Alertas e-mail
Enviamos-lhe um alerta sempre que publiquemos uma nova análise ou ocorra uma mudança de conselho.
Apenas os subscritores podem configurar alertas de e-mail.
Ainda não tem conta?
Os semicondutores registaram um ganho de 7,16% após bons resultados da Texas Instruments (+20,6%) e Intel (+20,5%).
Sempre que os mercados entram em turbulência, entram também em turbulência os nervos dos investidores.
Expectativa de fim da guerra no Irão reforça a confiança e impulsiona as bolsas, sobretudo nos EUA. Europa sobe menos dado o menor peso tecnológico.
O mercado continua agitado. O anúncio da reabertura do Estreito de Ormuz provocou uma forte queda da cotação do crude, mas o otimismo foi prematuro. A situação geopolítica é instável e as oscilações de preços deverão prosseguir.
Os investidores acolheram bem a notícia da trégua, mas as negociações no Paquistão falharam. O que deve fazer?
Bolsas sobem com trégua Irão‑EUA, mas risco de bloqueio no Estreito de Ormuz reacende pressão sobre petróleo, inflação e taxas de juro.
No final de 2025 elaborámos um estudo das melhores divisas para 2026, vemos agora qual a performance dessas divisas no primeiro trimestre deste ano.
Foi alcançado um acordo para suspender a guerra por duas semanas. Os mercados acolheram a notícia com euforia. O que se segue?
O "efeito Trump" mostrou mais uma vez a sua forte influência sobre as bolsas, fazendo aumentar os preços da energia e os comportamentos nos mercados na semana passada.
Desde a implementação do novo ciclo de tarifas comerciais promovidas por Donald Trump, o impacto das medidas continua a ecoar na economia global e no dólar americano.
O novo choque energético provocado pela guerra no Médio Oriente levanta receios de um possível regresso da inflação e dos seus efeitos nas bolsas.
Os investidores não recuperaram a confiança na semana passada, muito por causa dos preços do petróleo que continuam acima dos 100 dólares por barril, e da continuação do conflito no Médio Oriente.
Descubra qual o melhor banco para investir em Portugal, com análise de taxas, produtos, corretagem, satisfação dos clientes e avaliação DECO PROteste.
Com a guerra no Médio Oriente a incerteza nos mercados aumentou. O aumento do preço do petróleo e a subida do preço do gás trouxeram preocupações acrescidas com o risco de uma inflação elevada.
Com a escalada da guerra no Médio Oriente o S&P 500 e o Nasdaq nos EUA desceram 1,9 e 2,1%, respetivamente. A bolsa portuguesa também não escapou às quedas.
Apesar de a decisão de manter os juros ser expectável, o tom mais cauteloso da conferência de imprensa teve impacto negativo nos ativos de risco.
Private equity e private debt têm sido motores de inovação e crescimento, mas as dificuldades em alguns fundos cria riscos de contágio.
Vender e sair da bolsa, antes que os mercados caiam ainda mais? Ou aproveitar as quedas para reforçar as posições?
Prevê-se que o peso da dívida pública, em 2026, fique bastante acima da média dos últimos 15 anos.
A subida do preço dos hidrocarbonetos está a agravar os receios de inflação e a levar os investidores a adotarem uma postura mais cautelosa.
Conhecer vantagens para membros
Subscrever