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A perspetiva da queda das taxas de juro estimulou as bolsas que atingiram novos recordes a meio da semana.
O otimismo do mercado relativamente a uma redução, em breve, das taxas americanas permitiu ao S&P 500 ganhar 1,9% e ao Nasdaq subir 1,1%.
De um modo geral, os resultados foram bons e as bolsas fecharam a semana no verde.
O forte consumo nos EUA, baseado em elevados níveis de confiança dos consumidores, alimenta os receios de que as taxas de juro permaneçam altas por mais tempo.
A inflação nos EUA continua difícil de baixar. O aumento das tensões no Médio Oriente também penalizou as bolsas.
A incerteza quanto ao calendário do corte de taxas por parte da Reserva Federal levou ao fecho negativo nos mercados bolsistas.
Mais otimismo nos principais mercados de ações na última semana de março, com a perspetiva do corte das taxas de juro.
As bolsas registaram ganhos na semana passada. O anúncio dos três possíveis cortes nas taxas de juro este ano, por parte da Fed, tranquilizou os mercados.
Bolsas fecham sem uma tendência muito definida, apesar das perspetivas de cortes nas taxas de juro.
A inflação da zona euro desceu para 2,6% em fevereiro. Também nos EUA, a inflação recuou. São números que validam uma possível redução das taxas de juro.
A inflação em janeiro nos Estados Unidos arrefeceu os ânimos dos investidores, provocando quedas nas bolsas americanas na semana passada.
Bolsas fecham sem uma tendência definida num contexto de divulgação de resultados e indicadores económicos mais otimistas.
Para ter sucesso numa estratégia de investimento, é necessário ter em conta o prazo, montante disponível e potencial de rentabilidade dos produtos.
As taxas de juro voltam a ditar a evolução dos índices bolsistas. Os valores da inflação levam a maior ceticismo de uma descida iminente.
Nos Estados Unidos, a inflação registada em dezembro foi acima das previsões, o que não afetou as bolsas que, na generalidade, valorizaram.
As bolsas abriram o ano com perdas. O setor tecnológico foi dos mais afetados.
Recorde alguns dos assuntos que tratámos em 2023. Responda a estas 15 questões e saiba como estão os seus conhecimentos.
Embora se espere uma descida das taxas, o abrandamento económico pesará sobre os lucros das empresas, prevê João Sousa, coordenador da PROTESTE INVESTE.
A tensão no Médio Oriente está a deixar a região novamente à beira do caos. Uma situação que não agrada aos investidores.
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