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A Sonae teve bons resultados trimestrais, um pouco acima do previsto. Veja qual é o nosso conselho e recomendação.
Conforme esperado, outras empresas do setor farmacêutico negociaram um acordo com a administração Trump, à semelhança dos já assinados com a Pfizer e a AstraZeneca.
Anglo American prossegue fusão com a Teck Resources. BNP Paribas quer o leasing automóvel da Mercedes-Benz. Euroapi volta a dececionar. Sanofi poderá ter imparidades com o Tolebrutinib.
Accenture mantém aposta na IA. Coca-Cola nomeia veterano do grupo como CEO. Enel entra no mercado alemão. Warner Bros prefere a oferta da Netflix. Pfizer antevê dificuldades para 2026.
A União Europeia abandonou o plano de impor a transição completa para os veículos elétricos (VE) até 2035. É uma boa notícia para os fabricantes europeus?
A Galp vendeu metade da sua participação no campo petrolífero de Mopane na Namíbia, dividindo o risco e custos de investimento com a TotalEnergies.
IBM lança OPA amigável sob a Confluent. Schneider com crescimento prudente. Telecom Italia reforça presença no Chile. UBS poderá ter de aumentar menos os capitais próprios.
A Nasdaq solicitou à Securities and Exchange Commission (SEC), reguladora do mercado de capitais dos EUA, autorização para ampliar o seu horário de funcionamento.
A entrada da Digi no mercado nacional de telecomunicações ainda não causou grande mossa nos resultados da NOS, que até tem melhorado a rentabilidade.
A Altri registou um resultado líquido de 12,4 milhões de euros nos primeiros nove meses de 2025 (0,06 euros por ação), uma queda de 86,2% face ao período homólogo.
Aegon vai ‘mudar-se’ para os EUA. CEO da Blackstone tranquiliza os investidores. Pfizer reforça aposta na obesidade. TotalEnergies converte ADR em ações normais.
BNP Paribas reforça capital na seguradora Ageas. Bpost altera nome comercial para Bnode. L’Oréal quer crescer no ‘luxo’
Após um ano difícil em 2024 e a separação parcial da unidade de negócio Opella Consumer Healthcare, os lucros da Sanofi recuperaram.
Axa compra seguradora italiana. Chevron reduz investimentos. Ferrari renovou parceria com a Philip Morris. Netflix paga 72 mil milhões pela Warner Bros Discovery.
A Jerónimo Martins teve lucros de mais de 10% face a 2024, até setembro, ligeiramente acima das previsões.
Airbus impactada pelo ‘software’. Atlas Copco cresce. Autodesk supera as expectativas. Bayer recebe “apoio judicial” da administração Trump.
A Mota-Engil alcançou um lucro líquido recorde de 92 milhões de euros nos primeiros nove meses de 2025, um aumento de 20% face ao período homólogo.
O investimento em ações é historicamente o mais lucrativo e, nos últimos anos, não foi exceção. Conheça as 12 empresas eleitas para investir no próximo ano.
A conjuntura permanece incerta para a Adidas, mas o Campeonato do Mundo de Futebol dará maior visibilidade à marca.
Lucros da Mapfre aumentam 27%. Revemos estimativas em alta para a Ralph Lauren. SocGen reforça a compra de ações próprias. Trigano com sólida carteira de encomendas.
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