticadas no mercado.

Temos também muita informação disponível na plataforma que ajudará a esclarecer todas as dúvidas que os consumidores possam ter sobre o tema, não só no que diz respeito ao processo de compra e venda de uma casa, mas também para escolher o melhor seguro de vida, contratar um crédito habitação, etc. Há muito tempo que temos vindo a montar este “ecossistema” que está agora todo disponível na mesma plataforma.

 
"Neste momento, a dificuldade de acesso ao crédito à habitação é, sem dúvida, uma das maiores preocupações", observa Sónia Covita.

O que vai distinguir o serviço PROTESTE CASA no mercado?

Para os consumidores – o particular que pretende colocar um imóvel à venda –, uma das exigências que fazemos é que nos submeta uma série de documentação ainda antes de colocar o imóvel à venda na plataforma. Verificamos os documentos essenciais do imóvel, como a caderneta predial, a licença de utilização, se for o caso, ou o certificado energético. Não facilitamos e fazemos uma triagem para perceber se a casa tem, por exemplo, uma penhora ou qualquer outra coisa que inviabilize uma venda imediata. Só depois dessa confirmação é que autorizamos que o imóvel seja divulgado na plataforma. Para um eventual comprador isto é uma garantia de que os imóveis que estão na plataforma existem e têm todos os requisitos necessários. Ninguém será “apanhado na curva” com alguma coisa que não esperava. Para as duas partes é uma garantia de que o negócio irá correr como esperado e, sobretudo, de forma simples. Além disso, a plataforma oferece todas as outras vantagens a que a DECO PROTESTE já habituou os consumidores, como a indicação de Escolhas Acertadas nos créditos e seguros.

E quais são as exigências para os mediadores imobiliários da rede de parceiros?

A grande mais-valia que vamos dar é, sobretudo, em relação às comissões praticadas. O que sabemos, devido aos estudos que fazemos através da PROTESTE INVESTE, é que a média das comissões praticadas no mercado imobiliário ronda os 5% e há até alguns mediadores que praticam mais. No caso de um particular que coloque o seu imóvel à venda na nossa plataforma e que recorra a um parceiro para o vender, a comissão nunca poderá ser superior a 3 por cento. Se estivermos a falar de um imóvel que está na plataforma e que é de um parceiro, ou seja, que está a ser comercializado por um mediador imobiliário e foi lá anunciado por este, o limite da comissão é de 4 por cento. Não pode ser superior.

Importa também referir que fazemos uma seleção dos parceiros. Temos pequenas e médias empresas como parceiros porque o intuito é, precisamente, garantir que os mediadores vão mesmo aos locais e dão um tratamento personalizado ao cliente. Como é óbvio, a DECO PROTESTE assegura a mediação caso surja algum problema entre o consumidor e a mediadora imobiliária. Vamos estar muito presentes em todo o negócio.

Quais são as queixas e dúvidas mais frequentes sobre o mercado imobiliário respondidas com esta plataforma?

Neste momento, a dificuldade de acesso ao crédito à habitação é, sem dúvida, uma das maiores preocupações. O acesso ao crédito tem regras mais apertadas. Atualmente, o Banco de Portugal recomenda que os bancos não emprestem mais de 90% do valor do imóvel e a DECO PROTESTE concorda com essa recomendação. Não queremos voltar ao tempo em que se emprestava dinheiro para comprar a casa, para as obras e para o carro e depois as pessoas ficavam completamente endividadas. Estas regras fazem sentido, mas a verdade é que representam um esforço muito grande para os consumidores. Além do dinheiro para os impostos e para a escritura, é preciso ter 10 ou 15% de entrada, o que não é fácil, porque os consumidores portugueses não têm níveis de poupança que lhes permitam fazer isso. O crédito é, de facto, o tema que gera mais dúvidas.

Todo o processo de seleção da casa, da elaboração do contrato promessa de compra e venda, sinal e escritura também gera questões, porque não é fácil. Somos um País de burocracia e na maioria das vezes as pessoas têm dificuldade em perceber coisas simples como onde obter toda a documentação, como a caderneta predial, por exemplo. Há, ainda, queixas relativamente a mediadoras imobiliárias e muitas questões práticas que todos os anos chegam até nós que esperamos responder na plataforma.

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