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O cenário de descida das taxas de juro pela Fed é positivo mas revela também um enfraquecimento da economia americana, o que preocupou os investidores.
Graças à tecnologia, o S&P 500 (+0,5%, +10,5% desde o início do ano) atingiu um novo máximo.
A possível flexibilização da política monetária nos EUA, a partir de setembro, deu algum ânimo às bolsas na semana passada.
Os mercados ficaram hesitantes com os dados do emprego dos EUA no início de agosto, que aumentaram os receios de uma desaceleração da economia.
Os mercados ignoraram as incertezas e as bolsas tiveram uma semana mais positiva.
Na semana passada as bolsas foram penalizadas após a divulgação de dados do mercado de trabalho americano um pouco abaixo do esperado.
O Banco Central Europeu manteve as taxas em julho e poderá não as reduzir em setembro.
A DECO PROteste Investe disponibiliza um serviço gratuito, para subscritores, que permite estar sempre a par do que acontece no mundo financeiro.
Nos EUA, as bolsas fecharam em alta, com o S&P 500 a ganhar 0,3% e o Nasdaq a subir 1,2%.
1 de agosto é agora a nova data para a entrada em vigor das tarifas. Quase diariamente, Trump ameaça vários parceiros económicos dos EUA com novas taxas.
A incerteza sobre as tarifas que os EUA querem impor continua, mas as bolsas tiveram uma semana positiva.
A incerteza em torno das tarifas e do prazo de 9 de julho estabelecido por Trump para a assinatura de acordos comerciais mantém a Europa sob pressão.
O preço do petróleo recuou na semana passada e a bolsa nacional regressou aos ganhos e subiu 1,1%.
Os confrontos entre Israel e o Irão estão a dissuadir os investidores de assumirem mais risco.
As bolsas norte-americanas fecharam em queda ligeira. Na sequência dos ataques israelitas ao Irão, o preço do barril de petróleo subiu 11,9% na semana.
A economia corre o risco de se deteriorar mais nos próximos meses, afetada pelas tarifas.
Com a incerteza nos mercados a manter-se elevada, o entusiasmo nas bolsas também esteve por baixo na semana passada.
Para o economista Gonçalo Pina no mundo atual não é racional aplicar tarifas. E quando os países retaliam acabam por penalizar as suas economias, além da americana.
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