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A Cimeira de Pequim de 2026, com Donald Trump e Xi Jinping, tornou-se um dos eventos geopolíticos do ano.Veja qual foi o impacto nos mercados.
A SpaceX prepara entrada no Nasdaq com avaliação potencial de 2 biliões de dólares. Ambição, inovação, prejuízos elevados e dependência total de Elon Musk marcam um IPO altamente mediático.
As bolsas continuam a funcionar ao sabor da situação no Médio Oriente. A esperança de um acordo entre os EUA e o Irão devolveu algum otimismo aos mercados.
As bolsas estão a reagir bem ao prolongamento das tensões no Médio Oriente, mas não se pode afastar um cenário de estagflação. Como investir com elevada inflação?
A ameaça de uma inflação mundial condicionou os investidores e impactou as bolsas na semana passada.
Conheça o ranking dos grandes produtores e os principais exportadores e perceba porque a geopolítica no Médio Oriente pode elevar o crude, manter juros altos e mexer com os mercados.
Apesar de toda a incerteza na geopolítica, as bolsas ganharam sustentação nos bons resultados empresariais, na semana passada.
As bolsas fecharam numa nota positiva na semana passada com a ajuda dos resultados das empresas, apesar do preço do petróleo superar momentaneamente os 125 dólares por barril.
Os semicondutores registaram um ganho de 7,16% após bons resultados da Texas Instruments (+20,6%) e Intel (+20,5%).
Sempre que os mercados entram em turbulência, entram também em turbulência os nervos dos investidores.
Expectativa de fim da guerra no Irão reforça a confiança e impulsiona as bolsas, sobretudo nos EUA. Europa sobe menos dado o menor peso tecnológico.
O mercado continua agitado. O anúncio da reabertura do Estreito de Ormuz provocou uma forte queda da cotação do crude, mas o otimismo foi prematuro. A situação geopolítica é instável e as oscilações de preços deverão prosseguir.
Os investidores acolheram bem a notícia da trégua, mas as negociações no Paquistão falharam. O que deve fazer?
Bolsas sobem com trégua Irão‑EUA, mas risco de bloqueio no Estreito de Ormuz reacende pressão sobre petróleo, inflação e taxas de juro.
No final de 2025 elaborámos um estudo das melhores divisas para 2026, vemos agora qual a performance dessas divisas no primeiro trimestre deste ano.
Foi alcançado um acordo para suspender a guerra por duas semanas. Os mercados acolheram a notícia com euforia. O que se segue?
O "efeito Trump" mostrou mais uma vez a sua forte influência sobre as bolsas, fazendo aumentar os preços da energia e os comportamentos nos mercados na semana passada.
Desde a implementação do novo ciclo de tarifas comerciais promovidas por Donald Trump, o impacto das medidas continua a ecoar na economia global e no dólar americano.
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