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A Greenvolt formalizou a já conhecida intenção de ser cotada em bolsa.
A Atlas Copco continua a fazer pequenas compras e a National Grid resistiu bem à crise.
A chegada de um fundo ativista, com novas ideias, poderá ser a esperada solução rápida para as dificuldades da Danone?
A Nvidia beneficia com o dinamismo do gaming mas também da inteligência artificial, realidade virtual e veículos autónomos.
O grupo postal belga surpreendeu com os resultados trimestrais. O único revés foi a abolição do dividendo para 2020.
As bolsas voltaram a recuperar terreno na última semana, apesar de ainda acumularem quedas significativas desde o início do ano.
A rentabilidade da siderurgia europeia continua baixa. O setor do aço continuará volátil em bolsa, não sendo adequado para todos os investidores.
A companhia espanhola de energia anunciou que encerrará todas as suas centrais de carvão em Espanha, com o fecho das centrais de As Pontes, na Corunha, e Litoral, em Almeira.
Ações em destaque esta semana.
Um estudo recente demonstra que o facto de termos chegado a maio e Trump estar no terceiro ano do mandato não é um bom augúrio.
A Uber anunciou a entrada em bolsa para 10 de maio. Com uma estratégia expansionista, a empresa de transportes não se poupa a investimentos.
Ao tornar-se líder mundial em carros elétricos, a Tesla está a ganhar a batalha comercial. No entanto, ainda não assegurou a sua rentabilidade a longo prazo. A ação está cara e é arriscada.
Apesar de os resultados terem ficado um pouco abaixo do previsto, a EDP Renováveis continua no bom caminho, com uma estratégia de crescimento sustentado e de baixo risco.
O potencial de crescimento dos resultados da Western Union e os esforços feitos para melhorar a sua rentabilidade parecem-nos insuficientes. Alteramos o conselho.
Desempenho do grupo foi ligeiramente superior às nossas estimativas no primeiro semestre e a descida da cotação colocou a ação barata. Uma oportunidade para entrar ou reforçar no título.
As restrições orçamentais das entidades públicas britânicas deterioram os resultados do grupo espanhol.
Pelo sexto ano consecutivo, as bolsas fecharam em alta beneficiando da melhoria da conjuntura económica e da consequente subida dos resultados das empresas e do baixo nível das taxas de juro. As bolsas americanas fixaram sucessivos máximos históricos mas foi Lisboa que liderou os ganhos.
A farmacêutica Abbott recebeu luz verde das autoridades norte-americanas.
Destacamos cinco títulos da nossa seleção que, apesar da boa progressão, ainda é cedo para vender, supondo que detém uma carteira de ações diversificada e onde cada título não representa mais de 10% do total.
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