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As eleições presidenciais americanas, cujo resultado é muito incerto, estão a contribuir para o nervosismo nos mercados.
Os problemas que afetam a Alemanha, a maior economia europeia, são profundos e estruturais, as perspetivas de crescimento são reduzidas.
Face à descida das taxas de juro, as bolsas regressaram aos ganhos dos dois lados do Atlântico.
O abrandamento económico sugerido pelos recentes indicadores económicos americanos e chineses deixou os investidores nervosos.
Uma semana que deixou os investidores mais tranquilos após a revisão em alta do valor do crescimento económico do segundo trimestre nos Estados Unidos.
A semana foi marcada por uma boa recuperação das bolsas, com Lisboa a seguir a tendência positiva das suas congéneres mundiais.
A reação dos mercados à desistência de Biden está a ser contida. Os investidores já estão a preparar-se para o provável regresso de Trump à Casa Branca.
A positividade e o otimismo dominaram a semana com novos máximos históricos nos índices bolsistas americanos.
BCE reduziu a sua principal taxa diretora, o que permitiu às bolsas europeias fecharem a semana no verde.
Apesar do anunciado corte das taxas na Europa, o calendário de cortes permanece pouco claro.
Os números da Nvidia são bastante importantes, porque a Inteligência Artificial tem sido o grande catalisador das bolsas.
A perspetiva da queda das taxas de juro estimulou as bolsas que atingiram novos recordes a meio da semana.
O otimismo do mercado relativamente a uma redução, em breve, das taxas americanas permitiu ao S&P 500 ganhar 1,9% e ao Nasdaq subir 1,1%.
De um modo geral, os resultados foram bons e as bolsas fecharam a semana no verde.
O forte consumo nos EUA, baseado em elevados níveis de confiança dos consumidores, alimenta os receios de que as taxas de juro permaneçam altas por mais tempo.
A inflação nos EUA continua difícil de baixar. O aumento das tensões no Médio Oriente também penalizou as bolsas.
A incerteza quanto ao calendário do corte de taxas por parte da Reserva Federal levou ao fecho negativo nos mercados bolsistas.
Mais otimismo nos principais mercados de ações na última semana de março, com a perspetiva do corte das taxas de juro.
As bolsas registaram ganhos na semana passada. O anúncio dos três possíveis cortes nas taxas de juro este ano, por parte da Fed, tranquilizou os mercados.
Bolsas fecham sem uma tendência muito definida, apesar das perspetivas de cortes nas taxas de juro.
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