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A Jerónimo Martins tem resistido bem num contexto de elevada concorrência e cautela dos consumidores.
O Bank of America recolhe benefícios com a forte subida dos mercados após a eleição de Trump. Saiba qual é o nosso conselho.
BlackRock capta 641 mil milhões de dólares em 2024. Cotação da LVMH impulsionada pelos bons resultados da Richemont. Shell regista menor produção trimestral de gás.
A Sanofi avança com a separação da atividade da Opella para se concentrar nas áreas dos medicamentos inovadores, sujeitos a prescrição e nas vacinas.
Substituição do CEO não deverá alterar estratégia da empresa.
Os resultados recentes da Radius Recycling foram dececionantes. Alterámos o nosso conselho.
A EDP alcançou lucros recorde nos primeiros nove meses de 2024 impulsionada pelo Brasil e pela recuperação da produção hídrica no mercado ibérico.
O novo tratamento da Novo Nordisk contra a obesidade, permite à empresa manter-se competitiva no mercado de tratamentos contra a doença.
Renault beneficia com uma eventual fusão Nissan e Honda. Sanofi e Teva Pharma co-desenvolvem novo medicamento promissor. Shell sai do onshore na Nigéria.
BNP Paribas enfrenta desafios conjunturais. Novo Nordisk vai construir nova fábrica na Dinamarca. Metas da Pfizer para 2025 tranquilizam investidores.
A Europa está a perder relevância no panorama global, o que penaliza as perspetivas das empresas europeias.
Berkshire de Buffett tem “dinheiro a mais”. Shell junta-se à Equinor no Mar do Norte. UBS não quer ficar apenas com os ultra-ricos nos EUA.
A entrada da Digi deverá pressionar a rentabilidade, num mercado que já atingiu a maturidade.
Ahold Delhaize com luz verde na Roménia. ASML e Applied afastam preocupações com restrições às vendas para a China. Sanofi aposta na insulina para o mercado chinês.
O volume de negócios da Sonae subiu levando a um aumento no lucro de 10,6 % até setembro.
L'Oréal não escapa a conjuntura desfavorável. Sacyr mantém aposta nas concessões. Stellantis à procura de novo CEO.
Anglo American vende alguns ativos no carvão. Autodesk revê objetivos em alta. Dividendo anual da BlackRock previsto em 21,5 dólares.
Repsol aliena ativos na Colômbia. Roche adquire biotecnológica. Vendas da Trigano sobem 13%.
Cisco Sytems regressa ao crescimento. GIMV aumenta capital em 2025. Resultados da Porsche em queda. Sonova penalizada pela apreciação do franco suíço.
A Nvidia, fabricante de placas gráficas para videojogos, tornou-se a maior cotada do mundo. Após os resultados trimestrais, revemos em alta as previsões.
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