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Apesar do fim do shutdown nos EUA, os investidores mostram hesitação. No entanto, a valorização do setor tecnológico incentiva novas oportunidades de investimento.
As elevadas avaliações das principais ações tecnológicas provocaram correções nas bolsas recentemente.
A Reserva Federal norte-americana (Fed) deixa a sugestão no ar de que um novo corte das taxas de juro em dezembro não está garantido.
Os mercados estiveram sem sobressaltos a semana passada, sem grandes deceções nos Estados Unidos e na Europa.
As preocupações relacionadas com as tensões comerciais e o “fecho” do governo americano, abrandaram com os primeiros resultados das empresas europeias e americanas.
A economia global mantém-se sólida graças a fatores como a desinflação, o investimento em IA e a adaptação ao novo comércio mundial.
As bolsas mundiais parecem sobrevalorizadas, mas será mesmo uma bolha? Saiba como proteger os seus investimentos.
As bolsas mundiais tiveram uma semana positiva à boleia de uma maior confiança no crescimento da IA.
O rating funciona como uma espécie de selo de confiança e quanto mais elevada for a classificação, menor é o risco percecionado pelos investidores.
Os índices bolsistas americanos recuaram e, na Europa, o Stoxx Europe 600 fechou em alta ligeira.
Segundo um estudo do Banco de Portugal, os portugueses continuam conservadores nos investimentos. Preferem aplicar as poupanças em depósitos e certificados.
As bolsas americanas fixaram novos máximos perante a possibilidade de mais cortes nas taxas de juro.
As bolsas americanas mantêm a tendência de subida. O S&P 500 avançou 1,6% e o Nasdaq 2%.
O cenário de descida das taxas de juro pela Fed é positivo mas revela também um enfraquecimento da economia americana, o que preocupou os investidores.
Graças à tecnologia, o S&P 500 (+0,5%, +10,5% desde o início do ano) atingiu um novo máximo.
A possível flexibilização da política monetária nos EUA, a partir de setembro, deu algum ânimo às bolsas na semana passada.
Os mercados ficaram hesitantes com os dados do emprego dos EUA no início de agosto, que aumentaram os receios de uma desaceleração da economia.
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