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No final de 2025 elaborámos um estudo das melhores divisas para 2026, vemos agora qual a performance dessas divisas no primeiro trimestre deste ano.
Foi alcançado um acordo para suspender a guerra por duas semanas. Os mercados acolheram a notícia com euforia. O que se segue?
O "efeito Trump" mostrou mais uma vez a sua forte influência sobre as bolsas, fazendo aumentar os preços da energia e os comportamentos nos mercados na semana passada.
Desde a implementação do novo ciclo de tarifas comerciais promovidas por Donald Trump, o impacto das medidas continua a ecoar na economia global e no dólar americano.
O novo choque energético provocado pela guerra no Médio Oriente levanta receios de um possível regresso da inflação e dos seus efeitos nas bolsas.
Os investidores não recuperaram a confiança na semana passada, muito por causa dos preços do petróleo que continuam acima dos 100 dólares por barril, e da continuação do conflito no Médio Oriente.
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Com a guerra no Médio Oriente a incerteza nos mercados aumentou. O aumento do preço do petróleo e a subida do preço do gás trouxeram preocupações acrescidas com o risco de uma inflação elevada.
Com a escalada da guerra no Médio Oriente o S&P 500 e o Nasdaq nos EUA desceram 1,9 e 2,1%, respetivamente. A bolsa portuguesa também não escapou às quedas.
Apesar de a decisão de manter os juros ser expectável, o tom mais cauteloso da conferência de imprensa teve impacto negativo nos ativos de risco.
Private equity e private debt têm sido motores de inovação e crescimento, mas as dificuldades em alguns fundos cria riscos de contágio.
Vender e sair da bolsa, antes que os mercados caiam ainda mais? Ou aproveitar as quedas para reforçar as posições?
Prevê-se que o peso da dívida pública, em 2026, fique bastante acima da média dos últimos 15 anos.
A subida do preço dos hidrocarbonetos está a agravar os receios de inflação e a levar os investidores a adotarem uma postura mais cautelosa.
Para já, não há sinais de alívio da tensão no Médio Oriente e isso refletiu-se nas bolsas com um impacto negativo na semana passada.
O aumento exponencial e a sofisticação de fraudes e burlas financeiras fizeram soar os alarmes.
A manhã desta segunda-feira foi marcada por quedas nos mercados. O preço do petróleo também disparou, para cerca de 80 dólares por barril.
Nos EUA, o S&P 500 avançou 1,1% e o Nasdaq progrediu 1,5%, com a primeira reação dos mercados bolsistas ao “cancelamento” das tarifas a ser positiva.
O Supremo Tribunal dos EUA abalou a estratégia comercial da Casa Branca. Qual o impacto nos mercados e nos investimentos?
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