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PPR: qual a Escolha Acertada para a sua reforma

Há 10 dias - quinta-feira, 8 de novembro de 2018
Não é necessário um esforço mensal muito elevado para chegar aos 67 anos com uma poupança de centenas de milhares de euros. Mudar de PPR é a chave do sucesso.
Prepare a sua reforma com as nossas Escolhas Acertadas

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Sabia que pode mudar o seu plano poupança-reforma (PPR) já, sem esperar pelo fim do ano, como é prática comum? Para saber se deve mantê-lo ou transferi-lo, compare-o com os melhores do mercado no nosso comparador de Fundos PPR

E quanto paga, se transferir? Se tiver o seu PPR sob a forma de seguro com capital garantido, o mais certo é ter de pagar uma comissão de transferência até 0,5%.
Já os PPR sem capital garantido (fundos de investimento) não podem cobrar qualquer comissão pela mudança. 

Comece cedo a poupar para a reforma

Muitas pessoas não poderão manter o nível de vida a que estão habituados durante o período ativo apenas com a reforma atribuída pelo Estado, ainda que a esta se junte um eventual complemento proporcionado pela empresa.

Para evitar a diminuição dos rendimentos quando chegar à reforma terá de poupar regularmente e rentabilizar da melhor forma todos os euros que for colocando de parte.
O dinheiro de que não necessita no imediato nem para um objetivo preciso (compra de casa ou troca de automóvel, por exemplo), e pretenda acumular para a reforma ou para deixar aos seus herdeiros, deve ser canalizado para uma poupança clássica de investimento a longo prazo.

Adapte a estratégia à sua situação e aos montantes em causa. Quanto mais jovem for, maior poderá ser a aposta em ações ou fundos de investimento em ações. Isto porque são mais rentáveis a longo prazo do que as obrigações e os depósitos e um vasto horizonte temporal atenua o risco. À medida que se aproxima da idade da reforma, a prudência deverá ser maior, sobretudo se quer utilizar o capital logo no início.

O valor das poupanças será igualmente importante na opção de investimento. Se apenas conseguir poupar algumas centenas de euros por ano, os fundos de investimento mistos (diversificados por ações e obrigações) são a melhor solução. Para quem possui patrimónios mais avultados, a compra direta de ações poderá ser mais rentável.

Fundos PPR ou seguros PPR: principais diferenças

Quando se fala em poupar para a reforma, rapidamente surgem os planos poupança-reforma (PPR). Estes planos são a proposta mais comum das instituições financeiras para um subscritor sem tempo para gerir uma carteira de ativos. Podem ter a forma de fundo ou, mais frequentemente, de seguro.

O principal atrativo dos PPR residia nos benefícios fiscais proporcionados pelas entregas anuais. No entanto, as sucessivas alterações a que têm sido sujeitos (especialmente no que respeita ao limite de dedução fiscal, mas também ao prazo de indisponibilidade das entregas e ao imposto sobre o rendimento no resgate) têm vindo a retirar interesse a este produto.

Fundos PPR

Têm características semelhantes às dos fundos de investimento mobiliário. Os subscritores podem acompanhar facilmente a evolução do investimento, pois os fundos encontram-se divididos em unidades de participação, cujo valor deve ser publicado, pelo menos, uma vez por mês.

Na prática, essa informação é mais regular, sendo o valor da maioria dos fundos divulgado todos os dias úteis no site da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e nos jornais de maior circulação.

No reembolso, os subscritores recebem os montantes aplicados e a totalidade dos rendimentos líquidos gerados pelo PPR, isto é, após a dedução dos custos suportados pelo fundo (compra e venda de títulos, por exemplo) e das comissões previstas no regulamento de gestão. Mas não há garantia contratual: o subscritor pode, inclusive, receber menos do que investiu, já que o valor final depende dos ganhos obtidos pelo fundo.

O regulamento de gestão é o documento onde estão inscritas todas as regras e condições de funcionamento do fundo. Entre outras coisas, define a política de gestão do fundo e os custos a cobrar ao participante.

Seguros PPR

Apesar da designação, não se destinam a cobrir qualquer risco: são produtos financeiros sob a forma de seguros de capitalização. A diferença em relação aos fundos é terem uma estratégia mais defensiva, adequada para quem é menos propenso ao risco. Além disso, quase sempre garantem o capital e um rendimento mínimo. Muitos deles têm custos bastante elevados, pelo que convém ter cuidado quando decidir contratar. Contudo, a lei confere ao subscritor o direito de renunciar ao contrato nos 30 dias após a receção da apólice.

Neste caso, para cada PPR comercializado, existe um fundo autónomo constituído por títulos da dívida pública e outros títulos negociáveis na bolsa, adquiridos pela seguradora com o dinheiro entregue pelos subscritores.

Ao contrário dos fundos PPR, não é possível acompanhar a evolução do investimento: as cotações não são publicadas, salvo raras exceções. As seguradoras enviam, anualmente e por correio, uma espécie de extrato de conta com o saldo acumulado, o rendimento obtido pelo fundo e as comissões cobradas.

Se tem menos de 57 anos: invista num fundo PPR

Se estiver a mais de 10 anos de atingir a reforma, pode subscrever um PPR sob a forma de fundo com parte aplicada em ações. A nossa Escolha Acertada tem-se destacado da concorrência pelos resultados excecionais e de forma regular.

Recentemente, negociámos um protocolo para a subscrição deste fundo.

Vamos a contas para ficar animado: supondo que tem 40 anos (está a 27 anos da reforma), que aplica 100 euros todos os meses na nossa Escolha Acertada de fundo PPR e que este fundo mantém o rendimento dos últimos três anos em todo esse período, acumula a bela quantia de 141 mil euros.

Se preferir um depósito ou mesmo um daqueles seguros PPR que rendem 1% brutos ao ano, obteria menos de 36 mil euros líquidos.

Se tiver montantes elevados, não ponha todas as poupanças em PPR. Como referimos, têm pouca liquidez e ainda falta muito tempo até à reforma. Aplique parte das suas poupanças de longo prazo no fundo recomendado pela Proteste Investe ao abrigo do nosso protocolo.

Este fundo replica a estratégia da nossa carteira de fundos, que rendeu 7,5% nos últimos 5 anos (até final de agosto 2018). Supondo que aplica 100 euros por mês e que o rendimento se mantém nos próximos 27 anos, obterá cerca de 82 mil euros líquidos.

Se tem 57 anos ou mais: opte por um seguro PPR

Chegou a uma idade crucial: está a 10 anos ou menos da reforma e, como tal, não deve correr riscos desnecessários. Transfira o seu PPR sem capital garantido para um PPR com garantia de capital, para que nos anos que antecedem a reforma não corra o risco de perder o que acumulou.

A nossa Escolha Acertada obteve 3,9% ao ano, em média, nos últimos 3 anos. Tem a vantagem de ter também um rendimento mínimo (em 2018, é de 1,5%) e proporcionar, pelo menos, 80% na participação dos resultados. A subscrição deste PPR beneficia de condições especiais ao abrigo do nosso protocolo

Se iniciar, aos 57 anos, uma poupança de 100 euros neste produto, acumulará um pouco mais de 14 mil euros líquidos (assumindo que rende o mesmo durante os próximos 10 anos). Não é um número tão impressionante como nos cenários anteriores, porque iniciou tarde a poupança. Mas, se optasse por um depósito a 1% ao ano, conseguiria menos de 13 mil euros.

Conclusão: quanto mais cedo iniciar a poupança para a reforma, melhor. No longo prazo, pequenas diferenças de rendimento fazem milagres no montante acumulado.

 

 

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