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ações 2026

Devido à sua pequena dimensão o mercado acionista português é muito dependente de poucas empresas e reaje menos aos mercados globais

Publicado em: 27 janeiro 2026
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Devido à sua pequena dimensão o mercado acionista português é muito dependente de poucas empresas e reaje menos aos mercados globais

As empresas do PSI vão começar a apresentar os resultados do quarto trimestre a partir do dia 19 de fevereiro.  

Será este ano novamente positivo para o PSI? 

É plausível que o PSI volte a ter um ano positivo, mas tudo aponta para que, se isso acontecer, seja de forma moderada e com alguma volatilidade, mais do que através de uma valorização forte e contínua. 

O mercado acionista português é pequeno, concentrado e muito dependente de poucas empresas de grande peso — sobretudo energia, retalho alimentar, banca e construção. Isso faz com que o índice reaja menos a “modas” globais de mercado, mas fique bastante exposto a fatores macroeconómicos europeus e ao desempenho específico dessas cotadas.

Há empresas ainda sem datas 

A Ibersol, a NOS, e a Semapa ainda não divulgaram as datas estipuladas para apresentação dos resultados anuais de 2025. Iremos estar atentos e atualizaremos este artigo no nosso site assim que as datas forem divulgadas.

Performance em 2025

A bolsa de Lisboa registou em 2025 um dos maiores crescimentos entre os mercados, valorizando 29,6%, o seu melhor resultado anual desde 2009.

Este desempenho deveu-se principalmente ao forte crescimento do BCP (+92,9%), impulsionado por um setor em boa conjuntura e pelo aumento contínuo dos lucros, e da Sonae (+76,4%), que beneficiou tanto dos bons resultados do Modelo Continente como das vantagens obtidas com as aquisições realizadas. 

Em 2025, também se destacaram positivamente a Semapa (+47,4%), impulsionada pela venda da Secil no final do ano, a REN (+41%), que apesar de ser um título mais defensivo superou as expectativas graças ao impulso da transição energética, e os CTT (+37,6%), beneficiando do forte crescimento do negócio do Expresso e das encomendas na Península Ibérica.

Merece ainda destaque, em 2025, a recuperação do grupo EDP, com a EDP a subir 26,7% e a EDP Renováveis 19,9%. Por outro lado, em 2025, registaram-se quedas significativas na Corticeira Amorim (-17,9%), Altri (-15,6%) e Navigator (-12,5%), penalizadas pelo desempenho menos favorável dos respetivos setores. 

CORTICEIRA AMORIM – 19/02 

NAVIGATOR – 19/02 

BCP – 25/02 

EDP – 26/02 

EDP RENOVÁVEIS – 26/02 

GALP ENERGIA – 02/03 

MOTA-ENGIL – 03/03 

REN – 05/03 

CTT – 18/03 

JERÓNIMO MARTINS – 18/03 

ALTRI – 19/03 

SONAE – 19/03 

TEIXEIRA DUARTE – 30/04 

IBERSOL – informação não disponível 

NOS – informação não disponível 

SEMAPA- informação não disponível 

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