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Devemos preocupar-nos com todo o setor farmacêutico? A semana passada revelou-se particularmente agitada no mercado dos tratamentos contra a obesidade.
As empresas do setor de software veem a IA, cada vez mais, como disrupção tecnológica que ameaça o modelo de negócio e a capacidade de gerar os lucros esperados.
Amazon vai investir 200 mil milhões em 2026. Stellantis regista perda de 20 mil milhões. Vinci apresenta sólidos resultados.
A carga histórica de 22 mil milhões de euros registada pela Stellantis apresenta uma dimensão excecional. A queda de 25% da cotação reflete igualmente essa magnitude.
A Mota-Engil reforça a sua posição estratégica através de projetos de infraestrutura e da consolidação de participações societárias relevantes.
BBVA cumpre com as expectativas. BNP Paribas com metas ambiciosas. Enel suportada por atividade internacional. Novo Nordisk avança previsões bastante dececionantes.
Alphabet investirá 180 mil milhões em 2026. Melexis penalizada pelo setor automóvel. Santander lucra 14 mil milhões em 2025. UBS desilude na gestão de fortunas.
A produção de petróleo da Galp subiu 2% no quarto trimestre e o preço caiu 15%. Saiba qual é o nosso conselho.
American Express com sólidos resultados. Endesa terá de compensar défice de produção. VF Corp cresce mais nas Américas. Receitas da Walt Disney aumentam 5%.
Atlas Copco com queda temporária da rentabilidade. DEME beneficia da cimeira do Mar do Norte. Lockheed Martin revê objetivos de 2026 em alta. Vendas da Sanofi crescem 10% em 2025.
ACS quer construir míni-reatores nucleares no Reino Unido. ING encara 2026 com confiança. Parque eólico da Iberdrola enfrenta Trump. Microsoft com elevada exposição à OpenAI.
A produção de eletricidade da EDP subiu 12%, suportada pelo crescimento da energia eólica e solar, sendo esta o motor principal de crescimento da empresa.
As empresas do PSI vão começar a apresentar os resultados do quarto trimestre a partir do dia 19 de fevereiro.
ASML regista encomendas recorde. Perspetivas da LVMH desiludem. Vendas de automóveis da Tesla caem 9%. Teva Pharma tem vetores de crescimento até 2030.
A IPO da SpaceX poderá ser um dos grandes acontecimentos do mercado em 2026.
Vendas da Porsche caem 10%. Procter & Gamble com desempenho dececionante. Toromont beneficia das tensões Canadá-EUA. Vinci compra a FletcherConstruction.
Ageas revê estimativas em alta. GSK anunciou a aquisição da RAPT Therapeutics. Intel perde oportunidades de venda. Sofina melhora o seu valor intrínseco.
Resultados da Abbott dececionam. Lucro da Netflix aumenta 27%. Produção da TotalEnergies sobe 4%. Zurich Insurance quer comprar a Beazley.
O CFO Guy Pacheco irá suceder a João Bento, CEO dos CTT desde 2019. Esta mudança na liderança não altera a ambição de crescimento da empresa.
ETF da BlackRock captam 527 mil milhões de USD. Lockheed Martin bem posicionada nas tecnologias de mísseis. TotalEnergies aliena a participação em projeto petrolífero.
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